Maria na fé católica
O que a Igreja Católica ensina sobre Maria, com os documentos de referência: o Catecismo e as definições dogmáticas. Também a diferença entre devoção e adoração e o lugar das revelações privadas.
Maternidade divina
Maria é mãe de Jesus, que é Deus feito homem. Por isso, a Igreja a chama Mãe de Deus (Theotokos).
Escritura: Lc 1,43
Virgindade perpétua
A Igreja confessa que Maria foi virgem ao conceber Jesus, ao dá-lo à luz e para sempre.
Escritura: Mt 1,18-25; Lc 1,34-35
Imaculada Conceição
Dogma definido em 1854: Maria foi preservada do pecado original desde o primeiro instante de sua conceição, em previsão dos méritos de Cristo.
Escritura: Lc 1,28
Assunção
Dogma definido em 1950: Maria, terminado o curso da vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória celeste.
Devoção a Maria e adoração a Deus
Católicos veneram Maria, mas só adoram a Deus. O Catecismo diferencia os dois cultos.
Escritura: Lc 1,48
Revelações privadas e aparições
Aparições como as de Lourdes e Fátima são tratadas pela Igreja como revelações privadas. Elas ajudam a viver a fé, mas não a completam.
Maria, Mãe da Igreja
O título «Mãe da Igreja»: o que o Concílio Vaticano II ensina sobre a maternidade de Maria na ordem da graça, a declaração de Paulo VI em 1964 e a memória litúrgica instituída em 2018.
Escritura: Jo 19,26-27; At 1,14
