Tipo de conteúdo: Decisão eclesial
A declaração do bispo de Gikongoro (2001)
Em 29 de junho de 2001, Dom Augustin Misago, bispo de Gikongoro, declarou que a Virgem Maria apareceu em Kibeho em 28 de novembro de 1981 e nos meses seguintes, reconhecendo como autênticas apenas as três primeiras videntes: Alphonsine Mumureke, Nathalie Mukamazimpaka e Marie Claire Mukangango. A declaração deixa de fora as supostas aparições de Jesus relatadas a partir de julho de 1982 e outros videntes, e diz que a mensagem não é nova revelação, mas um modo de recordar o ensino ordinário da Igreja. O reconhecimento não é exigência de fé: cada cristão é livre para crer ou não.
Fontes: Declaração do bispo de Gikongoro sobre as aparições de Kibeho (29 de junho de 2001)
Tipo de conteúdo: Nota editorial
O que esta página ainda não traz
O relato das aparições, o trabalho das comissões médica e teológica, os eventos entre 1981 e 1989 e o contexto histórico de Ruanda não foram lidos em fontes primárias nesta edição, por isso não são narrados aqui.
Sem fonte específica: nota editorial do projeto.
Histórico de decisões eclesiais
Cada decisão aparece com a sua autoridade, data, alcance e documento. Decisões diferentes (reconhecer aparição, autorizar culto, coroar, elevar a basílica, proclamar padroeira) não se confundem.
Decisão eclesial documentada: Reconhecimento da aparição
29 de junho de 2001. Dom Augustin Misago, bispo de Gikongoro
- Autoridade
- Dom Augustin Misago, bispo de Gikongoro (Bispo diocesano)
- Alcance e limites
- Reconhece como autênticas as aparições às três primeiras videntes; exclui as supostas aparições de Jesus e os demais videntes; a crença é livre.
- Documento
- Declaração de 29 de junho de 2001 (tradução em inglês, publicada no L'Osservatore Romano, edição semanal em inglês, 11 de julho de 2001, p. 8).
- Trecho citado (en)
The recognition of these apparitions should not be considered a requirement of faith. Therefore each Christian is free to believe or not.
O que ainda falta pesquisar
- Fonte terciária cita aprovação da devoção pública pelo bispo de Gikongoro em 15 de agosto de 1988 e o envio da declaração pela Santa Sé em 2 de julho de 2001; os documentos não foram lidos, e por isso não constam do histórico.
- O relatório de 23 páginas (em francês) que acompanha a declaração não foi lido.
- O santuário e sua situação atual não foram pesquisados.
Última verificação documental: · Revisão teológica humana: ainda não realizada.

