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Todas as fontes usadas, organizadas por tipo. Para cada uma: instituição, endereço, data do documento, data de consulta e as afirmações exatas que ela sustenta no site.

Maria entronizada sobre nuvens, de manto azul-acinzentado e mãos postas, cercada por anjos músicos; embaixo, São Miguel de armadura, vencendo o demônio, e São Bento.
Luca Signorelli, A Assunção da Virgem com São Miguel e São Bento, cerca de 1493-96.Autoria: Luca Signorelli. Acervo: The Metropolitan Museum of Art, Nova York. Licença: CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). OrigemVer a obra inteira

Critérios editoriais

  1. Prioridade: documentos da Santa Sé e do Dicastério; Catecismo, concílios e textos pontifícios; decretos e comunicações das dioceses; documentação de santuários oficiais; estudos históricos identificáveis.
  2. Toda alegação de reconhecimento indica a autoridade exata, a data e o documento. Uma decisão diocesana nunca é chamada de "reconhecida pelo Vaticano".
  3. Reconhecimento da aparição, autorização de culto, nihil obstat, reconhecimento de milagre e avaliação médica são tratados como coisas diferentes.
  4. Decisões antigas mantêm a terminologia da época; não são reclassificadas pelas normas de 2024.
  5. O que não foi lido é registrado como lacuna. A ausência de fonte encontrada não é prova de rejeição pela Igreja.
  6. Registros sem verificação ficam como rascunho, fora do catálogo, da busca e do sitemap.

Termos eclesiais

Definições editoriais simples; em caso de dúvida, vale o documento oficial.

Autoridade diocesana
Decisão do bispo da diocese onde o fato ocorreu. Não é o mesmo que uma decisão da Santa Sé.
Dicastério para a Doutrina da Fé
Órgão da Cúria Romana que, entre outras tarefas, publica as normas para o discernimento de fenômenos sobrenaturais (2024).
Nihil obstat
Um dos pronunciamentos previstos nas normas de 2024 (art. 18): reconhecem-se sinais da ação do Espírito Santo, sem garantir a sobrenaturalidade do fenômeno e sem tornar a fé neles obrigatória.
"Digna de crédito"
Fórmula usada em decisões mais antigas (como a de Fátima, 1930). É um juízo do bispo sobre a credibilidade, preservado aqui como foi escrito, sem tradução para a terminologia de 2024.
Autorização de culto
Permissão de culto ou peregrinação em um lugar. É distinta do reconhecimento de uma aparição.
Revelação privada
Mensagem atribuída a uma pessoa depois do tempo dos apóstolos. Segundo o Catecismo (§ 67), não pertence ao depósito da fé.
Cura inexplicada e milagre
Uma cura sem explicação médica atual não é automaticamente um milagre. O reconhecimento de milagre é uma decisão eclesiástica, posterior à investigação médica.
Dogma
Verdade proposta pela Igreja de modo definitivo como revelada por Deus (por exemplo, a Imaculada Conceição e a Assunção).

Santa Sé e Magistério

Normas para proceder no discernimento de presumíveis fenômenos sobrenaturais

Instituição
Dicastério para a Doutrina da Fé (Santa Sé)
Data do documento
2024-05-17
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Aprovadas pelo Papa Francisco em 4 de maio de 2024; em vigor desde 19 de maio de 2024. Substituem as normas de 1978.
Afirmações que sustenta
  • Publicação em 17 de maio de 2024 e entrada em vigor em 19 de maio de 2024.
  • Seis possíveis pronunciamentos: Nihil obstat, Prae oculis habeatur, Curatur, Sub mandato, Prohibetur et obstruatur, Declaratio de non supernaturalitate (art. 18).
  • O bispo diocesano examina o caso, com comissão de investigação, e apresenta o seu votum ao Dicastério.
  • Como regra, nem o bispo, nem a conferência episcopal, nem o Dicastério declaram a origem sobrenatural desses fenômenos (n. 23).

Constituição Apostólica Ineffabilis Deus

Instituição
Papa Pio IX (Santa Sé)
Data do documento
1854-12-08
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto consultado em italiano no sítio do Vaticano.
Afirmações que sustenta
  • Definição dogmática, em 8 de dezembro de 1854, de que a Virgem Maria, no primeiro instante da sua conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, foi preservada imune de toda mancha de pecado original.

Constituição Apostólica Munificentissimus Deus

Instituição
Papa Pio XII (Santa Sé)
Data do documento
1950-11-01
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto consultado em latim no sítio do Vaticano (§ 44, fórmula de definição).
Afirmações que sustenta
  • Definição dogmática, em 1º de novembro de 1950: a Imaculada Mãe de Deus, sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória celeste.

Os Mistérios do Santo Rosário (gozosos, luminosos, dolorosos e gloriosos)

Instituição
Santa Sé, sítio do Vaticano
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Quatro páginas, uma por ciclo: misteri_gaudiosi_po, misteri_luminosi_po, misteri_dolorosi_po, misteri_gloriosi_po. As passagens bíblicas em português citadas no site vêm dessas páginas.
Afirmações que sustenta
  • Distribuição dos ciclos: gozosos (segundas e sábados), luminosos (quintas), dolorosos (terças e sextas), gloriosos (quartas e domingos).
  • Estrutura de cada mistério: anúncio, Pai-Nosso, dez Ave-Marias meditando o mistério, Glória ao Pai.
  • Nomes dos vinte mistérios e as passagens bíblicas propostas (ex.: Lc 1,26-27; Lc 1,39-42; Lc 2,1-7; Jo 2,1-5; Lc 1,48-49).

General Roman Calendar (Calendário Romano Geral)

Instituição
Liturgy Office of the Bishops' Conference of England and Wales (reprodução do Calendário Romano Geral)
Data do documento
2012 (data do arquivo PDF)
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Reprodução do Calendário Romano Geral publicada por uma conferência episcopal; o arquivo é de 2012 e não inclui a memória de Maria, Mãe da Igreja, instituída em 2018. Conferir o calendário vigente e os calendários nacionais e diocesanos (o do Brasil, por exemplo, difere em graus).
Afirmações que sustenta
  • 1º de janeiro: Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus.
  • 11 de fevereiro: Nossa Senhora de Lourdes (memória facultativa); 13 de maio: Nossa Senhora de Fátima (memória facultativa).
  • 25 de março: Anunciação do Senhor (solenidade); 31 de maio: Visitação da Virgem Maria (festa); sábado depois do Sagrado Coração: Imaculado Coração de Maria (memória).
  • 16 de julho: Nossa Senhora do Monte Carmelo (memória facultativa); 26 de julho: Santos Joaquim e Ana, pais da Virgem Maria (memória).
  • 15 de agosto: Assunção da Virgem Maria (solenidade); 22 de agosto: Realeza da Virgem Maria (memória).
  • 8 de setembro: Natividade da Virgem Maria (festa); 12 de setembro: Santíssimo Nome de Maria (memória facultativa); 15 de setembro: Nossa Senhora das Dores (memória).
  • 7 de outubro: Nossa Senhora do Rosário (memória); 21 de novembro: Apresentação da Virgem Maria (memória).
  • 8 de dezembro: Imaculada Conceição (solenidade); 12 de dezembro: Nossa Senhora de Guadalupe (memória facultativa); 2 de fevereiro: Apresentação do Senhor (festa); 25 de dezembro: Natal (solenidade); domingo da oitava do Natal: Sagrada Família (festa).

Constituição dogmática Lumen Gentium, capítulo VIII (Concílio Vaticano II)

Instituição
Santa Sé, Concílio Ecumênico Vaticano II
Data do documento
1964-11-21
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto em português no sítio do Vaticano.
Afirmações que sustenta
  • LG 53: Maria, que na anunciação recebeu o Verbo no coração e no seio, é reconhecida como verdadeira Mãe de Deus Redentor; é «membro eminente e inteiramente singular da Igreja».
  • LG 55-56: o papel da Mãe do Salvador na economia da salvação; o consentimento de Maria precedeu a encarnação.
  • LG 57-58: a associação da Mãe com o Filho desde a concepção virginal até à cruz; Visitação, nascimento, apresentação, o Menino encontrado no Templo; Caná; as palavras de Jesus sobre ouvir a Palavra; Maria junto à cruz; Jo 19,26-27.
  • LG 59: Maria em oração com os apóstolos antes de Pentecostes (At 1,14); a Imaculada, terminado o curso da vida terrena, foi elevada ao céu em corpo e alma.
  • LG 61-62: Maria é mãe na ordem da graça; a sua maternidade perdura; é invocada como advogada, auxiliadora, socorro e medianeira, sem tirar nem acrescentar à dignidade do único mediador, Cristo.
  • LG 66-67: Maria é venerada com culto especial, que difere essencialmente do culto de adoração; recomenda-se evitar falso exagero e estreiteza; LG 68: sinal de esperança para o povo peregrinante.

Constituição Apostólica Munificentissimus Deus (texto em português)

Instituição
Papa Pio XII (Santa Sé)
Data do documento
1950-11-01
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto em português no sítio do Vaticano.
Afirmações que sustenta
  • §17-19: nos livros litúrgicos da festa da Dormição ou da Assunção encontram-se expressões que concordam em referir que, ao passar deste exílio para o céu, sucedeu ao corpo de Maria algo de consentâneo com a dignidade de Mãe do Verbo encarnado; Sacramentário enviado por Adriano I a Carlos Magno; Sacramentário Galicano; liturgia bizantina; o Papa Sérgio I enumera a Natividade, a Anunciação, a Purificação e a Dormição; a festa já se celebrava como Assunção no tempo de Leão IV.
  • §21: São João Damasceno é apontado como pregoeiro dessa tradição.
  • §44 (fórmula, em latim): «terminado o curso da vida terrena» (expleto terrestris vitae cursu); a fórmula não menciona o lugar nem emprega a palavra «morte».

Homilia de Bento XVI diante do Santuário de Meryem Ana Evi, em Éfeso (29/11/2006)

Instituição
Papa Bento XVI (Santa Sé)
Data do documento
2006-11-29
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto em inglês no sítio do Vaticano.
Afirmações que sustenta
  • A celebração louvou a maternidade divina de Maria, proclamada em Éfeso no Concílio ecumênico de 431.
  • Os papas Paulo VI e João Paulo II visitaram o santuário como peregrinos; João Paulo II em 30 de novembro de 1979.
  • João, o único apóstolo que permaneceu no Gólgota com a Mãe de Jesus e as outras mulheres, é descrito como testemunha privilegiada de Jo 19, quando Maria estendeu a sua maternidade a todos os homens e mulheres.

Homilia de João Paulo II na Basílica de Aparecida (4 de julho de 1980)

Instituição
Papa João Paulo II (Santa Sé)
Data do documento
1980-07-04
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto em inglês no sítio do Vaticano.
Afirmações que sustenta
  • O Papa resume a história: em 1717, três pescadores tiraram do rio Paraíba o corpo e depois a cabeça de uma pequena imagem de cerâmica escurecida pela lama; seguiu-se uma pesca abundante e começou a devoção a Nossa Senhora da Conceição, a «Aparecida».
  • Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi solenemente coroada em 1904 e, em 1930, proclamada padroeira principal do Brasil; em 1967 Paulo VI concedeu ao santuário a Rosa de Ouro.
  • O Papa vai consagrar a basílica, e a descreve como obra de grande esforço, cuja promoção se deve ao Cardeal Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta.
  • A imagem foi quebrada num acidente lamentável e entre os fragmentos foram encontradas as duas mãos da Virgem postas em oração, um símbolo de que o verdadeiro filho de Maria é o cristão que reza.

Juan Diego Cuauhtlatoatzin: biografia (Santa Sé)

Instituição
Santa Sé, Escritório das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice
Data do documento
2002-07-31
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto em inglês publicado em ocasião da canonização.
Afirmações que sustenta
  • Pouco se sabe da vida de Juan Diego antes da conversão; a tradição, fontes arqueológicas e iconográficas e o Nican Mopohua (descrito como o mais antigo documento indígena sobre o acontecimento, em náuatle, de 1556, atribuído ao escritor indígena Antonio Valeriano) trazem informações sobre os acontecimentos.
  • Juan Diego nasceu em 1474; foi batizado aos 50 anos por um franciscano; em 9 de dezembro de 1531, a caminho da Missa, a Virgem lhe apareceu na colina do Tepeyac e pediu que se construísse um santuário; o bispo pediu um sinal; em 12 de dezembro, Juan Diego colheu flores no inverno e, ao desdobrar o manto diante do bispo, a imagem apareceu.
  • Juan Diego morreu em 1548 e foi beatificado em 6 de maio de 1990, por João Paulo II, na Basílica de Santa Maria de Guadalupe.
  • Descrição da imagem: mulher com traços e vestes nativos, apoiada por um anjo cujas asas lembram uma das principais divindades da religião tradicional da região; a lua sob seus pés, o manto azul coberto de estrelas douradas e uma faixa preta na cintura que significa gravidez.

Homilia de João Paulo II na canonização de Juan Diego (31 de julho de 2002)

Instituição
Papa João Paulo II (Santa Sé)
Data do documento
2002-07-31
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto em inglês no sítio do Vaticano.
Afirmações que sustenta
  • Em 31 de julho de 2002, na Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, o Papa proclamou a santidade de Juan Diego Cuauhtlatoatzin, primeiro santo indígena do continente americano.
  • A Basílica é descrita como o coração mariano do México e da América.
  • O Papa cita o episcopado mexicano: o acontecimento guadalupano foi o início de uma evangelização de vitalidade que superou toda expectativa e modelo de evangelização perfeitamente inculturada.
  • O Papa se refere ao rosto mestiço de Nossa Senhora de Guadalupe e à «Virgem Morena» do Tepeyac.

Exortação apostólica pós-sinodal Ecclesia in America (22 de janeiro de 1999)

Instituição
Papa João Paulo II (Santa Sé)
Data do documento
1999-01-22
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto em inglês no sítio do Vaticano.
Afirmações que sustenta
  • A aparição de Maria ao indígena Juan Diego, no Tepeyac, em 1531, teve efeito decisivo na evangelização e sua influência ultrapassa o México.
  • Na América inteira a Virgem de Guadalupe é venerada como Rainha de toda a América; na oração composta para o Sínodo para a América é invocada como «Padroeira de toda a América e Estrela da primeira e da nova evangelização».
  • O Papa acolhe com alegria a proposta dos Padres sinodais de que a festa de Nossa Senhora de Guadalupe, Mãe e Evangelizadora da América, seja celebrada em todo o continente em 12 de dezembro.

Carta do Papa Bento XVI aos católicos da China (27 de maio de 2007)

Instituição
Papa Bento XVI (Santa Sé)
Data do documento
2007-05-27
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto em inglês no sítio do Vaticano.
Afirmações que sustenta
  • §19: a data de 24 de maio poderia tornar-se ocasião de união em oração dos católicos do mundo todo com a Igreja na China; é a memória litúrgica de Nossa Senhora Auxiliadora, venerada com grande devoção no Santuário mariano de Sheshan, em Xangai.
  • A carta não menciona Donglü.

Homilia de João Paulo II no Santuário de Knock (30 de setembro de 1979)

Instituição
Papa João Paulo II (Santa Sé)
Data do documento
1979-09-30
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto em inglês no sítio do Vaticano.
Afirmações que sustenta
  • O papa chama o santuário de Knock de meta de sua viagem à Irlanda e diz que desde que soube do centenário do santuário, celebrado naquele ano, sentiu forte desejo de ir.
  • O papa ouve a Mãe de Cristo repetir em Knock as palavras de Caná: «Do whatever he tells you».
  • O papa oferece ao santuário de Knock uma Rosa de ouro como testemunho de gratidão a Maria.
  • O papa anuncia que a nova igreja será chamada «Basilica of Our Lady, Queen of Ireland».

Homilia de João Paulo II em Jasna Góra (4 de junho de 1979)

Instituição
Papa João Paulo II (Santa Sé)
Data do documento
1979-06-04
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto em inglês no sítio do Vaticano.
Afirmações que sustenta
  • O papa diz que Maria está «specially present here».
  • «Jasna Gora has shown itself an inward bond in Polish life».
  • O papa renova o ato de consagração pronunciado em Jasna Góra em 3 de maio de 1966, por ocasião do Milênio da Polônia.

Catecismo e Compêndio

Catecismo da Igreja Católica, §§ 50-141 (Revelação e Escritura)

Instituição
Santa Sé, Libreria Editrice Vaticana
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Versão em português no sítio do Vaticano.
Afirmações que sustenta
  • § 67: as revelações privadas, mesmo reconhecidas pela Igreja, não pertencem ao depósito da fé; seu papel não é aperfeiçoar ou completar a Revelação de Cristo, mas ajudar a vivê-la mais plenamente em determinada época.

Catecismo da Igreja Católica, §§ 422-682 (Cristo; Maria)

Instituição
Santa Sé, Libreria Editrice Vaticana
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Versão em português (Portugal) no sítio do Vaticano.
Afirmações que sustenta
  • §§ 490-492: a Virgem Maria foi preservada imune de toda a mancha do pecado original desde o primeiro instante da conceição, por graça singular de Deus e em previsão dos méritos de Cristo.
  • § 495: a Igreja confessa que Maria é verdadeiramente Mãe de Deus (Theotokos).
  • § 499: a Igreja confessa a virgindade real e perpétua de Maria, mesmo no parto.
  • §§ 500-501: a Igreja entendeu sempre que as passagens sobre os 'irmãos de Jesus' não designam outros filhos de Maria.
  • Concílio de Éfeso (431) proclamou Maria 'Mãe de Deus'.

Catecismo da Igreja Católica, §§ 683-1065 (Espírito Santo, Igreja; Maria)

Instituição
Santa Sé, Libreria Editrice Vaticana
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Versão em português (Portugal) no sítio do Vaticano.
Afirmações que sustenta
  • § 966: a Virgem Imaculada, terminado o curso da vida terrena, foi elevada ao céu em corpo e alma; a Assunção é singular participação na ressurreição do Filho.
  • § 969: a maternidade de Maria na economia da graça perdura; ela é invocada com títulos como advogada, auxiliadora, socorro e medianeira.
  • § 970: a função maternal de Maria não ofusca nem diminui a mediação única de Cristo.
  • § 971: o culto à Virgem, embora singular, difere essencialmente do culto de adoração prestado ao Verbo Encarnado, ao Pai e ao Espírito Santo.

Compêndio do Catecismo da Igreja Católica - Apêndice: Orações comuns

Instituição
Santa Sé, Libreria Editrice Vaticana
Data do documento
2005
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Versão em português (Portugal). O Apêndice traz Sinal da Cruz, Glória ao Pai, Avé Maria, Angelus, Salve Rainha, Magnificat, Sob a Tua Protecção, entre outras.
Afirmações que sustenta
  • Texto em português das orações Avé Maria, Glória ao Pai, Sinal da Cruz, Angelus, Salve Rainha, Magnificat e Sob a Tua Protecção, tal como publicado no Apêndice.

Sagrada Escritura

Sagrada Escritura - passagens marianas (Lc 1-2; Mt 1-2; Jo 2; Jo 19; At 1)

Instituição
Sagrada Escritura (citações em português tomadas do sítio do Vaticano)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Os trechos entre aspas vêm das páginas de mistérios do Rosário no Vaticano. As demais referências bíblicas são apenas indicadas por capítulo e versículo e precisam de conferência na edição adotada (ver Metodologia).
Afirmações que sustenta
  • Lc 1,26-27; Lc 1,39-42; Lc 2,1-7; Jo 2,1-5; Lc 1,48-49 (citações literais).
  • As demais passagens são referidas, sem citação literal, a partir do texto bíblico.

Evangelho segundo Lucas (Nova Vulgata)

Instituição
Santa Sé, Libreria Editrice Vaticana
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto oficial da Nova Vulgata (latim) no sítio do Vaticano; as paráfrases em português são do projeto e as passagens citadas literalmente em português vêm das páginas do Rosário no Vaticano. Conferir na edição bíblica adotada.
Afirmações que sustenta
  • Lc 1,5: nos dias de Herodes, rei da Judeia, havia o sacerdote Zacarias e sua mulher Isabel.
  • Lc 1,26-38: o anjo Gabriel é enviado por Deus a Nazaré, na Galileia, a uma virgem desposada com José, da casa de Davi, de nome Maria; a saudação, o anúncio de um filho chamado Jesus, a pergunta de Maria, a ação do Espírito Santo, Isabel como parenta e a resposta «Eis a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra».
  • Lc 1,39-56: Maria vai depressa à região montanhosa, a uma cidade de Judá, entra na casa de Zacarias e saúda Isabel; a saudação de Isabel; o Magnificat; Maria permanece cerca de três meses e volta para casa.
  • Lc 2,1-7: edito de César Augusto, recenseamento sob Quirino; José sobe de Nazaré a Belém, cidade de Davi; Maria dá à luz o primogênito, envolve-o em faixas e o deita numa manjedoura porque não havia lugar na hospedaria.
  • Lc 2,8-20: pastores e anjos; Maria conservava todas essas palavras, meditando-as no coração (2,19).
  • Lc 2,21-24: circuncisão, dias da purificação, apresentação no Templo e oferta de um par de rolas ou dois pombinhos.
  • Lc 2,25-39: Simeão, a profecia da espada que atravessará a alma de Maria, a profetisa Ana (filha de Fanuel, da tribo de Aser) e o retorno a Nazaré.
  • Lc 2,41-52: a peregrinação anual a Jerusalém na Páscoa; Jesus aos doze anos permanece no Templo e é encontrado depois de três dias; volta a Nazaré e lhes era submisso; a mãe conservava todas essas palavras no coração.
  • Lc 3,1-2: o ano décimo quinto de Tibério, Pôncio Pilatos governador da Judeia e Herodes tetrarca da Galileia.
  • Lc 4,16: Jesus vai a Nazaré, onde fora criado, e entra na sinagoga no sábado.
  • Lc 8,19-21 e 11,27-28: a mãe e os irmãos de Jesus não conseguem chegar até ele por causa da multidão; «bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam».

Evangelho segundo Mateus (Nova Vulgata)

Instituição
Santa Sé, Libreria Editrice Vaticana
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto oficial da Nova Vulgata (latim) no sítio do Vaticano; as paráfrases em português são do projeto e as passagens citadas literalmente em português vêm das páginas do Rosário no Vaticano. Conferir na edição bíblica adotada.
Afirmações que sustenta
  • Mt 1,18-25: Maria, desposada com José, é encontrada grávida pelo Espírito Santo; José, justo, quer deixá-la em segredo; o anjo lhe aparece em sonho; José acolhe Maria como esposa e dá o nome Jesus ao filho.
  • Mt 2,1-12: magos do Oriente chegam a Jerusalém nos dias de Herodes; entrando na casa (domum), viram o menino com Maria, sua mãe; o texto não informa quantos eram.
  • Mt 2,13-23: a fuga para o Egito por aviso em sonho a José, o massacre ordenado por Herodes, o retorno e a ida para Nazaré.
  • Mt 12,46-50: a mãe e os irmãos de Jesus estão do lado de fora.
  • Mt 13,53-58: em sua terra, perguntam «não é este o filho do carpinteiro (fabri filius)? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas?».
  • Mt 27,55-56: mulheres que observavam de longe, entre elas Maria Madalena e Maria, mãe de Tiago e José.

Evangelho segundo Marcos (Nova Vulgata)

Instituição
Santa Sé, Libreria Editrice Vaticana
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto oficial da Nova Vulgata (latim) no sítio do Vaticano; as paráfrases em português são do projeto e as passagens citadas literalmente em português vêm das páginas do Rosário no Vaticano. Conferir na edição bíblica adotada.
Afirmações que sustenta
  • Mc 3,20-21 e 3,31-35: os seus saem para detê-lo; chegam sua mãe e seus irmãos e o chamam de fora; «quem fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe».
  • Mc 6,1-4: em Nazaré, perguntam «não é este o carpinteiro (faber), o filho de Maria?».
  • Mc 15,40: mulheres que olhavam de longe, entre elas Maria Madalena, Maria de Tiago, o Menor, e de José, e Salomé.

Evangelho segundo João (Nova Vulgata)

Instituição
Santa Sé, Libreria Editrice Vaticana
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto oficial da Nova Vulgata (latim) no sítio do Vaticano; as paráfrases em português são do projeto e as passagens citadas literalmente em português vêm das páginas do Rosário no Vaticano. Conferir na edição bíblica adotada.
Afirmações que sustenta
  • Jo 2,1-12: as bodas de Caná da Galileia; a mãe de Jesus estava lá; «Não têm vinho»; «Fazei o que ele vos disser»; o primeiro dos sinais; depois, Jesus desce a Cafarnaum com sua mãe, irmãos e discípulos.
  • Jo 19,25-27: junto à cruz estavam a mãe de Jesus, a irmã dela, Maria de Cléofas, e Maria Madalena; Jesus entrega a mãe ao discípulo que amava e o discípulo a leva para sua casa.
  • Jo 19,38-40: José de Arimateia e Nicodemos retiram o corpo de Jesus e o envolvem em faixas com aromas; o texto não menciona Maria nesse momento.
  • Jo 20 e 21: os relatos da ressurreição não mencionam a mãe de Jesus (a palavra «mãe» não aparece nesses capítulos).

Atos dos Apóstolos (Nova Vulgata)

Instituição
Santa Sé, Libreria Editrice Vaticana
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto oficial da Nova Vulgata (latim) no sítio do Vaticano; as paráfrases em português são do projeto e as passagens citadas literalmente em português vêm das páginas do Rosário no Vaticano. Conferir na edição bíblica adotada.
Afirmações que sustenta
  • At 1,12-14: os apóstolos voltam do monte das Oliveiras a Jerusalém e sobem ao cenáculo; todos perseveravam unânimes na oração com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele.
  • At 2,1-4: no dia de Pentecostes «todos» estavam reunidos no mesmo lugar e foram cheios do Espírito Santo; o texto desse trecho não nomeia Maria.

Primeiro Livro de Samuel (Nova Vulgata)

Instituição
Santa Sé, Libreria Editrice Vaticana
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto oficial da Nova Vulgata (latim) no sítio do Vaticano; paráfrases em português do projeto.
Afirmações que sustenta
  • 1Sm 2,1-10: cântico de Ana, mãe de Samuel: «exultou meu coração no Senhor»; os famintos já não passam fome; a estéril deu à luz muitos; o Senhor humilha e exalta, levanta do pó o pobre.

Evangelho segundo Lucas, capítulo 1; especialmente 1,26-56. Texto bíblico antigo, resumido em redação própria; consulta complementar à KJV, de domínio público nos EUA.

Instituição
biblegateway.com
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência B01 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 033. Lucas 1,26-38 situa a Anunciação em Nazaré, na Galileia.
  • 034. Nesse episódio, o mensageiro é explicitamente identificado como o anjo Gabriel.
  • 035. Maria é apresentada como virgem desposada com José.
  • 036. José é relacionado à casa de Davi.
  • 037. A saudação do anjo provoca em Maria uma reação de perturbação.
  • 038. Ela procura compreender o significado da mensagem recebida.
  • 039. Gabriel anuncia que Maria conceberá um filho chamado Jesus.
  • 040. O menino é apresentado como Filho do Altíssimo.
  • 041. A mensagem associa sua missão ao reinado de Davi.
  • 042. Maria pergunta como acontecerá a concepção anunciada.
  • 043. A resposta atribui o acontecimento à ação do Espírito Santo.
  • 044. O anjo menciona também a gravidez de Isabel, parente de Maria.
  • 045. Maria manifesta disponibilidade para cumprir a vontade de Deus.
  • 046. Seu consentimento é frequentemente chamado de fiat na tradição cristã.
  • 047. O relato não fornece a idade exata de Maria nessa ocasião.
  • 048. A interpretação católica destaca a liberdade de sua resposta de fé.

Evangelho segundo Mateus, capítulo 1, especialmente 1,16-25. Consulta do texto na USCCB.

Instituição
bible.usccb.org
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência B02 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 065. Mateus 1 apresenta a origem de Jesus em relação à história de Israel.
  • 066. A genealogia termina em José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus.
  • 067. O relato distingue a maternidade de Maria da paternidade de José.
  • 068. Antes da vida em comum, Maria aparece grávida por ação do Espírito Santo.
  • 069. José é descrito como justo diante da situação que enfrenta.
  • 070. Ele considera afastar-se sem expor Maria publicamente.
  • 071. Um anjo do Senhor lhe aparece em sonho.
  • 072. Mateus não identifica esse anjo pelo nome de Gabriel.
  • 073. A mensagem orienta José a receber Maria como esposa.
  • 074. O anjo relaciona a concepção à ação do Espírito Santo.
  • 075. José recebe a missão de dar ao menino o nome Jesus.
  • 076. O texto explica esse nome em relação à salvação dos pecados.
  • 077. Mateus associa o acontecimento à profecia de Emanuel.
  • 078. Emanuel é interpretado no próprio Evangelho como Deus conosco.
  • 079. José age conforme a orientação recebida no sonho.
  • 080. O anúncio a José e a Anunciação a Maria são episódios distintos.

Evangelho segundo Lucas, capítulo 2. Texto bíblico antigo, resumido em redação própria; consulta complementar à KJV, de domínio público nos EUA.

Instituição
biblegateway.com
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Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência B03 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 081. Lucas 2 relaciona a viagem a Belém a um recenseamento.
  • 082. José parte de Nazaré e segue para a cidade de Davi.
  • 083. Maria o acompanha enquanto espera o nascimento do filho.
  • 084. O relato situa o nascimento durante essa permanência em Belém.
  • 085. Maria envolve o recém-nascido em faixas.
  • 086. Depois o deita numa manjedoura.
  • 087. Lucas explica a manjedoura pela falta de lugar no alojamento.
  • 088. O texto não descreve detalhadamente a arquitetura do local.
  • 089. Pastores da região recebem o anúncio do nascimento.
  • 090. Uma manifestação angélica associa o acontecimento à alegria e à paz.
  • 091. Os pastores encontram Maria, José e o menino.
  • 092. Eles comunicam o anúncio que haviam recebido.
  • 093. Maria conserva os acontecimentos e os considera interiormente.
  • 094. Essa atitude de memória e meditação reaparece na narrativa de Lucas.
  • 095. O Evangelho não informa o dia e o mês históricos do nascimento.
  • 096. O presépio cristão reúne o episódio com elementos de tradições artísticas posteriores.

Evangelho segundo Mateus, capítulo 2. Consulta do texto na USCCB.

Instituição
bible.usccb.org
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Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência B04 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 113. Mateus 2 narra a chegada de magos vindos do Oriente.
  • 114. O Evangelho não informa seus nomes nem estabelece que eram três.
  • 115. A tradição posterior relacionou seu número aos três tipos de presentes.
  • 116. Os magos procuram aquele que reconhecem como rei dos judeus.
  • 117. Herodes recebe a notícia como ameaça ao próprio poder.
  • 118. O relato conduz os visitantes até o menino com Maria, sua mãe.
  • 119. Os presentes mencionados são ouro, incenso e mirra.
  • 120. Advertidos em sonho, os magos não retornam a Herodes.
  • 121. José recebe outra orientação angélica em sonho.
  • 122. Ele deve levar o menino e sua mãe para o Egito.
  • 123. A fuga protege Jesus da violência de Herodes.
  • 124. Mateus apresenta José partindo durante a noite com a família.
  • 125. Após a morte de Herodes, uma nova mensagem orienta o retorno.
  • 126. O medo de Arquelau influencia o destino escolhido.
  • 127. A família se estabelece em Nazaré, na Galileia.
  • 128. Mateus não oferece um itinerário detalhado das etapas percorridas no Egito.

Evangelho segundo João, capítulo 2, especialmente 2,1-12. USCCB.

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bible.usccb.org
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5 de outubro de 2026
Observação
Referência B05 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 145. João 2 situa Maria numa festa de casamento em Caná da Galileia.
  • 146. Jesus e seus discípulos também participam da celebração.
  • 147. Durante a festa, o vinho acaba.
  • 148. Maria comunica a necessidade a Jesus.
  • 149. A resposta de Jesus introduz o tema de sua hora.
  • 150. Maria orienta os serventes a cumprir o que Jesus lhes disser.
  • 151. O relato menciona seis talhas de pedra destinadas à purificação judaica.
  • 152. Jesus manda enchê-las de água.
  • 153. Em seguida, orienta que uma porção seja levada ao responsável pela festa.
  • 154. O responsável prova a água transformada em vinho.
  • 155. Ele elogia o vinho apresentado naquele momento.
  • 156. João descreve o acontecimento como o início dos sinais de Jesus.
  • 157. O sinal manifesta sua glória e fortalece a fé dos discípulos.
  • 158. A ação extraordinária é atribuída a Jesus, não a um poder independente de Maria.
  • 159. Depois, Jesus segue para Cafarnaum com sua mãe e outros acompanhantes.
  • 160. Caná tornou-se uma referência central da reflexão católica sobre a intercessão mariana.

Evangelho segundo João, capítulo 19, especialmente 19,25-27. USCCB.

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bible.usccb.org
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5 de outubro de 2026
Observação
Referência B06 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 161. João 19 menciona a mãe de Jesus junto à cruz.
  • 162. O texto também apresenta outras mulheres nesse momento.
  • 163. Maria Madalena é uma delas, distinta da mãe de Jesus.
  • 164. O discípulo amado aparece próximo a Maria.
  • 165. Jesus se dirige à mãe e ao discípulo.
  • 166. Suas palavras estabelecem entre eles uma relação de acolhimento familiar.
  • 167. O Evangelho afirma que o discípulo a recebe consigo.
  • 168. A tradição identifica esse discípulo com João.
  • 169. O trecho, porém, o designa pela expressão discípulo amado.
  • 170. A Igreja lê a cena também em seu significado espiritual e eclesial.
  • 171. O Vaticano II associa Maria à paixão do Filho em fé e compaixão.
  • 172. Sua presença não elimina a singularidade da redenção realizada por Cristo.
  • 173. A cena bíblica é uma das raízes da devoção a Nossa Senhora das Dores.
  • 174. A Pietà representa artisticamente Maria acolhendo o corpo de Jesus morto.
  • 175. João 19 não descreve diretamente essa composição visual específica.
  • 176. Arte sacra, meditação e relato evangélico podem dialogar sem serem confundidos.

Atos dos Apóstolos, capítulo 1, especialmente 1,12-14. USCCB.

Instituição
bible.usccb.org
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5 de outubro de 2026
Observação
Referência B07 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 177. Os Evangelhos narram diversas aparições de Jesus ressuscitado.
  • 178. Não narram explicitamente um encontro do Ressuscitado com sua mãe.
  • 179. Essa ausência textual não demonstra que tal encontro tenha sido impossível.
  • 180. João Paulo II examinou essa questão numa catequese de 21 de maio de 1997.
  • 181. Ele apresentou uma reflexão teológica sobre a participação de Maria na alegria pascal.
  • 182. Essa reflexão não acrescenta um novo episódio ao texto dos Evangelhos.
  • 183. Atos 1,14 menciona Maria com a comunidade reunida em oração.
  • 184. Ela aparece junto aos apóstolos, algumas mulheres e os irmãos de Jesus.
  • 185. O contexto é a espera pelo Espírito Santo após a Ascensão.
  • 186. A tradição cristã contempla Maria vinculada ao nascimento missionário da Igreja.
  • 187. Atos não oferece uma biografia de seus anos posteriores.
  • 188. O Novo Testamento não informa sua idade ao terminar a vida terrestre.
  • 189. Também não determina uma data para esse acontecimento.
  • 190. A fé católica professa sua Assunção em corpo e alma à glória celeste.
  • 191. A definição da Assunção foi promulgada por Pio XII em 1950.
  • 192. Esse dogma não fornece um roteiro geográfico detalhado dos últimos anos de Maria.

Apocalipse, capítulo 12, texto e notas explicativas. USCCB.

Instituição
bible.usccb.org
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência B08 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 481. A arte mariana interpreta a fé mediante formas, cores, gestos e materiais.
  • 482. Uma pintura de Maria não é automaticamente um retrato histórico de sua aparência.
  • 483. O azul é frequente em mantos marianos da pintura europeia.
  • 484. Em determinadas obras, os pintores utilizaram ultramarino produzido a partir de lápis-lazúli.
  • 485. A National Gallery identifica esse pigmento no manto de uma Virgem de Giovanni Bellini.
  • 486. Em outra obra, de Ghirlandaio, o museu identifica azurita no manto.
  • 487. A mesma análise registra alterações na aparência desse pigmento ao longo do tempo.
  • 488. Portanto, nem todo azul mariano corresponde à mesma substância ou conservação.
  • 489. Apocalipse 12 apresenta uma mulher vestida de sol.
  • 490. A figura possui a lua sob os pés e uma coroa de doze estrelas.
  • 491. A leitura cristã relaciona essa imagem ao povo de Deus e também a Maria.
  • 492. Seu simbolismo não funciona como descrição fotográfica de uma roupa histórica.
  • 493. Um manto estrelado pode evocar essa tradição iconográfica de maneira artística.
  • 494. Não demonstra, por si, uma correspondência astronômica com um acontecimento particular.
  • 495. O Catecismo explica que a honra prestada à imagem se dirige à pessoa representada.
  • 496. A veneração de imagens não atribui divindade à madeira, à tinta ou ao tecido.

Textos apócrifos (fora do cânon bíblico)

Protoevangelho de Tiago (tradução em inglês)

Instituição
New Advent (transcrição de tradução de domínio público)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto apócrifo, não pertence ao cânon bíblico. Segundo a Enciclopédia Católica de 1907, sua forma mais antiga remonta a cerca do ano 150. Consultado em tradução inglesa em site de terceiros; conferir com edição crítica.
Afirmações que sustenta
  • §1-3: Joaquim, homem rico, tem a oferta recusada por Rubim por não ter deixado descendência em Israel; retira-se ao deserto e jejua quarenta dias e quarenta noites; Ana lamenta-se no jardim, sob um loureiro, junto a um ninho de pardais.
  • §4: «um anjo do Senhor» (sem nome) diz a Ana que ela conceberá e que sua descendência será lembrada no mundo todo; dois anjos anunciam que Joaquim vem com seus rebanhos; «um anjo do Senhor» desceu a Joaquim dizendo que sua oração foi ouvida; Ana espera à porta («stood by the gate») e abraça Joaquim.
  • §5-7: nascimento de uma menina, chamada Maria; aos três anos é levada ao Templo, onde o sacerdote a coloca no terceiro degrau do altar; Maria dança e todo o povo a ama.
  • §8-10: aos doze anos os sacerdotes consultam sobre ela; as varas dos viúvos; sai uma pomba da vara de José; José objeta que tem filhos e é idoso; Maria fia a púrpura e o escarlate para o véu do Templo.
  • §11-12: voz que a saúda («Ave, tu que recebeste a graça») junto ao cântaro; o anjo; Maria vai a Isabel; o texto menciona o «arcanjo Gabriel» ao falar da Visitação; afirma que Maria tinha dezesseis anos nesses mistérios.
  • §13-16: José encontra Maria grávida; anjo em sonho; o escriba Anás denuncia; interrogatório de Maria e José pelo sacerdote.
  • §17-21: viagem a Belém e nascimento numa gruta; parteira e Salomé; magos e estrela; Herodes.
  • O texto não identifica o anjo anunciador a Joaquim e a Ana como Gabriel.

Evangelho do Pseudo-Mateus (tradução em inglês)

Instituição
New Advent (transcrição de tradução de domínio público)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto apócrifo latino, apresentado como escrito por Mateus e traduzido por Jerônimo, atribuição que os estudiosos não aceitam. Consultado em tradução inglesa em site de terceiros; conferir com edição crítica.
Afirmações que sustenta
  • Cap. 3: um jovem aparece a Joaquim nas montanhas e diz «eu sou um anjo do Senhor» (sem nome), anunciando que Ana concebeu uma filha; depois, em sonho, o anjo diz «sou o anjo designado por Deus como teu guardião»; o anjo do Senhor aparece a Ana e manda-a ao portão «chamado Dourado» para encontrar o marido, e ela espera longamente no portão.
  • Cap. 4: nascimento da filha, chamada Maria; aos três anos é levada ao Templo, onde sobe quinze degraus sem olhar para trás.
  • Cap. 8-9: Maria confiada a José com outras cinco virgens (Rebeca, Séfora, Susana, Abigeia e Cael).
  • Cap. 20-21: episódio da palmeira na fuga para o Egito, não narrado em Mateus.
  • O texto não identifica o anjo anunciador a Joaquim e a Ana como Gabriel.

Decretos e comunicações diocesanas

Carta Pastoral 'A Providência Divina' sobre o culto de Nossa Senhora de Fátima

Instituição
Dom José Alves Correia da Silva, Bispo de Leiria
Data do documento
1930-10-13
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
ATENÇÃO: tradução em inglês hospedada em site de terceiros. O original é do Santuário/Diocese de Leiria-Fátima (Voz da Fátima de 13/10/1930 e Documentação Crítica de Fátima, fatima.pt). Conferir o texto no original em português antes de qualquer citação literal.
Afirmações que sustenta
  • Decisão do Bispo de Leiria, em 13 de outubro de 1930: declarar dignas de crédito as visões das crianças na Cova da Iria, paróquia de Fátima, e permitir oficialmente o culto de Nossa Senhora de Fátima.
  • O bispo nomeou, por ordem de 6 de maio de 1922, uma comissão de sacerdotes para recolher depoimentos.
  • A carta fala de seis aparições, uma no dia 13 de cada mês, exceto em agosto, a partir de 13 de maio de 1917, a três crianças (Lúcia, 10 anos; Francisco, 9; Jacinta, 7).
  • Descreve o fenômeno solar de 13 de outubro de 1917 como algo maravilhoso, noticiado pela imprensa da época.

Decree on the Authenticity of the Apparitions of 1859 at the Shrine of Our Lady of Good Help (8 de dezembro de 2010)

Instituição
Diocese de Green Bay (texto reproduzido por CatholicCulture.org)
Data do documento
2010-12-08
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto em inglês, reproduzido por um site católico de documentação, que indica a Diocese de Green Bay como origem. O arquivo original da diocese não foi aberto nesta edição.
Afirmações que sustenta
  • Decreto assinado por Dom David L. Ricken, bispo de Green Bay, em 8 de dezembro de 2010.
  • Texto: «that the events, apparitions and locutions given to Adele Brise in October of 1859 do exhibit the substance of supernatural character, and I do hereby approve these apparitions as worthy of belief (although not obligatory) by the Christian faithful.»
  • O bispo encoraja os peregrinos a visitar o lugar como «a place of solace and answered prayer»; a crença permanece opcional.

Declaração do bispo de Gikongoro sobre as aparições de Kibeho (29 de junho de 2001)

Instituição
Diocese de Gikongoro, Ruanda (texto em inglês publicado no L'Osservatore Romano, edição semanal em inglês, 11 de julho de 2001, p. 8; reproduzido por Miracle Hunter)
Data do documento
2001-06-29
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Tradução em inglês reproduzida por um site de documentação mariana, que cita o L'Osservatore Romano como origem. A edição impressa não foi consultada.
Afirmações que sustenta
  • Dom Augustin Misago, bispo de Gikongoro, declara em 29 de junho de 2001: «Yes, the Virgin Mary appeared at Kibeho on 28 November 1981 and in the months that followed.»
  • Reconhece como autênticas apenas as três primeiras videntes: Alphonsine Mumureke, Nathalie Mukamazimpaka e Marie Claire Mukangango.
  • As supostas aparições de Jesus relatadas em Kibeho a partir de julho de 1982 «are not taken into consideration in this Declaration»; os outros videntes teriam desenvolvido «disquieting personal situations».
  • «The message linked to this apparition is not a new revelation; it is rather a way of recalling the ordinary teaching of the Church.»
  • «The recognition of these apparitions should not be considered a requirement of faith. Therefore each Christian is free to believe or not.»

Carta pastoral de Dom de Bruillard, bispo de Grenoble, no quinto aniversário da aparição de La Salette (19 de setembro de 1851)

Instituição
Diocese de Grenoble (texto em inglês reproduzido por Miracle Hunter)
Data do documento
1851-09-19
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Tradução em inglês reproduzida por um site de documentação mariana; o original em francês não foi consultado.
Afirmações que sustenta
  • Artigo 1: «We judge that the Apparition of the Blessed Virgin to the two cowherds on the 19th of September, 1846, on a mountain of the chain of Alps, situated in the parish of LaSalette, in the archpresbytery of Corps, bears within Itself all the characteristics of truth, and that the faithful have grounds for believing it Indubitable and certain.»
  • Artigo 3: o bispo autoriza a devoção a Nossa Senhora de La Salette.
  • Artigo 5: o bispo proíbe os fiéis e o clero da diocese de falar ou escrever contra o acontecimento.

Carta pastoral de Dom John Shojiro Ito, bispo de Niigata, sobre os acontecimentos de Akita (22 de abril de 1984)

Instituição
Diocese de Niigata, Japão (texto em inglês, tomado do livro de F. M. Fukushima, «Akita: Mother of God as CoRedemptrix», 1997, e reproduzido por Miracle Hunter)
Data do documento
1984-04-22
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Tradução em inglês reproduzida de um livro devocional; o original em japonês não foi consultado. O livro citado como origem é de autor ligado à divulgação do caso.
Afirmações que sustenta
  • Dom Ito escreve: «I recognize the supernatural character of a series of mysterious events concerning the statue of the Holy Mother Mary».
  • Escreve: «I do not find in these events any elements which are contrary to Catholic faith and morals.»
  • Escreve: «I authorize, throughout the entire diocese, the veneration of the Holy Mother of Akita, while awaiting that the Holy See publishes definitive judgment».
  • O texto menciona consultas à Congregação para a Doutrina da Fé durante a investigação (1975 a 1983).

Documentação de santuários e custódias

La reconnaissance des apparitions de Lourdes

Instituição
Sanctuaires Notre-Dame de Lourdes
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página do santuário oficial, em francês. Cita o mandamento do Bispo de Tarbes; o texto integral do mandamento não foi consultado nesta sessão.
Afirmações que sustenta
  • Em 18 de janeiro de 1862, Mons. Laurence, Bispo de Tarbes, publicou o mandamento reconhecendo as aparições, apoiado numa Comissão de Inquérito constituída em 1858.
  • Declaração citada: 'Nous jugeons que l'Immaculée Marie Mère de Dieu, a réellement apparu à Bernadette Soubirous, le 11 février 1858 et jours suivants, au nombre de dix-huit fois'.
  • O mandamento autorizou o culto, segundo o santuário.

The apparitions in Lourdes

Instituição
Sanctuaires Notre-Dame de Lourdes
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página do santuário oficial, em inglês.
Afirmações que sustenta
  • As aparições ocorreram entre 11 de fevereiro e 16 de julho de 1858; Bernadette Soubirous contemplou a Mãe de Deus dezoito vezes.
  • Local: gruta de Massabielle.
  • Na última aparição (16 de julho), segundo Bernadette, a Virgem não falou e estava mais bela do que nunca.

The message of Lourdes

Instituição
Sanctuaires Notre-Dame de Lourdes
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página do santuário oficial, em inglês. Palavras atribuídas à Virgem segundo o relato de Bernadette, tal como apresentadas pelo santuário.
Afirmações que sustenta
  • Relato da 3ª aparição (18/02/1858): 'what I have to say to you does not have to be written down'.
  • Palavras relatadas: 'Penance, penance, penance. Pray for sinners'.
  • 9ª aparição: pedido de ir à fonte, beber e lavar-se.
  • 13ª aparição: pedido de vir em procissão e construir uma capela.

Miraculous healings

Instituição
Sanctuaires Notre-Dame de Lourdes
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página do santuário oficial. Em consultas diferentes, a síntese automática da página trouxe datas divergentes para o caso mais recente (Antonia Raco); por isso as datas de reconhecimento NÃO são afirmadas neste projeto até conferência humana da página.
Afirmações que sustenta
  • Segundo o santuário, 72 casos de curas inexplicadas foram reconhecidos como milagrosos pela Igreja (número lido na consulta de 2026-10-04).
  • A lista cita como primeiro caso Catherine Latapie (Loubajac) e como mais recente Antonia Raco, curada em 2009 de esclerose lateral primária (peregrinação UNITALSI).

The Miracles (Lourdes)

Instituição
Sanctuaires Notre-Dame de Lourdes
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página do santuário oficial. A seção sobre o procedimento completo (Comitê Médico Internacional e bispo) não pôde ser lida na consulta.
Afirmações que sustenta
  • O Bureau des Constatations Médicales, criado em 1883, registrou mais de 7.000 dossiês de curas.
  • Segundo o santuário, 72 casos foram reconhecidos como milagrosos.

Nazareth (Custódia da Terra Santa)

Instituição
Custodia Terrae Sanctae (Franciscanos)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página de santuário oficial dos franciscanos, que conduziram as escavações em Nazaré.
Afirmações que sustenta
  • Nazaré é mencionada pela primeira vez nos Evangelhos sinóticos; não consta da lista de cidades de Zabulon (Js 19,10-15) nem em Flávio Josefo.
  • As escavações franciscanas identificaram uma aldeia agrícola da Idade do Ferro (900-600 a.C.), com moradias simples construídas em torno de cavernas usadas para trabalho doméstico e abrigo de animais.
  • Nazaré ficava perto de Tzippori (Séforis), capital administrativa e comercial da Galileia, reconstruída entre 10 e 20 d.C.; os moradores de Nazaré contribuíram com mão de obra.
  • No período cruzado construiu-se perto de Tzippori a igreja dos Santos Joaquim e Ana, para recordar a tradição apócrifa que ali situava a casa dos pais de Maria.
  • No século VI, segundo o diário de um peregrino anônimo de Piacenza (cerca de 570), havia em Nazaré uma sinagoga e uma igreja da casa de Maria.

Bethlehem (Custódia da Terra Santa)

Instituição
Custodia Terrae Sanctae (Franciscanos)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página de santuário oficial dos franciscanos.
Afirmações que sustenta
  • O local do nascimento de Jesus é identificado em Belém, onde hoje está a Basílica da Natividade; José e Maria foram de Nazaré a Belém por causa do recenseamento romano.
  • O lugar já era de culto para os primeiros cristãos, que veneravam a gruta; após o Edito de Constantino (313) e o Concílio de Niceia (325) iniciaram-se as obras da basílica, por vontade da imperatriz Helena.
  • O monge Dionísio, ao calcular a era cristã, errou ao situar o nascimento de Jesus depois da morte de Herodes; a morte de Herodes é situada em 4 a.C., de modo que Jesus não poderia ter nascido depois disso.
  • Segundo a página, em termos de mês e dia as datas tradicionais do nascimento parecem exatas; registra também a afirmação popular de que a data de 25 de dezembro foi fixada para coincidir com a festa pagã do Sol invicto.

História de Nossa Senhora Aparecida: 1717

Instituição
Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida (A12)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página do santuário oficial. O A12 reserva direitos autorais; este projeto resume em palavras próprias e cita a fonte, sem reproduzir o texto.
Afirmações que sustenta
  • Em 1717, os pescadores João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia foram encarregados de conseguir peixe para o banquete que a Vila de Santo Antônio de Guaratinguetá ofereceria a Dom Pedro de Almeida e Portugal, Conde de Assumar, governador da província de São Paulo e Minas, em visita de 17 a 30 de outubro de 1717.
  • Após várias tentativas, tiraram do rio Paraíba uma imagem de Nossa Senhora em dois pedaços: primeiro o corpo e, rio abaixo, a cabeça; depois disso, encheram as redes de peixes.
  • Silvana da Rocha Alves, esposa de Domingos, irmã de Felipe e mãe de João, reuniu as duas partes com cera e colocou a imagem num pequeno altar; moradores passaram a se reunir aos sábados para rezar o terço e cantar a ladainha.
  • Entre 1717 e 1732 a imagem peregrinou por Ribeirão do Sá, Ponte Alta e Itaguaçu; em 1732, Felipe Pedroso a entregou ao filho Atanásio, que construiu o primeiro oratório aberto ao público.
  • Em 1740, o vigário de Guaratinguetá, Pe. José Alves Vilela, e devotos construíram uma capela; em 1743 o padre Vilela enviou ao bispo do Rio de Janeiro, Dom Frei João da Cruz, um relatório dos milagres e da devoção, e a aprovação do culto e da construção da primeira igreja ocorreu em 5 de maio de 1743.
  • A igreja foi construída no Morro dos Coqueiros em terra doada por Margarida Nunes Rangel (escritura de 6 de maio de 1744) e inaugurada em 26 de julho de 1745, festa de Santa Ana; a imagem foi levada em procissão no dia 25 e a primeira missa foi no dia 26.
  • O santuário relaciona, em seção sobre milagres, a pesca abundante, o acender das velas, a menina cega (1874), o escravo Zacarias que se libertou das correntes, um cavaleiro de Cuiabá e o menino Marcelino salvo de afogamento (1862); apresenta-os como relatos, sem indicar decreto de reconhecimento.
  • A Sala dos Milagres (ex-votos) já existia em 1745.
  • Em 1782, em Sorocaba, surgiu a primeira capela dedicada a Nossa Senhora Aparecida fora da região do achado.

História de Nossa Senhora Aparecida: 1900

Instituição
Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida (A12)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página do santuário oficial. Direitos autorais reservados; resumo em palavras próprias.
Afirmações que sustenta
  • A coroação da imagem foi proposta em 1901 e aceita pelo Papa Pio X; realizou-se em 8 de setembro de 1904, com cerca de 15 mil pessoas, 12 bispos e centenas de sacerdotes; a imagem foi coroada por Dom José de Camargo Barros, bispo de São Paulo.
  • Em 2 de março de 1906, Pio X concedeu missa e ofício próprios para Nossa Senhora Aparecida; a licença anterior, de Leão XIII, de 1895, fixava a festa no primeiro domingo de maio, sem missa e ofício próprios.
  • Em 29 de abril de 1908, Pio X concedeu o título de Basílica Menor à basílica histórica, sagrada por Dom Duarte Leopoldo e Silva em 5 de setembro de 1909.
  • Em julho de 1930, o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida padroeira do Brasil, a pedido dos bispos coordenados pelo Cardeal Sebastião Leme; a festa de proclamação foi em 31 de maio de 1931, no Rio de Janeiro, com a imagem levada de trem, a primeira vez que saía do santuário desde 1889.
  • A Assembleia da CNBB de 1953 determinou que a festa da Padroeira do Brasil fosse celebrada em 12 de outubro.
  • Até 1946 a imagem permaneceu como foi encontrada, com o pescoço quebrado; foi restaurada em 1946 e 1950; em 1978 foi quebrada em mais de 200 partes por um homem que a retirou do nicho e foi restaurada em 33 dias no MASP pela restauradora Maria Helena Chartuni; voltou ao santuário em 24 de julho de 1979.
  • Em 1967, o santuário recebeu a Rosa de Ouro do Papa Paulo VI, abençoada em 5 de março de 1967.
  • A Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980, declarou feriado nacional o 12 de outubro.
  • O santuário diz que João Paulo II consagrou a nova basílica e lhe concedeu o título de Basílica Menor em 3 de setembro de 1980 (data que diverge da homilia publicada no Vaticano, de 4 de julho de 1980).
  • A pedra fundamental do novo santuário foi lançada em 1946 e a construção efetiva começou em 11 de novembro de 1955; as atividades religiosas passaram em definitivo para a nova basílica a partir de 3 de outubro de 1982.
  • Em 3 de outubro de 1983, a CNBB declarou oficialmente a Basílica de Aparecida como Santuário Nacional.

História de Nossa Senhora Aparecida: 2000

Instituição
Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida (A12)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página do santuário oficial. Direitos autorais reservados; resumo em palavras próprias.
Afirmações que sustenta
  • A historiadora Tereza Pasin sugere que a imagem teria sido esculpida por volta de 1600, provavelmente por frei Agostinho de Jesus, discípulo de frei Agostinho da Piedade, que moldava em argila imagens da Imaculada Conceição, pequenas e destinadas a oratórios domésticos; não há informação sobre como a imagem foi parar no rio.
  • O Museu Nossa Senhora Aparecida expõe a Coleção Santa Gertrudes de Imagens Paulistas do Século XVII, com 54 obras, entre elas uma escultura de frei Agostinho de Jesus muito semelhante à imagem de Aparecida.
  • Bento XVI visitou Aparecida em 2007 (V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e Caribenho) e ofereceu a segunda Rosa de Ouro; o Papa Francisco visitou o santuário em julho de 2013 e em 2017 o santuário celebrou os 300 anos do encontro da imagem.

História de Knock (site do santuário)

Instituição
Knock Shrine (Arquidiocese de Tuam, Irlanda)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página do santuário oficial, em inglês. Direitos reservados; resumo em palavras próprias.
Afirmações que sustenta
  • Na noite de 21 de agosto de 1879, na parede lateral da igreja paroquial, teria aparecido Nossa Senhora, com São José e São João Evangelista, e o Cordeiro eucarístico diante de uma cruz sobre um altar, rodeado de anjos; a aparição durou cerca de duas horas.
  • Em 8 de outubro de 1879, o arcebispo John MacHale, de Tuam, instituiu uma comissão eclesiástica de inquérito; 15 testemunhas depuseram; a comissão apresentou um relatório positivo dizendo que o «testimony of all, taken as a whole, was trustworthy and satisfactory».
  • O arcebispo, ao receber o relatório, não fez declaração pública na época; em 1880, ao receber a primeira peregrinação organizada, disse que era uma grande bênção para o povo pobre do Oeste que a Virgem Maria tivesse aparecido entre eles.
  • Foi instituída uma segunda comissão pelo arcebispo Gilmartin, de Tuam, para examinar as duas testemunhas ainda vivas na Irlanda.
  • Em 1979, ano do centenário, João Paulo II visitou Knock em 30 de setembro, presidiu Missa ao ar livre, ofereceu uma Rosa de Ouro ao santuário e elevou a igreja de Nossa Senhora, Rainha da Irlanda, à condição de basílica.
  • Em agosto de 2018 o papa Francisco visitou o santuário durante o Encontro Mundial das Famílias, rezou em silêncio na capela da Aparição e conduziu o Angelus.
  • Em 19 de março de 2021, o papa Francisco, por meio do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, reconheceu Knock oficialmente como Santuário Internacional Eucarístico e Mariano, com mensagem por videoconferência.

As comissões de inquérito (site do santuário de Knock)

Instituição
Knock Shrine (Arquidiocese de Tuam, Irlanda)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página do santuário oficial, em inglês. Direitos reservados; resumo em palavras próprias.
Afirmações que sustenta
  • Duas comissões de inquérito examinaram as testemunhas: a primeira em 1879-1880 e a segunda em 1935-1936; sua finalidade era estabelecer os detalhes da aparição e julgar a confiabilidade das testemunhas.
  • A primeira comissão tinha três investigadores do clero, examinou 15 testemunhas e concluiu que «the testimonies of all, taken as a whole, is trustworthy and satisfactory».
  • Em 1935, o arcebispo Gilmartin, de Tuam, convocou a segunda comissão, que examinou também as curas atribuídas a Nossa Senhora de Knock no santuário; foram 15 sessões, sob juramento, entre 24 de agosto de 1935 e 14 de abril de 1936; no relatório final os juízes novamente consideraram as testemunhas «upright» e seus testemunhos «satisfactory».

Miraculous healings (lista oficial do Santuário de Lourdes, em inglês)

Instituição
Sanctuaires Notre-Dame de Lourdes
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página oficial do santuário. A página lida trazia 70 casos; a lista dá nome, procedência e data de reconhecimento de cada um. Não informa, no texto lido, a data da cura, a doença nem o bispo que decidiu. Casos posteriores (2024 e 2025) podem não constar da versão lida.
Afirmações que sustenta
  • «70 cases of unexplained cures have been recognised as miraculous by the Church at this time».
  • Cada caso é listado com nome, localidade e país de origem e data de reconhecimento (por exemplo, Catherine Latapie, de Loubajac, França, reconhecida em 18 de janeiro de 1862; Sister Bernadette Moriau, de Beauvais, França, reconhecida em 11 de fevereiro de 2018).
  • A lista inclui 55 casos da França, 8 da Itália, 3 da Bélgica e 1 de cada um destes: Argélia, Alemanha, Áustria e Suíça.

Santa Catarina Labouré e a Medalha Milagrosa (Filhas da Caridade, EUA)

Instituição
Daughters of Charity (Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página da congregação a que Catarina Labouré pertenceu, em inglês. A página não traz a data de 18 de julho de 1830, nem as datas de beatificação e canonização.
Afirmações que sustenta
  • A segunda aparição relatada por Catarina Labouré foi em 27 de novembro de 1830.
  • Inscrição da medalha, no anverso: «O Mary conceived without sin, pray for us who have recourse to Thee»; no reverso, a letra M encimada por uma cruz, com os Sagrados Corações.
  • A fala atribuída a Maria: «Have a medal struck upon this model. All those who wear it, when it is blessed, will receive great graces».
  • As primeiras 2.000 medalhas ficaram prontas em 30 de junho de 1832, depois da permissão do arcebispo de Paris, Hyacinthe de Quélen.
  • A página fala da canonização de Catarina por Pio XII, sem dar datas.

Salus Populi Romani (site da Basílica Papal de Santa Maria Maior)

Instituição
Basílica Papal de Santa Maria Maior
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página oficial, em italiano. A página não menciona a doação de Sisto III nem uma datação do ícone.
Afirmações que sustenta
  • A tradição atribui a imagem a São Lucas, evangelista e patrono dos pintores.
  • A tábua de cedro (117 × 79 cm) mostra a Virgem em pé, em meia figura, com o Menino.
  • O ícone está na Capela Paulina, construída pelo papa Paulo V (1605-1621).

What is the National Shrine? (site do santuário)

Instituição
Basilica of the National Shrine of the Immaculate Conception
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página oficial, em inglês. Não traz as datas de 1913 e de 1920, que aparecem em outras páginas do mesmo site e não foram lidas.
Afirmações que sustenta
  • O santuário é dedicado a Nossa Senhora da Imaculada Conceição.
  • A dedicação foi em 1959.
  • A USCCB o designou santuário nacional e «Sanctuary of Prayer and Pilgrimage».
  • João Paulo II o elevou a basílica menor em outubro de 1990, reconhecendo sua «historical importance» e sua «significance as a center of worship and devotion».

Legislação civil (não eclesial)

Notícias oficiais (apoio)

Celebração da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja (Vatican News)

Instituição
Vatican News (Dicastério para a Comunicação)
Data do documento
2018-03
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Notícia oficial de apoio. O texto original do decreto (Congregação para o Culto Divino, 11 de fevereiro de 2018) não foi localizado em português no sítio do Vaticano nesta consulta.
Afirmações que sustenta
  • Em 11 de fevereiro de 2018, a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos apresentou o Decreto sobre a celebração da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja.
  • O Papa Francisco estabeleceu que essa memória seja inscrita no Calendário Romano na segunda-feira depois de Pentecostes e celebrada todos os anos.

Maria, Mãe da Igreja (Vatican News, 2020)

Instituição
Vatican News (Dicastério para a Comunicação)
Data do documento
2020-06
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Notícia oficial de apoio. O discurso original de Paulo VI (21 de novembro de 1964) não foi localizado no sítio do Vaticano nesta consulta.
Afirmações que sustenta
  • O Papa Paulo VI, ao final da terceira sessão do Concílio Vaticano II, em 21 de novembro de 1964, declarou a Bem-Aventurada Virgem «Mãe da Igreja, isto é, de todo o povo cristão, tanto dos fiéis como dos pastores que a chamam de Mãe amantíssima».

Senhora Aparecida, 90 anos de padroeira (Vatican News)

Instituição
Vatican News (Dicastério para a Comunicação)
Data do documento
2021-05
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Notícia oficial de apoio, com o testemunho do arcebispo do Rio de Janeiro. O texto original do decreto de 1930 (Acta Apostolicae Sedis) não foi localizado.
Afirmações que sustenta
  • Em 16 de julho de 1930, o Papa Pio XI assinou o decreto pontifício que declarou e proclamou Nossa Senhora da Conceição Aparecida padroeira da nação brasileira, a pedido dos arcebispos e bispos brasileiros, coordenados pelo Cardeal Sebastião Leme.
  • Texto do decreto, como citado: «Por motu proprio e por conhecimento certo e madura reflexão Nossa, na plenitude do Nosso poder apostólico, pelo teor das presentes letras, constituímos e declaramos a Beatíssima Virgem Maria concebida sem mancha, sob o título de Aparecida, Padroeira principal de todo o Brasil diante de Deus.»
  • A proclamação foi celebrada em 31 de maio de 1931, no Rio de Janeiro, com a imagem levada de trem de Aparecida.

Nossa Senhora Aparecida: culto e devoção à imagem (Vatican News)

Instituição
Vatican News (Dicastério para a Comunicação)
Data do documento
2025-10
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Notícia oficial de apoio. Difere do santuário em alguns detalhes (data de inauguração da igreja de 1888, por exemplo).
Afirmações que sustenta
  • Três pescadores tiraram do rio Paraíba uma imagem mutilada de Nossa Senhora da Conceição, feita de barro, com ligeiros traços de uma pintura original e sinais de gravidez.
  • Em 1733 foi construído o primeiro oratório por Atanásio Pedroso, filho de Felipe Pedroso; o relato fala de duas velas que se acenderam sozinhas durante o terço.
  • A igreja grande foi inaugurada em 24 de junho de 1888 e elevada a Basílica Menor por Pio X em 29 de abril de 1908; em 1982 a imagem passou a habitar a nova basílica, consagrada por João Paulo II em 4 de julho de 1980.

Mary Help of Christians, protector of Chinese Catholics (UCA News)

Instituição
UCA News (agência católica asiática)
Data do documento
2020-05
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Notícia católica de apoio, não documento eclesial. Contém um erro evidente de data (diz que Bento XVI instituiu o Dia de Oração em 27 de maio de 2017; a carta é de 27 de maio de 2007). A data da notícia é inferida do texto (13º Dia de Oração).
Afirmações que sustenta
  • A aldeia católica de Donglu, a 40 km de Baoding, na província de Hebei, foi cercada por milhares de revoltosos em 1900; os 700 fiéis e seu sacerdote invocaram a Virgem Maria; a narrativa católica diz que apareceu uma mulher cercada de luz e os atacantes recuaram.
  • Em 1924, os bispos da China, reunidos no Sínodo de Xangai, estabeleceram a igreja de Donglu como santuário; em 1932, segundo a notícia, Pio XI aprovou o culto e o santuário; foi destruído pelos japoneses em 1941 e reconstruído e ampliado entre 1989 e 1992, dedicado a Maria Auxiliadora.
  • Segundo a notícia, milhares de fiéis, incluindo quatro bispos e cem sacerdotes, relataram que em 23 de maio de 1995, véspera da festa de Maria Auxiliadora, ocorreu um movimento extraordinário do sol no santuário de Donglu, o que lembra o «milagre do sol» de Fátima; desde então as autoridades de segurança impedem a peregrinação.
  • O santuário de Nossa Senhora de Sheshan, perto de Xangai, é outro lugar: a imagem de Maria Auxiliadora foi abençoada em 1868 e a igreja iniciada em 1871 e consagrada em 1873.

Boxer Rebellion and Our Lady of China (Conferência Episcopal da Inglaterra e do País de Gales)

Instituição
Catholic Bishops' Conference of England and Wales
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página de uma conferência episcopal, com texto de um capelão da comunidade chinesa em Londres; nível de divulgação. Localiza Donglü na «província de Hubei», o que é erro: Donglü fica em Hebei.
Afirmações que sustenta
  • Em abril de 1900, na Revolta dos Boxers, 10 mil «boxers» atacaram a aldeia de Donglü; os cristãos os repeliram quatro vezes; o padre Wu rezou a Nossa Senhora; uma mulher de branco cercada de luz apareceu no céu, e um «cavaleiro de fogo» que se acredita ser São Miguel investiu contra os soldados, que fugiram.
  • O padre mandou fazer uma pintura da Virgem Maria e do Menino Jesus com vestes imperiais douradas; em cultura chinesa o amarelo é cor imperial; a pintura tornou-se a imagem de Nossa Senhora da China, Rainha da China.

Guérison miraculeuse de Lourdes: comment se passe une enquête ? (Igreja Católica na França)

Instituição
Conferência dos Bispos da França (eglise.catholique.fr)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Página oficial da Igreja na França, em francês.
Afirmações que sustenta
  • O Bureau des constatations médicales, fundado em 1883, examina se a doença foi grave, se a cura é real e se é duradoura.
  • Se o Bureau confirma o caso, ele vai à reunião anual do Comitê Médico Internacional de Lourdes (cerca de trinta cientistas), que julga segundo sete critérios atribuídos ao cardeal Lambertini: doença grave, reconhecida pela medicina, orgânica (não psicológica), não tratada por medicina, cura instantânea, total e permanente.
  • Depois da aprovação do comitê por dois terços, «L'évêque du diocèse de la personne guérie décide de la reconnaissance publique par l'Église».
  • Mais de 7.000 casos foram submetidos desde as aparições; 72 milagres reconhecidos em 2025 (segundo a página).

À Lourdes, un Britannique est pour la première fois reconnu miraculé (Vatican News)

Instituição
Vatican News (Dicastério para a Comunicação)
Data do documento
2024-12-08
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Notícia oficial de apoio, em francês.
Afirmações que sustenta
  • John Traynor (1883-1943), soldado britânico de Liverpool, curado em 25 de julho de 1923; o arcebispo de Liverpool anunciou o reconhecimento em 8 de dezembro de 2024; é o 71º milagre reconhecido em Lourdes desde 1862.
  • O Bureau médico de Lourdes examinou o caso; uma comissão canônica reuniu-se em 29 de novembro de 2024; o bispo de Tarbes e Lourdes, Jean-Marc Micas, transmitiu a documentação.

Estudos, enciclopédias, museus e acervos

St. Anne (Enciclopédia Católica, 1907)

Instituição
The Catholic Encyclopedia (Robert Appleton Company), com nihil obstat e imprimatur de 1907; transcrição em New Advent
Data do documento
1907
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Obra de referência antiga (1907). Útil como apoio histórico; não substitui estudos acadêmicos recentes.
Afirmações que sustenta
  • Todas as informações sobre os nomes e a vida de Joaquim e Ana, pais de Maria, derivam de literatura apócrifa (Evangelho da Natividade de Maria, Pseudo-Mateus e Protoevangelho de Tiago).
  • A forma mais antiga do Protoevangelho remonta a cerca do ano 150; no Oriente teve grande autoridade e trechos foram lidos nas festas marianas; no Ocidente foi rejeitado pelos Padres até ser incorporado à Legenda Áurea, de Tiago de Voragine, no século XIII.
  • Genealogias posteriores de Ana (nomes como Estolano e Emerência) são qualificadas como lenda espúria.

The Archaeology of Nazareth in the Early First Century (Ken Dark)

Instituição
Bible Interp, Arizona Center for Judaic Studies; autor: Ken Dark, Universidade de Reading
Data do documento
2020-07
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Artigo acadêmico de divulgação por especialista em arqueologia de Nazaré.
Afirmações que sustenta
  • O conjunto das evidências de três sítios indica que Nazaré era habitada pelo menos desde o início do século I, e provavelmente desde o período helenístico tardio, como comunidade judaica, incluindo grupos familiares, a julgar pelos achados e pelas plantas das casas.

Tomb of the Blessed Virgin Mary (Enciclopédia Católica, 1912)

Instituição
The Catholic Encyclopedia (Robert Appleton Company), com nihil obstat e imprimatur de 1912; transcrição em New Advent
Data do documento
1912
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Obra de referência antiga (1912). Opiniões do autor sobre Éfeso e Jerusalém refletem o debate da época.
Afirmações que sustenta
  • O túmulo de Maria é venerado no vale do Cedron, perto de Jerusalém; o artigo registra que escritores modernos sustentam que Maria morreu e foi sepultada em Éfeso.
  • Obras apócrifas dos séculos II a IV favorecem a tradição de Jerusalém; no início do século V um peregrino armênio visitou «o túmulo da Virgem no vale de Josafá»; por volta de 431 o Breviarius de Hierusalem cita a basílica de Santa Maria com seu sepulcro.
  • O autor sustenta que nunca houve tradição antiga ligando a morte e o sepultamento de Maria a Éfeso. Registra que a localização do túmulo a poucas léguas ao sul de Éfeso aparece nas meditações de Catarina Emmerich (publicadas em 1852), seguidas por quem as aceita como revelação.

Pietà (Liebieghaus Skulpturensammlung)

Instituição
Liebieghaus Skulpturensammlung, Frankfurt
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Texto de museu.
Afirmações que sustenta
  • Grupos com o Cristo morto no colo de sua mãe eram populares no século XIV; em inglês chamam-se pietà (do italiano «piedade») e em alemão Vesperbild, de vespera («tarde»), em alusão à oração das vésperas que recorda a deposição da cruz.
  • As pietàs têm caráter mais simbólico do que narrativo, e servem para lembrar mais do que um acontecimento histórico específico.

Acervo Open Access do Metropolitan Museum of Art: obras sobre a vida de Maria

Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Consulta feita pela API pública do museu em 4 de outubro de 2026. Os resultados abaixo são títulos e datas dos objetos catalogados pelo museu.
Afirmações que sustenta
  • Obras catalogadas como «Joaquim e Ana na Porta Dourada»: xilogravura de Albrecht Dürer (1504), xilogravura de Albrecht Altdorfer (cerca de 1513), gravura de Lucas van Leyden (1520) e escultura em madeira de Benedikt Dreyer (cerca de 1515-20).
  • Obras catalogadas como «O Nascimento da Virgem»: pintura de Fra Carnevale (1467), xilogravuras de Dürer (cerca de 1503) e pintura de Francesco Solimena (cerca de 1690).
  • Dürer fez uma série de xilogravuras sobre a vida da Virgem, cujas folhas o Met data entre cerca de 1502 e 1511, com cenas que vão da rejeição da oferta de Joaquim à glorificação de Maria.
  • Gravura de Marcantonio Raimondi (cerca de 1500-34) catalogada pelo Met como Pentecostes em que «a Virgem está sentada rodeada pelos apóstolos».

Wikidata: coordenadas geográficas de santuários e lugares

Instituição
Wikimedia Foundation (dados abertos, licença CC0)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Conjunto de dados aberto e colaborativo. Usado só para localizar santuários e lugares (propriedade P625, coordenadas). Cada coordenada registra o identificador Q do Wikidata. A precisão é a de um ponto no santuário ou povoado, não de um endereço.
Afirmações que sustenta
  • Coordenadas geográficas (propriedade P625) dos itens indicados pelo identificador Q em cada registro.

Huei tlamahuiçoltica (Wikipédia em inglês)

Instituição
Wikipédia (enciclopédia colaborativa, fonte terciária)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Usada apenas para localizar o debate acadêmico e as obras citadas (León-Portilla, O'Gorman, Poole, Sousa e Lockhart, Brading); essas obras não foram lidas diretamente nesta edição.
Afirmações que sustenta
  • O tratado em náuatle Huei tlamahuiçoltica foi publicado na Cidade do México em 1649 por Luis Laso de la Vega, vigário da capela de Guadalupe no Tepeyac; contém o Nican Mopohua, que narra as aparições de 1531.
  • Em 1648 foi publicado o livro em espanhol de Miguel Sánchez, Imagen de la Virgen María, Madre de Dios de Guadalupe, tratado teológico que liga a imagem a Ap 12,1.
  • A autoria do Nican Mopohua é objeto de debate: estudiosos mexicanos como Edmundo O'Gorman (1991) e Miguel León-Portilla (2001) tendem a atribuí-lo a Antonio Valeriano, c. 1556; Sousa, Poole e Lockhart (1998) consideram mais razoável que a narrativa de Laso de la Vega se baseasse em Sánchez e numa gravura do início do século XVII.
  • Uma cópia parcial antiga, de 16 páginas, datada de cerca de 1556, existe na Biblioteca Pública de Nova York; sua datação e autoria são parte do debate.

Donglü (Wikipédia em inglês)

Instituição
Wikipédia (enciclopédia colaborativa, fonte terciária)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Fonte terciária, usada para a grafia do nome e dados do lugar. Suas alegações eclesiais exigem documento primário, que não foi localizado.
Afirmações que sustenta
  • Nome: Donglü (chinês simplificado 东闾, tradicional 東閭, pinyin Dōnglǘ), também escrito Donglu; aldeia da cidade de Donglü, distrito de Qingyuan, Baoding, Hebei, a cerca de 20 km a sudeste de Baoding.
  • Em 2004 foi noticiado que até 7.000 dos cerca de 9.000 moradores eram católicos; a igreja gótica, construída no fim da década de 1880, foi reconstruída em 1992 após ser arruinada em 1941.
  • É conhecida pela aparição de 1900 e pelo título Nossa Senhora da China ou Nossa Senhora de Donglü.

Our Lady of China (Wikipédia em inglês)

Instituição
Wikipédia (enciclopédia colaborativa, fonte terciária)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Fonte terciária. Contém afirmações que divergem de outras fontes (por exemplo, fala em estátua e em pintor francês de Xangai em 1908); trate-as como relatos a conferir.
Afirmações que sustenta
  • Nomes: Nossa Senhora da China, a Grande Mãe (latim Nostra Domina de Sina; chinês tradicional 中華大聖母, simplificado 中华大圣母, pinyin Zhōnghuá Dà Shèngmǔ), também chamada Nossa Senhora de Donglü (東閭聖母, 东闾圣母, Dōnglǘ Shèngmǔ).
  • Segundo o artigo, a imagem foi abençoada e promulgada por Pio XI em 1928, e ao final do Sínodo de Xangai de 1924 o delegado apostólico Celso Costantini e todos os bispos consagraram o povo chinês à Virgem Maria.
  • Segundo o artigo, o padre René Flament, da Congregação da Missão, encomendou em 1908 uma imagem a um pintor francês em Xangai; esta teria sido destruída em 1966; uma tela semelhante foi refeita em 1989.

Catecismo da Igreja Católica, §§ 466, 484-511 e 531-534. Santa Sé.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S01 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 001. Maria é apresentada nos Evangelhos como a mãe de Jesus e esposa de José.
  • 002. Sua história está ligada ao povo de Israel e à esperança religiosa judaica.
  • 003. O cristianismo reconhece nela uma mulher concreta, situada na história da salvação.
  • 004. Na fé católica, Maria é uma criatura humana, não uma deusa.
  • 005. O título Nossa Senhora expressa veneração e confiança na mãe de Jesus.
  • 006. Santa Maria, Virgem Maria e Nossa Senhora designam a mesma pessoa.
  • 007. Sancta Mater Dei significa Santa Mãe de Deus em latim.
  • 008. Esse título se refere à identidade divina do Filho que Maria gerou humanamente.
  • 009. Não significa que Maria tenha criado Deus ou precedido sua existência eterna.
  • 010. O Concílio Vaticano II apresenta Maria dentro do mistério de Cristo e da Igreja.
  • 011. A reflexão católica sobre ela tem, portanto, um centro cristológico.
  • 012. A Igreja a contempla como exemplo de fé, esperança e caridade.
  • 013. Sua maternidade espiritual não substitui a mediação única de Jesus Cristo.
  • 014. O Catecismo distingue a veneração mariana da adoração devida a Deus.
  • 015. As invocações locais expressam diferentes experiências históricas dessa mesma devoção.
  • 016. A diversidade dos títulos não divide Maria em várias pessoas ou divindades.

Concílio Vaticano II, Lumen gentium, capítulo VIII, §§ 52-69; 21 de novembro de 1964.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S02 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 001. Maria é apresentada nos Evangelhos como a mãe de Jesus e esposa de José.
  • 002. Sua história está ligada ao povo de Israel e à esperança religiosa judaica.
  • 003. O cristianismo reconhece nela uma mulher concreta, situada na história da salvação.
  • 004. Na fé católica, Maria é uma criatura humana, não uma deusa.
  • 005. O título Nossa Senhora expressa veneração e confiança na mãe de Jesus.
  • 006. Santa Maria, Virgem Maria e Nossa Senhora designam a mesma pessoa.
  • 007. Sancta Mater Dei significa Santa Mãe de Deus em latim.
  • 008. Esse título se refere à identidade divina do Filho que Maria gerou humanamente.
  • 009. Não significa que Maria tenha criado Deus ou precedido sua existência eterna.
  • 010. O Concílio Vaticano II apresenta Maria dentro do mistério de Cristo e da Igreja.
  • 011. A reflexão católica sobre ela tem, portanto, um centro cristológico.
  • 012. A Igreja a contempla como exemplo de fé, esperança e caridade.
  • 013. Sua maternidade espiritual não substitui a mediação única de Jesus Cristo.
  • 014. O Catecismo distingue a veneração mariana da adoração devida a Deus.
  • 015. As invocações locais expressam diferentes experiências históricas dessa mesma devoção.
  • 016. A diversidade dos títulos não divide Maria em várias pessoas ou divindades.

Catecismo, §§ 963-975: Maria, Mãe de Cristo e da Igreja. Santa Sé, edição espanhola.

Instituição
press.vatican.va
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5 de outubro de 2026
Observação
Referência S03 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 001. Maria é apresentada nos Evangelhos como a mãe de Jesus e esposa de José.
  • 002. Sua história está ligada ao povo de Israel e à esperança religiosa judaica.
  • 003. O cristianismo reconhece nela uma mulher concreta, situada na história da salvação.
  • 004. Na fé católica, Maria é uma criatura humana, não uma deusa.
  • 005. O título Nossa Senhora expressa veneração e confiança na mãe de Jesus.
  • 006. Santa Maria, Virgem Maria e Nossa Senhora designam a mesma pessoa.
  • 007. Sancta Mater Dei significa Santa Mãe de Deus em latim.
  • 008. Esse título se refere à identidade divina do Filho que Maria gerou humanamente.
  • 009. Não significa que Maria tenha criado Deus ou precedido sua existência eterna.
  • 010. O Concílio Vaticano II apresenta Maria dentro do mistério de Cristo e da Igreja.
  • 011. A reflexão católica sobre ela tem, portanto, um centro cristológico.
  • 012. A Igreja a contempla como exemplo de fé, esperança e caridade.
  • 013. Sua maternidade espiritual não substitui a mediação única de Jesus Cristo.
  • 014. O Catecismo distingue a veneração mariana da adoração devida a Deus.
  • 015. As invocações locais expressam diferentes experiências históricas dessa mesma devoção.
  • 016. A diversidade dos títulos não divide Maria em várias pessoas ou divindades.

Vatican News, São Joaquim e Santa Ana, pais da Virgem Maria. Fonte eclesial sobre a tradição, não testemunho contemporâneo dos acontecimentos.

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vaticannews.va
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5 de outubro de 2026
Observação
Referência S04 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 017. Os Evangelhos canônicos não informam os nomes dos pais de Maria.
  • 018. A tradição cristã os identifica como Joaquim e Ana.
  • 019. Esses nomes aparecem em narrativas antigas externas ao cânon bíblico.
  • 020. O Protoevangelho de Tiago é uma fonte importante dessa tradição.
  • 021. O texto é geralmente situado no século II, posterior aos acontecimentos narrados.
  • 022. Sua influência devocional não o transforma em Evangelho canônico.
  • 023. Na narrativa tradicional, Joaquim e Ana sofrem por não terem filhos.
  • 024. A oração do casal antecede o anúncio do nascimento de Maria.
  • 025. O relato inclui mensageiros angélicos e a promessa de descendência.
  • 026. Não é correto chamar automaticamente esses mensageiros de Gabriel.
  • 027. O encontro do casal junto à Porta Dourada tornou-se tema da arte cristã.
  • 028. A tradição também narra a dedicação de Maria ao serviço de Deus.
  • 029. A apresentação da menina no Templo pertence a esse universo tradicional.
  • 030. Esses episódios não oferecem uma biografia historicamente comprovada da infância de Maria.
  • 031. A Igreja celebra Joaquim e Ana em 26 de julho no calendário romano.
  • 032. A Natividade de Maria é celebrada em 8 de setembro.

Vatican News, Natividade de Nossa Senhora: calendário e origem tradicional das narrativas.

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vaticannews.va
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5 de outubro de 2026
Observação
Referência S05 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 017. Os Evangelhos canônicos não informam os nomes dos pais de Maria.
  • 018. A tradição cristã os identifica como Joaquim e Ana.
  • 019. Esses nomes aparecem em narrativas antigas externas ao cânon bíblico.
  • 020. O Protoevangelho de Tiago é uma fonte importante dessa tradição.
  • 021. O texto é geralmente situado no século II, posterior aos acontecimentos narrados.
  • 022. Sua influência devocional não o transforma em Evangelho canônico.
  • 023. Na narrativa tradicional, Joaquim e Ana sofrem por não terem filhos.
  • 024. A oração do casal antecede o anúncio do nascimento de Maria.
  • 025. O relato inclui mensageiros angélicos e a promessa de descendência.
  • 026. Não é correto chamar automaticamente esses mensageiros de Gabriel.
  • 027. O encontro do casal junto à Porta Dourada tornou-se tema da arte cristã.
  • 028. A tradição também narra a dedicação de Maria ao serviço de Deus.
  • 029. A apresentação da menina no Templo pertence a esse universo tradicional.
  • 030. Esses episódios não oferecem uma biografia historicamente comprovada da infância de Maria.
  • 031. A Igreja celebra Joaquim e Ana em 26 de julho no calendário romano.
  • 032. A Natividade de Maria é celebrada em 8 de setembro.

João Paulo II, audiência de 21 de maio de 1997: Maria e a ressurreição de Cristo.

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vatican.va
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5 de outubro de 2026
Observação
Referência S06 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 177. Os Evangelhos narram diversas aparições de Jesus ressuscitado.
  • 178. Não narram explicitamente um encontro do Ressuscitado com sua mãe.
  • 179. Essa ausência textual não demonstra que tal encontro tenha sido impossível.
  • 180. João Paulo II examinou essa questão numa catequese de 21 de maio de 1997.
  • 181. Ele apresentou uma reflexão teológica sobre a participação de Maria na alegria pascal.
  • 182. Essa reflexão não acrescenta um novo episódio ao texto dos Evangelhos.
  • 183. Atos 1,14 menciona Maria com a comunidade reunida em oração.
  • 184. Ela aparece junto aos apóstolos, algumas mulheres e os irmãos de Jesus.
  • 185. O contexto é a espera pelo Espírito Santo após a Ascensão.
  • 186. A tradição cristã contempla Maria vinculada ao nascimento missionário da Igreja.
  • 187. Atos não oferece uma biografia de seus anos posteriores.
  • 188. O Novo Testamento não informa sua idade ao terminar a vida terrestre.
  • 189. Também não determina uma data para esse acontecimento.
  • 190. A fé católica professa sua Assunção em corpo e alma à glória celeste.
  • 191. A definição da Assunção foi promulgada por Pio XII em 1950.
  • 192. Esse dogma não fornece um roteiro geográfico detalhado dos últimos anos de Maria.

Pio XII, Munificentissimus Deus, especialmente § 44; 1º de novembro de 1950.

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5 de outubro de 2026
Observação
Referência S07 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 177. Os Evangelhos narram diversas aparições de Jesus ressuscitado.
  • 178. Não narram explicitamente um encontro do Ressuscitado com sua mãe.
  • 179. Essa ausência textual não demonstra que tal encontro tenha sido impossível.
  • 180. João Paulo II examinou essa questão numa catequese de 21 de maio de 1997.
  • 181. Ele apresentou uma reflexão teológica sobre a participação de Maria na alegria pascal.
  • 182. Essa reflexão não acrescenta um novo episódio ao texto dos Evangelhos.
  • 183. Atos 1,14 menciona Maria com a comunidade reunida em oração.
  • 184. Ela aparece junto aos apóstolos, algumas mulheres e os irmãos de Jesus.
  • 185. O contexto é a espera pelo Espírito Santo após a Ascensão.
  • 186. A tradição cristã contempla Maria vinculada ao nascimento missionário da Igreja.
  • 187. Atos não oferece uma biografia de seus anos posteriores.
  • 188. O Novo Testamento não informa sua idade ao terminar a vida terrestre.
  • 189. Também não determina uma data para esse acontecimento.
  • 190. A fé católica professa sua Assunção em corpo e alma à glória celeste.
  • 191. A definição da Assunção foi promulgada por Pio XII em 1950.
  • 192. Esse dogma não fornece um roteiro geográfico detalhado dos últimos anos de Maria.

Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, questões sobre a concepção de Cristo, Maria e a Igreja.

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5 de outubro de 2026
Observação
Referência S08 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 193. A maternidade divina afirma que Jesus, filho de Maria, é verdadeiramente Deus encarnado.
  • 194. O Concílio de Éfeso, em 431, é uma referência decisiva dessa formulação.
  • 195. Theotokos é o título grego normalmente traduzido como Mãe de Deus.
  • 196. Ele protege a unidade pessoal de Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
  • 197. A virgindade perpétua pertence ao ensinamento católico sobre Maria.
  • 198. O Catecismo a apresenta como sempre virgem.
  • 199. A Imaculada Conceição diz respeito à concepção de Maria, não à concepção de Jesus.
  • 200. Afirma sua preservação do pecado original desde o primeiro instante da existência.
  • 201. Essa graça é compreendida em referência aos méritos de Jesus Cristo.
  • 202. Pio IX definiu solenemente esse dogma em 1854.
  • 203. A concepção virginal de Jesus é um ensinamento distinto.
  • 204. A Assunção afirma a glorificação de Maria em corpo e alma.
  • 205. A constituição Munificentissimus Deus foi promulgada em 1º de novembro de 1950.
  • 206. Sua fórmula fala da conclusão do curso da vida terrestre de Maria.
  • 207. O texto não define uma idade exata ou um local obrigatório para esse término.
  • 208. Na compreensão católica, todos esses ensinamentos se relacionam ao mistério de Cristo.

João Paulo II, Rosarium Virginis Mariae; 16 de outubro de 2002.

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5 de outubro de 2026
Observação
Referência S09 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 209. O Rosário é uma oração de meditação sobre os mistérios de Cristo com Maria.
  • 210. Sua forma se desenvolveu ao longo da história cristã.
  • 211. João Paulo II publicou Rosarium Virginis Mariae em 2002.
  • 212. Nessa carta, propôs os mistérios luminosos ligados à vida pública de Jesus.
  • 213. Os mistérios gozosos contemplam acontecimentos da encarnação e da infância.
  • 214. Os dolorosos acompanham a paixão do Senhor.
  • 215. Os gloriosos contemplam a vitória pascal e sua plenitude.
  • 216. A repetição das orações deve servir à contemplação, não substituí-la.
  • 217. Paulo VI tratou do Rosário e do Angelus em Marialis Cultus.
  • 218. O Angelus recorda a Anunciação e a encarnação.
  • 219. A Ladainha de Loreto reúne invocações dirigidas a Maria.
  • 220. Entre elas estão Mãe de Cristo, Virgem fiel e Saúde dos enfermos.
  • 221. Também aparecem Refúgio dos pecadores e Auxílio dos cristãos.
  • 222. Esses títulos exprimem confiança espiritual, não diferentes identidades pessoais.
  • 223. Uma devoção mariana pode existir sem se originar numa aparição.
  • 224. Na orientação da Igreja, a piedade mariana deve conduzir à vida cristã e à liturgia.

Paulo VI, Marialis Cultus; 2 de fevereiro de 1974.

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vatican.va
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5 de outubro de 2026
Observação
Referência S10 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 209. O Rosário é uma oração de meditação sobre os mistérios de Cristo com Maria.
  • 210. Sua forma se desenvolveu ao longo da história cristã.
  • 211. João Paulo II publicou Rosarium Virginis Mariae em 2002.
  • 212. Nessa carta, propôs os mistérios luminosos ligados à vida pública de Jesus.
  • 213. Os mistérios gozosos contemplam acontecimentos da encarnação e da infância.
  • 214. Os dolorosos acompanham a paixão do Senhor.
  • 215. Os gloriosos contemplam a vitória pascal e sua plenitude.
  • 216. A repetição das orações deve servir à contemplação, não substituí-la.
  • 217. Paulo VI tratou do Rosário e do Angelus em Marialis Cultus.
  • 218. O Angelus recorda a Anunciação e a encarnação.
  • 219. A Ladainha de Loreto reúne invocações dirigidas a Maria.
  • 220. Entre elas estão Mãe de Cristo, Virgem fiel e Saúde dos enfermos.
  • 221. Também aparecem Refúgio dos pecadores e Auxílio dos cristãos.
  • 222. Esses títulos exprimem confiança espiritual, não diferentes identidades pessoais.
  • 223. Uma devoção mariana pode existir sem se originar numa aparição.
  • 224. Na orientação da Igreja, a piedade mariana deve conduzir à vida cristã e à liturgia.

Santa Sé, Ladainha de Loreto, versão inglesa; títulos vertidos livremente para o português.

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vatican.va
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5 de outubro de 2026
Observação
Referência S11 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 209. O Rosário é uma oração de meditação sobre os mistérios de Cristo com Maria.
  • 210. Sua forma se desenvolveu ao longo da história cristã.
  • 211. João Paulo II publicou Rosarium Virginis Mariae em 2002.
  • 212. Nessa carta, propôs os mistérios luminosos ligados à vida pública de Jesus.
  • 213. Os mistérios gozosos contemplam acontecimentos da encarnação e da infância.
  • 214. Os dolorosos acompanham a paixão do Senhor.
  • 215. Os gloriosos contemplam a vitória pascal e sua plenitude.
  • 216. A repetição das orações deve servir à contemplação, não substituí-la.
  • 217. Paulo VI tratou do Rosário e do Angelus em Marialis Cultus.
  • 218. O Angelus recorda a Anunciação e a encarnação.
  • 219. A Ladainha de Loreto reúne invocações dirigidas a Maria.
  • 220. Entre elas estão Mãe de Cristo, Virgem fiel e Saúde dos enfermos.
  • 221. Também aparecem Refúgio dos pecadores e Auxílio dos cristãos.
  • 222. Esses títulos exprimem confiança espiritual, não diferentes identidades pessoais.
  • 223. Uma devoção mariana pode existir sem se originar numa aparição.
  • 224. Na orientação da Igreja, a piedade mariana deve conduzir à vida cristã e à liturgia.

Santuário Nacional de Aparecida/A12, História de Nossa Senhora Aparecida: 1717 e desenvolvimento inicial.

Instituição
a12.com
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5 de outubro de 2026
Observação
Referência S12 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 225. A devoção a Aparecida começou com o encontro de uma imagem em 1717.
  • 226. O episódio ocorreu no rio Paraíba do Sul, na região de Guaratinguetá.
  • 227. Os pescadores eram João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia.
  • 228. Segundo a narrativa do Santuário, primeiro encontraram o corpo da imagem.
  • 229. Em outro lançamento da rede, encontraram a cabeça.
  • 230. A representação é de Nossa Senhora da Conceição.
  • 231. O nome Aparecida se relaciona ao modo como a imagem foi encontrada.
  • 232. O relato tradicional associa o encontro a uma pesca abundante.
  • 233. A devoção se desenvolveu inicialmente em ambiente doméstico.
  • 234. Orações e encontros de fiéis ampliaram sua presença na região.
  • 235. Uma pequena capela foi construída em 1740, segundo a cronologia do Santuário.
  • 236. Em 1743, o padre José Alves Vilela encaminhou informações à autoridade episcopal.
  • 237. O crescimento da devoção conduziu à construção de espaços maiores de culto.
  • 238. A história central trata de uma imagem encontrada, não de uma vidente recebendo aparições.
  • 239. Os milagres tradicionais de Aparecida precisam ser estudados individualmente em suas fontes.
  • 240. A devoção tornou-se uma expressão fundamental da identidade católica brasileira.

A12, Os pescadores da imagem de Aparecida no Santuário Nacional.

Instituição
a12.com
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não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S13 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 225. A devoção a Aparecida começou com o encontro de uma imagem em 1717.
  • 226. O episódio ocorreu no rio Paraíba do Sul, na região de Guaratinguetá.
  • 227. Os pescadores eram João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia.
  • 228. Segundo a narrativa do Santuário, primeiro encontraram o corpo da imagem.
  • 229. Em outro lançamento da rede, encontraram a cabeça.
  • 230. A representação é de Nossa Senhora da Conceição.
  • 231. O nome Aparecida se relaciona ao modo como a imagem foi encontrada.
  • 232. O relato tradicional associa o encontro a uma pesca abundante.
  • 233. A devoção se desenvolveu inicialmente em ambiente doméstico.
  • 234. Orações e encontros de fiéis ampliaram sua presença na região.
  • 235. Uma pequena capela foi construída em 1740, segundo a cronologia do Santuário.
  • 236. Em 1743, o padre José Alves Vilela encaminhou informações à autoridade episcopal.
  • 237. O crescimento da devoção conduziu à construção de espaços maiores de culto.
  • 238. A história central trata de uma imagem encontrada, não de uma vidente recebendo aparições.
  • 239. Os milagres tradicionais de Aparecida precisam ser estudados individualmente em suas fontes.
  • 240. A devoção tornou-se uma expressão fundamental da identidade católica brasileira.

Francisco, audiência geral de 23 de agosto de 2023: Juan Diego e Guadalupe.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S14 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 241. Guadalupe está ligada ao monte Tepeyac, no México.
  • 242. Sua narrativa central se situa em dezembro de 1531.
  • 243. Juan Diego é apresentado como o mensageiro indígena da Virgem.
  • 244. Segundo o relato devocional, Maria solicita a construção de um templo.
  • 245. Juan Diego leva a mensagem ao bispo.
  • 246. O pedido de um sinal ocupa lugar importante na história.
  • 247. O relato descreve flores recolhidas e transportadas no manto do mensageiro.
  • 248. Esse manto é conhecido como tilma.
  • 249. Ao abri-lo diante do bispo, manifesta-se a imagem venerada de Maria.
  • 250. A narrativa é transmitida, entre outras fontes, pelo Nican Mopohua.
  • 251. Francisco retomou essa história numa catequese em agosto de 2023.
  • 252. Ele destacou a linguagem materna e a proximidade com a cultura indígena.
  • 253. João Paulo II canonizou Juan Diego em 31 de julho de 2002.
  • 254. A celebração ocorreu na Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe.
  • 255. A veneração eclesial não transforma toda alegação popular sobre a tilma em conclusão científica.
  • 256. Guadalupe oferece uma referência importante para a inculturação da devoção mariana.

João Paulo II, homilia da canonização de Juan Diego, México; 31 de julho de 2002.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S15 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 241. Guadalupe está ligada ao monte Tepeyac, no México.
  • 242. Sua narrativa central se situa em dezembro de 1531.
  • 243. Juan Diego é apresentado como o mensageiro indígena da Virgem.
  • 244. Segundo o relato devocional, Maria solicita a construção de um templo.
  • 245. Juan Diego leva a mensagem ao bispo.
  • 246. O pedido de um sinal ocupa lugar importante na história.
  • 247. O relato descreve flores recolhidas e transportadas no manto do mensageiro.
  • 248. Esse manto é conhecido como tilma.
  • 249. Ao abri-lo diante do bispo, manifesta-se a imagem venerada de Maria.
  • 250. A narrativa é transmitida, entre outras fontes, pelo Nican Mopohua.
  • 251. Francisco retomou essa história numa catequese em agosto de 2023.
  • 252. Ele destacou a linguagem materna e a proximidade com a cultura indígena.
  • 253. João Paulo II canonizou Juan Diego em 31 de julho de 2002.
  • 254. A celebração ocorreu na Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe.
  • 255. A veneração eclesial não transforma toda alegação popular sobre a tilma em conclusão científica.
  • 256. Guadalupe oferece uma referência importante para a inculturação da devoção mariana.

Santuário de Fátima, Narrativa das aparições, com referências às memórias e à documentação crítica.

Instituição
fatima.pt
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S16 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 257. Fátima está ligada aos relatos de três crianças portuguesas em 1917.
  • 258. Seus nomes são Lúcia dos Santos, Francisco Marto e Jacinta Marto.
  • 259. O primeiro encontro mariano da série é situado em 13 de maio.
  • 260. A Cova da Iria é o principal lugar associado aos acontecimentos.
  • 261. As narrativas incluem encontros posteriores até outubro daquele ano.
  • 262. O encontro de agosto é situado nos Valinhos, em circunstâncias diferentes.
  • 263. A oração do Rosário ocupa lugar central nas mensagens transmitidas.
  • 264. Também aparecem apelos à conversão e à paz.
  • 265. O contexto histórico inclui a Primeira Guerra Mundial.
  • 266. As memórias de Lúcia são fontes importantes, redigidas posteriormente aos acontecimentos.
  • 267. O Santuário publica narrativas acompanhadas de referências documentais.
  • 268. O chamado milagre do sol está associado a 13 de outubro de 1917.
  • 269. Trata-se de um acontecimento relatado por testemunhas, não de uma medição astronômica consensual.
  • 270. Em 13 de outubro de 1930, o bispo de Leiria reconheceu as visões como dignas de crédito.
  • 271. A decisão autorizou oficialmente o culto a Nossa Senhora de Fátima.
  • 272. Esse reconhecimento deve ser distinguido da avaliação de qualquer mensagem posteriormente atribuída a Maria.

Santuário de Fátima, Cronologia; decisão episcopal de 13 de outubro de 1930.

Instituição
fatima.pt
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S17 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 257. Fátima está ligada aos relatos de três crianças portuguesas em 1917.
  • 258. Seus nomes são Lúcia dos Santos, Francisco Marto e Jacinta Marto.
  • 259. O primeiro encontro mariano da série é situado em 13 de maio.
  • 260. A Cova da Iria é o principal lugar associado aos acontecimentos.
  • 261. As narrativas incluem encontros posteriores até outubro daquele ano.
  • 262. O encontro de agosto é situado nos Valinhos, em circunstâncias diferentes.
  • 263. A oração do Rosário ocupa lugar central nas mensagens transmitidas.
  • 264. Também aparecem apelos à conversão e à paz.
  • 265. O contexto histórico inclui a Primeira Guerra Mundial.
  • 266. As memórias de Lúcia são fontes importantes, redigidas posteriormente aos acontecimentos.
  • 267. O Santuário publica narrativas acompanhadas de referências documentais.
  • 268. O chamado milagre do sol está associado a 13 de outubro de 1917.
  • 269. Trata-se de um acontecimento relatado por testemunhas, não de uma medição astronômica consensual.
  • 270. Em 13 de outubro de 1930, o bispo de Leiria reconheceu as visões como dignas de crédito.
  • 271. A decisão autorizou oficialmente o culto a Nossa Senhora de Fátima.
  • 272. Esse reconhecimento deve ser distinguido da avaliação de qualquer mensagem posteriormente atribuída a Maria.

Santuário de Lourdes, Reconhecimento das aparições; documento episcopal de 18 de janeiro de 1862.

Instituição
lourdes-france.com
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S18 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 273. Lourdes está ligada a Bernadette Soubirous e à gruta de Massabielle.
  • 274. A primeira aparição relatada ocorreu em 11 de fevereiro de 1858.
  • 275. A série tradicionalmente reconhecida compreende dezoito aparições.
  • 276. Bernadette inicialmente descrevia a presença sem identificá-la por um nome pessoal.
  • 277. O Rosário e a oração acompanham os relatos.
  • 278. A penitência e a conversão fazem parte da mensagem.
  • 279. A água da fonte tornou-se um elemento importante da peregrinação.
  • 280. O relato de 25 de março inclui a identificação com a Imaculada Conceição.
  • 281. Essa expressão se relaciona a um dogma definido quatro anos antes.
  • 282. Uma comissão episcopal começou a investigar os acontecimentos em 1858.
  • 283. O bispo de Tarbes, Bertrand-Sévère Laurence, publicou sua decisão em 1862.
  • 284. O documento de reconhecimento é datado de 18 de janeiro.
  • 285. A decisão afirma a autenticidade das aparições dentro do julgamento eclesial da época.
  • 286. O desenvolvimento do santuário ocorreu depois desse processo.
  • 287. Lourdes tornou-se especialmente associado à acolhida de pessoas enfermas.
  • 288. O reconhecimento das aparições e o reconhecimento de curas são processos distintos.

Santuário de Lourdes, As dezoito aparições de 1858.

Instituição
bernadette-usa.lourdes-france.com
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S19 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 273. Lourdes está ligada a Bernadette Soubirous e à gruta de Massabielle.
  • 274. A primeira aparição relatada ocorreu em 11 de fevereiro de 1858.
  • 275. A série tradicionalmente reconhecida compreende dezoito aparições.
  • 276. Bernadette inicialmente descrevia a presença sem identificá-la por um nome pessoal.
  • 277. O Rosário e a oração acompanham os relatos.
  • 278. A penitência e a conversão fazem parte da mensagem.
  • 279. A água da fonte tornou-se um elemento importante da peregrinação.
  • 280. O relato de 25 de março inclui a identificação com a Imaculada Conceição.
  • 281. Essa expressão se relaciona a um dogma definido quatro anos antes.
  • 282. Uma comissão episcopal começou a investigar os acontecimentos em 1858.
  • 283. O bispo de Tarbes, Bertrand-Sévère Laurence, publicou sua decisão em 1862.
  • 284. O documento de reconhecimento é datado de 18 de janeiro.
  • 285. A decisão afirma a autenticidade das aparições dentro do julgamento eclesial da época.
  • 286. O desenvolvimento do santuário ocorreu depois desse processo.
  • 287. Lourdes tornou-se especialmente associado à acolhida de pessoas enfermas.
  • 288. O reconhecimento das aparições e o reconhecimento de curas são processos distintos.

Santuário de Lourdes, Recognition of a miracle: processo médico e decisão episcopal.

Instituição
lourdes-france.org
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S20 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 289. O Santuário de Lourdes mantém um serviço dedicado à avaliação de curas relatadas.
  • 290. Esse trabalho é conhecido pelo nome francês Bureau des Constatations Médicales.
  • 291. Uma pessoa pode comunicar uma cura sem que ela seja imediatamente reconhecida como milagre.
  • 292. Os médicos examinam a documentação clínica disponível.
  • 293. A investigação considera a realidade e a natureza da doença anterior.
  • 294. Também procura compreender os tratamentos realizados.
  • 295. A recuperação é observada quanto à extensão e à estabilidade.
  • 296. O tempo de acompanhamento pode ser prolongado.
  • 297. O Comitê Médico Internacional de Lourdes participa da avaliação de casos selecionados.
  • 298. Uma conclusão médica de cura inexplicada não é uma declaração religiosa automática.
  • 299. O reconhecimento como milagre depende de uma decisão eclesiástica.
  • 300. O bispo da diocese da pessoa curada tem papel decisivo nesse reconhecimento.
  • 301. A documentação do Santuário identifica casos e datas de reconhecimento.
  • 302. Na consulta realizada para este dossiê, o catálogo apresentava 72 curas reconhecidas.
  • 303. Esse número pertence ao catálogo de Lourdes, não a todos os milagres marianos do mundo.
  • 304. A data da cura pode ser muito anterior à data de sua declaração eclesial.

Santuário de Lourdes, Miraculous healings: catálogo nominal de curas reconhecidas, consultado em outubro de 2026.

Instituição
lourdes-france.com
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S21 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 289. O Santuário de Lourdes mantém um serviço dedicado à avaliação de curas relatadas.
  • 290. Esse trabalho é conhecido pelo nome francês Bureau des Constatations Médicales.
  • 291. Uma pessoa pode comunicar uma cura sem que ela seja imediatamente reconhecida como milagre.
  • 292. Os médicos examinam a documentação clínica disponível.
  • 293. A investigação considera a realidade e a natureza da doença anterior.
  • 294. Também procura compreender os tratamentos realizados.
  • 295. A recuperação é observada quanto à extensão e à estabilidade.
  • 296. O tempo de acompanhamento pode ser prolongado.
  • 297. O Comitê Médico Internacional de Lourdes participa da avaliação de casos selecionados.
  • 298. Uma conclusão médica de cura inexplicada não é uma declaração religiosa automática.
  • 299. O reconhecimento como milagre depende de uma decisão eclesiástica.
  • 300. O bispo da diocese da pessoa curada tem papel decisivo nesse reconhecimento.
  • 301. A documentação do Santuário identifica casos e datas de reconhecimento.
  • 302. Na consulta realizada para este dossiê, o catálogo apresentava 72 curas reconhecidas.
  • 303. Esse número pertence ao catálogo de Lourdes, não a todos os milagres marianos do mundo.
  • 304. A data da cura pode ser muito anterior à data de sua declaração eclesial.

Santuário de Lourdes, John Traynor, 71st miracle at Lourdes; 8 de dezembro de 2024.

Instituição
lourdes-france.com
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S22 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 305. Catherine Latapie aparece no catálogo com reconhecimento em 18 de janeiro de 1862.
  • 306. Louis Bouriette também integra o grupo reconhecido nessa data.
  • 307. Justin Bouhort é outro nome desse conjunto inicial.
  • 308. Pierre De Rudder tem reconhecimento registrado em 25 de julho de 1908.
  • 309. Vittorio Micheli aparece com reconhecimento em 26 de maio de 1976.
  • 310. Jean-Pierre Bély tem reconhecimento registrado em 9 de fevereiro de 1999.
  • 311. Bernadette Moriau aparece com reconhecimento em 11 de fevereiro de 2018.
  • 312. John Traynor é identificado pelo Santuário como o 71º caso reconhecido.
  • 313. Sua cura é situada em Lourdes, em julho de 1923.
  • 314. Ele havia sofrido ferimentos graves durante a Primeira Guerra Mundial.
  • 315. O arcebispo Malcolm McMahon proclamou o reconhecimento em 8 de dezembro de 2024.
  • 316. O reconhecimento foi, portanto, posterior à morte de Traynor.
  • 317. Antonia Raco é identificada pelo Santuário como o 72º caso.
  • 318. Sua cura de esclerose lateral primária é situada em 2009.
  • 319. O bispo Vincenzo Carmine Orofino proclamou o reconhecimento em 16 de abril de 2025.
  • 320. Esses exemplos demonstram a diferença entre ocorrência, investigação e reconhecimento.

Santuário de Lourdes, Antonia Raco, 72nd Lourdes miracle; reconhecimento de 16 de abril de 2025, página publicada em 18 de julho de 2025.

Instituição
lourdes-france.com
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S23 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 305. Catherine Latapie aparece no catálogo com reconhecimento em 18 de janeiro de 1862.
  • 306. Louis Bouriette também integra o grupo reconhecido nessa data.
  • 307. Justin Bouhort é outro nome desse conjunto inicial.
  • 308. Pierre De Rudder tem reconhecimento registrado em 25 de julho de 1908.
  • 309. Vittorio Micheli aparece com reconhecimento em 26 de maio de 1976.
  • 310. Jean-Pierre Bély tem reconhecimento registrado em 9 de fevereiro de 1999.
  • 311. Bernadette Moriau aparece com reconhecimento em 11 de fevereiro de 2018.
  • 312. John Traynor é identificado pelo Santuário como o 71º caso reconhecido.
  • 313. Sua cura é situada em Lourdes, em julho de 1923.
  • 314. Ele havia sofrido ferimentos graves durante a Primeira Guerra Mundial.
  • 315. O arcebispo Malcolm McMahon proclamou o reconhecimento em 8 de dezembro de 2024.
  • 316. O reconhecimento foi, portanto, posterior à morte de Traynor.
  • 317. Antonia Raco é identificada pelo Santuário como o 72º caso.
  • 318. Sua cura de esclerose lateral primária é situada em 2009.
  • 319. O bispo Vincenzo Carmine Orofino proclamou o reconhecimento em 16 de abril de 2025.
  • 320. Esses exemplos demonstram a diferença entre ocorrência, investigação e reconhecimento.

João Paulo II, dedicação do Santuário de Nossa Senhora das Lágrimas, Siracusa; 6 de novembro de 1994.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S24 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 321. Siracusa fica na Sicília, no sul da Itália.
  • 322. A devoção está ligada a uma imagem do Imaculado Coração de Maria.
  • 323. O objeto é descrito nas fontes eclesiais como uma representação em gesso.
  • 324. Ele estava na casa de Angelo Iannuso e Antonina Giusto.
  • 325. O casal aguardava o nascimento do primeiro filho.
  • 326. As lacrimações são situadas entre 29 de agosto e 1º de setembro de 1953.
  • 327. O acontecimento se tornou o centro de uma devoção pública duradoura.
  • 328. Nesse caso, o relato diz respeito a uma imagem que teria vertido lágrimas.
  • 329. Isso é diferente de uma aparição na qual alguém relata ver Maria pessoalmente.
  • 330. João Paulo II dedicou o santuário em 6 de novembro de 1994.
  • 331. Em sua homilia, interpretou as lágrimas como sinal de solicitude materna.
  • 332. Ele relacionou essa devoção ao sofrimento humano e à conversão.
  • 333. Francisco retomou o episódio numa carta pelo septuagésimo aniversário, em 2023.
  • 334. A carta associa a devoção à paz, ao perdão e ao cuidado dos vulneráveis.
  • 335. Siracusa oferece documentação eclesial concreta para estudar o tema das imagens lacrimantes.
  • 336. Seu caso não valida automaticamente relatos semelhantes ocorridos em outros lugares.

Vatican News, carta de Francisco pelo septuagésimo aniversário das lacrimações de Siracusa; dezembro de 2023.

Instituição
vaticannews.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S25 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 321. Siracusa fica na Sicília, no sul da Itália.
  • 322. A devoção está ligada a uma imagem do Imaculado Coração de Maria.
  • 323. O objeto é descrito nas fontes eclesiais como uma representação em gesso.
  • 324. Ele estava na casa de Angelo Iannuso e Antonina Giusto.
  • 325. O casal aguardava o nascimento do primeiro filho.
  • 326. As lacrimações são situadas entre 29 de agosto e 1º de setembro de 1953.
  • 327. O acontecimento se tornou o centro de uma devoção pública duradoura.
  • 328. Nesse caso, o relato diz respeito a uma imagem que teria vertido lágrimas.
  • 329. Isso é diferente de uma aparição na qual alguém relata ver Maria pessoalmente.
  • 330. João Paulo II dedicou o santuário em 6 de novembro de 1994.
  • 331. Em sua homilia, interpretou as lágrimas como sinal de solicitude materna.
  • 332. Ele relacionou essa devoção ao sofrimento humano e à conversão.
  • 333. Francisco retomou o episódio numa carta pelo septuagésimo aniversário, em 2023.
  • 334. A carta associa a devoção à paz, ao perdão e ao cuidado dos vulneráveis.
  • 335. Siracusa oferece documentação eclesial concreta para estudar o tema das imagens lacrimantes.
  • 336. Seu caso não valida automaticamente relatos semelhantes ocorridos em outros lugares.

Santuário de Nossa Senhora de La Salette, History: narrativa e decisões episcopais.

Instituição
lasalette.cef.fr
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S26 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 337. O acontecimento de La Salette é situado em 19 de setembro de 1846.
  • 338. O local fica numa região montanhosa dos Alpes franceses.
  • 339. Os protagonistas são Maximin Giraud e Mélanie Calvat.
  • 340. Eles cuidavam de animais quando relataram encontrar uma senhora luminosa.
  • 341. Segundo o Santuário, Maximin tinha onze anos e Mélanie catorze.
  • 342. A figura é inicialmente descrita sentada e chorando.
  • 343. O relato apresenta uma mensagem de conversão destinada ao povo.
  • 344. A senhora fala de seu Filho e da vida dos ouvintes.
  • 345. Sua representação inclui um crucifixo junto ao peito.
  • 346. Outros elementos narrados são rosas, uma corrente, martelo e tenazes.
  • 347. A investigação eclesial se estendeu por cinco anos.
  • 348. O bispo de Grenoble, Philibert de Bruillard, reconheceu a aparição em 1851.
  • 349. O documento é datado de 19 de setembro.
  • 350. A fundação de um santuário foi anunciada no ano seguinte.
  • 351. A história deu origem aos Missionários de Nossa Senhora de La Salette.
  • 352. A espiritualidade do lugar destaca reconciliação, oração e mudança de vida.

Knock Shrine, A Pilgrim’s Guide, especialmente a história na página final do PDF.

Instituição
knockshrine.ie
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S27 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 353. Knock é um lugar de peregrinação mariana na Irlanda.
  • 354. Sua história central se situa em 21 de agosto de 1879.
  • 355. O relato está associado à parede externa da igreja paroquial.
  • 356. As testemunhas descrevem uma cena com Maria, José e João Evangelista.
  • 357. A composição também apresenta um altar e um cordeiro.
  • 358. O cordeiro e a cruz conferem forte significado eucarístico à cena.
  • 359. O acontecimento é lembrado por seu caráter silencioso.
  • 360. Não há uma sequência de discursos marianos equivalente à narrativa de outros santuários.
  • 361. O guia oficial do Santuário destaca a contemplação desse silêncio.
  • 362. A atual Capela da Aparição protege o local associado ao relato.
  • 363. O espaço conserva a relação com a antiga igreja paroquial.
  • 364. A peregrinação inclui oração, celebração e possibilidade de reconciliação sacramental.
  • 365. O Rosário faz parte das práticas dos peregrinos.
  • 366. Existe uma tradição de oração ao redor da igreja.
  • 367. O Santuário apresenta essa prática em continuidade com costumes irlandeses de peregrinação.
  • 368. Knock demonstra que as narrativas marianas não possuem todas a mesma forma.

Santuário de Banneux, The apparitions (1933), com data do reconhecimento episcopal.

Instituição
banneux-nd.be
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S28 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 369. Banneux está ligada a Mariette Beco e a acontecimentos de 1933.
  • 370. O relato compreende oito aparições, entre 15 de janeiro e 2 de março.
  • 371. Maria é invocada nesse contexto como Virgem dos Pobres.
  • 372. A família de Mariette vivia em condições materiais difíceis.
  • 373. Uma fonte de água ocupa lugar central na narrativa.
  • 374. A mensagem relaciona essa fonte ao alívio dos enfermos e a todas as nações.
  • 375. O bispo de Liège reconheceu as aparições em 22 de agosto de 1949.
  • 376. Seu nome era Louis-Joseph Kerkhofs.
  • 377. Beauraing corresponde a outro local e a outro grupo de relatos.
  • 378. Ali, cinco crianças estão ligadas aos acontecimentos de 1932 e 1933.
  • 379. O período vai de 29 de novembro a 3 de janeiro.
  • 380. O local estava ligado a um pensionato mantido por religiosas.
  • 381. A devoção é associada à Virgem do Coração de Ouro.
  • 382. O bispo André-Marie Charue autorizou o culto em 1943.
  • 383. O reconhecimento das aparições ocorreu em 2 de julho de 1949.
  • 384. As duas histórias não devem ser fundidas num único acontecimento belga.

Santuário de Beauraing, Récit des apparitions: narrativa e reconhecimento.

Instituição
sanctuairedebeauraing.be
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S29 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 369. Banneux está ligada a Mariette Beco e a acontecimentos de 1933.
  • 370. O relato compreende oito aparições, entre 15 de janeiro e 2 de março.
  • 371. Maria é invocada nesse contexto como Virgem dos Pobres.
  • 372. A família de Mariette vivia em condições materiais difíceis.
  • 373. Uma fonte de água ocupa lugar central na narrativa.
  • 374. A mensagem relaciona essa fonte ao alívio dos enfermos e a todas as nações.
  • 375. O bispo de Liège reconheceu as aparições em 22 de agosto de 1949.
  • 376. Seu nome era Louis-Joseph Kerkhofs.
  • 377. Beauraing corresponde a outro local e a outro grupo de relatos.
  • 378. Ali, cinco crianças estão ligadas aos acontecimentos de 1932 e 1933.
  • 379. O período vai de 29 de novembro a 3 de janeiro.
  • 380. O local estava ligado a um pensionato mantido por religiosas.
  • 381. A devoção é associada à Virgem do Coração de Ouro.
  • 382. O bispo André-Marie Charue autorizou o culto em 1943.
  • 383. O reconhecimento das aparições ocorreu em 2 de julho de 1949.
  • 384. As duas histórias não devem ser fundidas num único acontecimento belga.

Sala de Imprensa da Santa Sé, declaração do bispo de Gikongoro sobre Kibeho; 29 de junho de 2001.

Instituição
press.vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S30 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 385. Kibeho fica em Ruanda, na África.
  • 386. O início dos acontecimentos é situado em 28 de novembro de 1981.
  • 387. Os primeiros relatos surgiram no ambiente de um colégio.
  • 388. Posteriormente, outras pessoas também afirmaram receber visões.
  • 389. A autoridade eclesial distinguiu os diferentes testemunhos.
  • 390. O culto público foi autorizado em 1988.
  • 391. Essa autorização inicial não resolveu todas as questões sobre autenticidade.
  • 392. O bispo Augustin Misago publicou um julgamento em 29 de junho de 2001.
  • 393. A decisão reconheceu as experiências de três videntes específicas.
  • 394. Seus nomes são Alphonsine Mumureke, Nathalie Mukamazimpaka e Marie-Claire Mukangango.
  • 395. O título Nyina wa Jambo é traduzido como Mãe do Verbo.
  • 396. A declaração não estendeu a aprovação a todos os supostos videntes.
  • 397. Também não reconheceu indistintamente os relatos de aparições de Jesus.
  • 398. O documento acentua a relevância dos acontecimentos públicos de 1982 e 1983.
  • 399. A mensagem pastoral favorece conversão, reconciliação e fraternidade.
  • 400. O próprio julgamento distingue reconhecimento de aparição de um artigo obrigatório de fé.

Agência Fides, On the Eve of Mother’s Day: Chinese Catholic Communities Celebrate Our Lady of China; 11 de maio de 2026.

Instituição
fides.org
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S31 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 401. Donglü também aparece em transliterações como Donglu, Dong Lu e Donglv.
  • 402. A devoção está associada à província chinesa de Hebei.
  • 403. Nossa Senhora de Donglü se relaciona ao título Nossa Senhora da China.
  • 404. Uma notícia da Agência Fides documenta essa ligação histórica.
  • 405. O primeiro concílio chinês, realizado em Xangai em 1924, teve marcante expressão mariana.
  • 406. Seus bispos formularam o propósito de consagrar a China a Nossa Senhora de Donglü.
  • 407. Em 8 de dezembro de 1941, Pio XII atendeu ao pedido de uma festa própria.
  • 408. A celebração homenageia Maria como Rainha da China.
  • 409. A Fides registra sua celebração no segundo sábado de maio nas comunidades mencionadas.
  • 410. Esses atos documentam a devoção, sem resolver automaticamente cada relato extraordinário associado ao lugar.
  • 411. Sheshan corresponde a outro santuário, ligado a Xangai.
  • 412. Ali, Maria é venerada como Auxiliadora dos Cristãos.
  • 413. Bento XVI compôs uma oração a Nossa Senhora de Sheshan em 2008.
  • 414. A oração se relaciona à jornada de 24 de maio pela Igreja na China.
  • 415. Seu conteúdo pede perseverança na fé e fidelidade a Cristo.
  • 416. Donglü e Sheshan pertencem à história mariana chinesa, mas são referências distintas.

Bento XVI, oração a Nossa Senhora de Sheshan; 15 de maio de 2008, para a jornada de 24 de maio.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S32 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 401. Donglü também aparece em transliterações como Donglu, Dong Lu e Donglv.
  • 402. A devoção está associada à província chinesa de Hebei.
  • 403. Nossa Senhora de Donglü se relaciona ao título Nossa Senhora da China.
  • 404. Uma notícia da Agência Fides documenta essa ligação histórica.
  • 405. O primeiro concílio chinês, realizado em Xangai em 1924, teve marcante expressão mariana.
  • 406. Seus bispos formularam o propósito de consagrar a China a Nossa Senhora de Donglü.
  • 407. Em 8 de dezembro de 1941, Pio XII atendeu ao pedido de uma festa própria.
  • 408. A celebração homenageia Maria como Rainha da China.
  • 409. A Fides registra sua celebração no segundo sábado de maio nas comunidades mencionadas.
  • 410. Esses atos documentam a devoção, sem resolver automaticamente cada relato extraordinário associado ao lugar.
  • 411. Sheshan corresponde a outro santuário, ligado a Xangai.
  • 412. Ali, Maria é venerada como Auxiliadora dos Cristãos.
  • 413. Bento XVI compôs uma oração a Nossa Senhora de Sheshan em 2008.
  • 414. A oração se relaciona à jornada de 24 de maio pela Igreja na China.
  • 415. Seu conteúdo pede perseverança na fé e fidelidade a Cristo.
  • 416. Donglü e Sheshan pertencem à história mariana chinesa, mas são referências distintas.

Vatican News, Igreja vietnamita e Nossa Senhora de La Vang; agosto de 2021.

Instituição
vaticannews.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S33 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 417. La Vang é um importante centro de devoção mariana no Vietnã.
  • 418. Sua tradição remonta a cristãos perseguidos no final do século XVIII.
  • 419. O relato situa em 1798 o auxílio de Maria aos refugiados na floresta.
  • 420. Essa narrativa é transmitida pela memória devocional vietnamita.
  • 421. Vatican News documenta peregrinações e celebrações da Igreja nesse santuário.
  • 422. Vailankanni fica no estado indiano de Tamil Nadu.
  • 423. O título local é Nossa Senhora da Saúde.
  • 424. A devoção está associada a tradições que remontam ao século XVI.
  • 425. O santuário recebe também visitantes que não são católicos.
  • 426. Uma carta do Dicastério para a Doutrina da Fé abordou essa realidade em 2024.
  • 427. O documento valorizou seus frutos espirituais e o acolhimento dos peregrinos.
  • 428. Esse acolhimento não equivale a declarar idênticas todas as crenças religiosas.
  • 429. Antipolo fica nas Filipinas e está ligado à Paz e Boa Viagem.
  • 430. Sua catedral recebeu o título de santuário internacional.
  • 431. Em fevereiro de 2024, o arcebispo Rino Fisichella celebrou ali uma missa de ação de graças.
  • 432. As três devoções mostram formas locais diferentes de expressar a proximidade de Maria.

Vatican News, carta sobre Vailankanni e o acolhimento dos peregrinos; 6 de agosto de 2024.

Instituição
vaticannews.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S34 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 417. La Vang é um importante centro de devoção mariana no Vietnã.
  • 418. Sua tradição remonta a cristãos perseguidos no final do século XVIII.
  • 419. O relato situa em 1798 o auxílio de Maria aos refugiados na floresta.
  • 420. Essa narrativa é transmitida pela memória devocional vietnamita.
  • 421. Vatican News documenta peregrinações e celebrações da Igreja nesse santuário.
  • 422. Vailankanni fica no estado indiano de Tamil Nadu.
  • 423. O título local é Nossa Senhora da Saúde.
  • 424. A devoção está associada a tradições que remontam ao século XVI.
  • 425. O santuário recebe também visitantes que não são católicos.
  • 426. Uma carta do Dicastério para a Doutrina da Fé abordou essa realidade em 2024.
  • 427. O documento valorizou seus frutos espirituais e o acolhimento dos peregrinos.
  • 428. Esse acolhimento não equivale a declarar idênticas todas as crenças religiosas.
  • 429. Antipolo fica nas Filipinas e está ligado à Paz e Boa Viagem.
  • 430. Sua catedral recebeu o título de santuário internacional.
  • 431. Em fevereiro de 2024, o arcebispo Rino Fisichella celebrou ali uma missa de ação de graças.
  • 432. As três devoções mostram formas locais diferentes de expressar a proximidade de Maria.

Vatican News, celebração no Santuário Internacional de Antipolo; 26 de fevereiro de 2024.

Instituição
vaticannews.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S35 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 417. La Vang é um importante centro de devoção mariana no Vietnã.
  • 418. Sua tradição remonta a cristãos perseguidos no final do século XVIII.
  • 419. O relato situa em 1798 o auxílio de Maria aos refugiados na floresta.
  • 420. Essa narrativa é transmitida pela memória devocional vietnamita.
  • 421. Vatican News documenta peregrinações e celebrações da Igreja nesse santuário.
  • 422. Vailankanni fica no estado indiano de Tamil Nadu.
  • 423. O título local é Nossa Senhora da Saúde.
  • 424. A devoção está associada a tradições que remontam ao século XVI.
  • 425. O santuário recebe também visitantes que não são católicos.
  • 426. Uma carta do Dicastério para a Doutrina da Fé abordou essa realidade em 2024.
  • 427. O documento valorizou seus frutos espirituais e o acolhimento dos peregrinos.
  • 428. Esse acolhimento não equivale a declarar idênticas todas as crenças religiosas.
  • 429. Antipolo fica nas Filipinas e está ligado à Paz e Boa Viagem.
  • 430. Sua catedral recebeu o título de santuário internacional.
  • 431. Em fevereiro de 2024, o arcebispo Rino Fisichella celebrou ali uma missa de ação de graças.
  • 432. As três devoções mostram formas locais diferentes de expressar a proximidade de Maria.

João Paulo II, Angelus de 22 de março de 1992: Nossa Senhora de Luján.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S36 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 433. Nossa Senhora de Luján é venerada como padroeira da Argentina.
  • 434. João Paulo II relacionou o início de sua veneração ao ano de 1630.
  • 435. A imagem corresponde à representação da Imaculada Conceição.
  • 436. Luján se tornou um centro de peregrinação e religiosidade popular argentina.
  • 437. Nossa Senhora de Caacupé está profundamente ligada à fé do Paraguai.
  • 438. Seu título também aparece como Virgem dos Milagres de Caacupé.
  • 439. Francisco celebrou missa junto ao santuário em 11 de julho de 2015.
  • 440. Sua homilia destacou a proximidade de Maria com a vida do povo.
  • 441. Nossa Senhora da Caridade do Cobre é uma referência mariana de Cuba.
  • 442. O santuário de El Cobre fica próximo a Santiago de Cuba.
  • 443. Francisco rezou ali em setembro de 2015.
  • 444. No mesmo contexto, relacionou Maria à visita, ao serviço e à esperança.
  • 445. Nossa Senhora de Chiquinquirá é uma devoção central na Colômbia.
  • 446. Sua história está associada a uma imagem venerada, não apenas a um nome geográfico.
  • 447. Francisco recordou essa devoção em sua viagem colombiana de 2017.
  • 448. Esses títulos mostram a integração da memória mariana à história de diferentes povos americanos.

Francisco, homilia em Caacupé, Paraguai; 11 de julho de 2015.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S37 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 433. Nossa Senhora de Luján é venerada como padroeira da Argentina.
  • 434. João Paulo II relacionou o início de sua veneração ao ano de 1630.
  • 435. A imagem corresponde à representação da Imaculada Conceição.
  • 436. Luján se tornou um centro de peregrinação e religiosidade popular argentina.
  • 437. Nossa Senhora de Caacupé está profundamente ligada à fé do Paraguai.
  • 438. Seu título também aparece como Virgem dos Milagres de Caacupé.
  • 439. Francisco celebrou missa junto ao santuário em 11 de julho de 2015.
  • 440. Sua homilia destacou a proximidade de Maria com a vida do povo.
  • 441. Nossa Senhora da Caridade do Cobre é uma referência mariana de Cuba.
  • 442. O santuário de El Cobre fica próximo a Santiago de Cuba.
  • 443. Francisco rezou ali em setembro de 2015.
  • 444. No mesmo contexto, relacionou Maria à visita, ao serviço e à esperança.
  • 445. Nossa Senhora de Chiquinquirá é uma devoção central na Colômbia.
  • 446. Sua história está associada a uma imagem venerada, não apenas a um nome geográfico.
  • 447. Francisco recordou essa devoção em sua viagem colombiana de 2017.
  • 448. Esses títulos mostram a integração da memória mariana à história de diferentes povos americanos.

Francisco, homilia no Santuário da Virgem da Caridade do Cobre, Cuba; 22 de setembro de 2015.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S38 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 433. Nossa Senhora de Luján é venerada como padroeira da Argentina.
  • 434. João Paulo II relacionou o início de sua veneração ao ano de 1630.
  • 435. A imagem corresponde à representação da Imaculada Conceição.
  • 436. Luján se tornou um centro de peregrinação e religiosidade popular argentina.
  • 437. Nossa Senhora de Caacupé está profundamente ligada à fé do Paraguai.
  • 438. Seu título também aparece como Virgem dos Milagres de Caacupé.
  • 439. Francisco celebrou missa junto ao santuário em 11 de julho de 2015.
  • 440. Sua homilia destacou a proximidade de Maria com a vida do povo.
  • 441. Nossa Senhora da Caridade do Cobre é uma referência mariana de Cuba.
  • 442. O santuário de El Cobre fica próximo a Santiago de Cuba.
  • 443. Francisco rezou ali em setembro de 2015.
  • 444. No mesmo contexto, relacionou Maria à visita, ao serviço e à esperança.
  • 445. Nossa Senhora de Chiquinquirá é uma devoção central na Colômbia.
  • 446. Sua história está associada a uma imagem venerada, não apenas a um nome geográfico.
  • 447. Francisco recordou essa devoção em sua viagem colombiana de 2017.
  • 448. Esses títulos mostram a integração da memória mariana à história de diferentes povos americanos.

Francisco, Angelus em Cartagena, Colômbia; 10 de setembro de 2017.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S39 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 433. Nossa Senhora de Luján é venerada como padroeira da Argentina.
  • 434. João Paulo II relacionou o início de sua veneração ao ano de 1630.
  • 435. A imagem corresponde à representação da Imaculada Conceição.
  • 436. Luján se tornou um centro de peregrinação e religiosidade popular argentina.
  • 437. Nossa Senhora de Caacupé está profundamente ligada à fé do Paraguai.
  • 438. Seu título também aparece como Virgem dos Milagres de Caacupé.
  • 439. Francisco celebrou missa junto ao santuário em 11 de julho de 2015.
  • 440. Sua homilia destacou a proximidade de Maria com a vida do povo.
  • 441. Nossa Senhora da Caridade do Cobre é uma referência mariana de Cuba.
  • 442. O santuário de El Cobre fica próximo a Santiago de Cuba.
  • 443. Francisco rezou ali em setembro de 2015.
  • 444. No mesmo contexto, relacionou Maria à visita, ao serviço e à esperança.
  • 445. Nossa Senhora de Chiquinquirá é uma devoção central na Colômbia.
  • 446. Sua história está associada a uma imagem venerada, não apenas a um nome geográfico.
  • 447. Francisco recordou essa devoção em sua viagem colombiana de 2017.
  • 448. Esses títulos mostram a integração da memória mariana à história de diferentes povos americanos.

Santuário Nacional Católico de Walsingham, Our Story.

Instituição
walsingham.org.uk
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S40 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 449. Walsingham é uma referência da devoção mariana inglesa.
  • 450. Sua narrativa de origem está ligada a Richeldis de Faverches.
  • 451. A tradição situa em 1061 a experiência que motivou uma reprodução da casa de Nazaré.
  • 452. O propósito era recordar a Anunciação e a encarnação.
  • 453. O antigo santuário foi destruído no contexto da Reforma inglesa.
  • 454. A peregrinação católica foi retomada nos séculos posteriores.
  • 455. Montserrat é um centro mariano ligado à Catalunha, na Espanha.
  • 456. A invocação local aparece em catalão como Mare de Déu de Montserrat.
  • 457. Sua tradição se relaciona à vida de uma abadia e às peregrinações.
  • 458. Documentos pontifícios reconhecem sua importância para a oração do povo.
  • 459. Częstochowa está ligada ao santuário de Jasna Góra, na Polônia.
  • 460. A imagem mariana ocupa lugar marcante na memória religiosa polonesa.
  • 461. João Paulo II celebrou ali em 4 de junho de 1979.
  • 462. Ele descreveu o vínculo entre o santuário, as famílias e a história nacional.
  • 463. A presença de Maria nesses lugares é expressa por imagens, liturgia e peregrinação.
  • 464. Nem toda grande devoção europeia se estrutura como uma série moderna de aparições.

Leão XIV, oração do Rosário em Montserrat; 10 de junho de 2026.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S41 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 449. Walsingham é uma referência da devoção mariana inglesa.
  • 450. Sua narrativa de origem está ligada a Richeldis de Faverches.
  • 451. A tradição situa em 1061 a experiência que motivou uma reprodução da casa de Nazaré.
  • 452. O propósito era recordar a Anunciação e a encarnação.
  • 453. O antigo santuário foi destruído no contexto da Reforma inglesa.
  • 454. A peregrinação católica foi retomada nos séculos posteriores.
  • 455. Montserrat é um centro mariano ligado à Catalunha, na Espanha.
  • 456. A invocação local aparece em catalão como Mare de Déu de Montserrat.
  • 457. Sua tradição se relaciona à vida de uma abadia e às peregrinações.
  • 458. Documentos pontifícios reconhecem sua importância para a oração do povo.
  • 459. Częstochowa está ligada ao santuário de Jasna Góra, na Polônia.
  • 460. A imagem mariana ocupa lugar marcante na memória religiosa polonesa.
  • 461. João Paulo II celebrou ali em 4 de junho de 1979.
  • 462. Ele descreveu o vínculo entre o santuário, as famílias e a história nacional.
  • 463. A presença de Maria nesses lugares é expressa por imagens, liturgia e peregrinação.
  • 464. Nem toda grande devoção europeia se estrutura como uma série moderna de aparições.

João Paulo II, homilia e consagração em Jasna Góra; 4 de junho de 1979.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S42 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 449. Walsingham é uma referência da devoção mariana inglesa.
  • 450. Sua narrativa de origem está ligada a Richeldis de Faverches.
  • 451. A tradição situa em 1061 a experiência que motivou uma reprodução da casa de Nazaré.
  • 452. O propósito era recordar a Anunciação e a encarnação.
  • 453. O antigo santuário foi destruído no contexto da Reforma inglesa.
  • 454. A peregrinação católica foi retomada nos séculos posteriores.
  • 455. Montserrat é um centro mariano ligado à Catalunha, na Espanha.
  • 456. A invocação local aparece em catalão como Mare de Déu de Montserrat.
  • 457. Sua tradição se relaciona à vida de uma abadia e às peregrinações.
  • 458. Documentos pontifícios reconhecem sua importância para a oração do povo.
  • 459. Częstochowa está ligada ao santuário de Jasna Góra, na Polônia.
  • 460. A imagem mariana ocupa lugar marcante na memória religiosa polonesa.
  • 461. João Paulo II celebrou ali em 4 de junho de 1979.
  • 462. Ele descreveu o vínculo entre o santuário, as famílias e a história nacional.
  • 463. A presença de Maria nesses lugares é expressa por imagens, liturgia e peregrinação.
  • 464. Nem toda grande devoção europeia se estrutura como uma série moderna de aparições.

Vatican News, Rosário e devoção em Muxima, Angola; abril de 2026.

Instituição
vaticannews.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S43 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 465. Muxima é um centro de peregrinação mariana de Angola.
  • 466. A expressão Mamã Muxima manifesta a linguagem afetiva dessa devoção.
  • 467. O santuário está associado a encontros comunitários e à oração do Rosário.
  • 468. A documentação eclesial destaca seu papel de consolo para os peregrinos.
  • 469. A devoção mariana integra ali a vida religiosa e a memória local.
  • 470. Nossa Senhora da África é venerada numa basílica em Argel.
  • 471. Esse santuário pertence ao contexto cristão da Argélia.
  • 472. Uma inscrição pede a intercessão de Maria por cristãos e muçulmanos.
  • 473. O lugar expressa também uma vocação de encontro e convivência.
  • 474. Essa referência norte-africana é distinta de Kibeho e de Muxima.
  • 475. Na Austrália, Maria é venerada como Auxiliadora dos Cristãos.
  • 476. A Conferência Episcopal australiana relaciona seu patronato nacional a 1844.
  • 477. O título é expresso em inglês como Mary Help of Christians.
  • 478. Ele também pertence ao repertório mais amplo da oração católica.
  • 479. O patronato australiano não exige a existência de uma aparição mariana local.
  • 480. África e Oceania participam da devoção mariana por histórias próprias e variadas.

Vatican News, Nossa Senhora da África e a visita a Argel; abril de 2026.

Instituição
vaticannews.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S44 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 465. Muxima é um centro de peregrinação mariana de Angola.
  • 466. A expressão Mamã Muxima manifesta a linguagem afetiva dessa devoção.
  • 467. O santuário está associado a encontros comunitários e à oração do Rosário.
  • 468. A documentação eclesial destaca seu papel de consolo para os peregrinos.
  • 469. A devoção mariana integra ali a vida religiosa e a memória local.
  • 470. Nossa Senhora da África é venerada numa basílica em Argel.
  • 471. Esse santuário pertence ao contexto cristão da Argélia.
  • 472. Uma inscrição pede a intercessão de Maria por cristãos e muçulmanos.
  • 473. O lugar expressa também uma vocação de encontro e convivência.
  • 474. Essa referência norte-africana é distinta de Kibeho e de Muxima.
  • 475. Na Austrália, Maria é venerada como Auxiliadora dos Cristãos.
  • 476. A Conferência Episcopal australiana relaciona seu patronato nacional a 1844.
  • 477. O título é expresso em inglês como Mary Help of Christians.
  • 478. Ele também pertence ao repertório mais amplo da oração católica.
  • 479. O patronato australiano não exige a existência de uma aparição mariana local.
  • 480. África e Oceania participam da devoção mariana por histórias próprias e variadas.

Conferência Episcopal Católica Australiana, recurso sobre a entrega a Maria Auxiliadora; 2021.

Instituição
socialjustice.catholic.org.au
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S45 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 465. Muxima é um centro de peregrinação mariana de Angola.
  • 466. A expressão Mamã Muxima manifesta a linguagem afetiva dessa devoção.
  • 467. O santuário está associado a encontros comunitários e à oração do Rosário.
  • 468. A documentação eclesial destaca seu papel de consolo para os peregrinos.
  • 469. A devoção mariana integra ali a vida religiosa e a memória local.
  • 470. Nossa Senhora da África é venerada numa basílica em Argel.
  • 471. Esse santuário pertence ao contexto cristão da Argélia.
  • 472. Uma inscrição pede a intercessão de Maria por cristãos e muçulmanos.
  • 473. O lugar expressa também uma vocação de encontro e convivência.
  • 474. Essa referência norte-africana é distinta de Kibeho e de Muxima.
  • 475. Na Austrália, Maria é venerada como Auxiliadora dos Cristãos.
  • 476. A Conferência Episcopal australiana relaciona seu patronato nacional a 1844.
  • 477. O título é expresso em inglês como Mary Help of Christians.
  • 478. Ele também pertence ao repertório mais amplo da oração católica.
  • 479. O patronato australiano não exige a existência de uma aparição mariana local.
  • 480. África e Oceania participam da devoção mariana por histórias próprias e variadas.

National Gallery, Giovanni Bellini, The Virgin and Child, NG280: análise do manto e do pigmento.

Instituição
nationalgallery.org.uk
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S46 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 481. A arte mariana interpreta a fé mediante formas, cores, gestos e materiais.
  • 482. Uma pintura de Maria não é automaticamente um retrato histórico de sua aparência.
  • 483. O azul é frequente em mantos marianos da pintura europeia.
  • 484. Em determinadas obras, os pintores utilizaram ultramarino produzido a partir de lápis-lazúli.
  • 485. A National Gallery identifica esse pigmento no manto de uma Virgem de Giovanni Bellini.
  • 486. Em outra obra, de Ghirlandaio, o museu identifica azurita no manto.
  • 487. A mesma análise registra alterações na aparência desse pigmento ao longo do tempo.
  • 488. Portanto, nem todo azul mariano corresponde à mesma substância ou conservação.
  • 489. Apocalipse 12 apresenta uma mulher vestida de sol.
  • 490. A figura possui a lua sob os pés e uma coroa de doze estrelas.
  • 491. A leitura cristã relaciona essa imagem ao povo de Deus e também a Maria.
  • 492. Seu simbolismo não funciona como descrição fotográfica de uma roupa histórica.
  • 493. Um manto estrelado pode evocar essa tradição iconográfica de maneira artística.
  • 494. Não demonstra, por si, uma correspondência astronômica com um acontecimento particular.
  • 495. O Catecismo explica que a honra prestada à imagem se dirige à pessoa representada.
  • 496. A veneração de imagens não atribui divindade à madeira, à tinta ou ao tecido.

National Gallery, Domenico Ghirlandaio, The Virgin and Child, NG3937: azurita e conservação.

Instituição
nationalgallery.org.uk
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S47 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 481. A arte mariana interpreta a fé mediante formas, cores, gestos e materiais.
  • 482. Uma pintura de Maria não é automaticamente um retrato histórico de sua aparência.
  • 483. O azul é frequente em mantos marianos da pintura europeia.
  • 484. Em determinadas obras, os pintores utilizaram ultramarino produzido a partir de lápis-lazúli.
  • 485. A National Gallery identifica esse pigmento no manto de uma Virgem de Giovanni Bellini.
  • 486. Em outra obra, de Ghirlandaio, o museu identifica azurita no manto.
  • 487. A mesma análise registra alterações na aparência desse pigmento ao longo do tempo.
  • 488. Portanto, nem todo azul mariano corresponde à mesma substância ou conservação.
  • 489. Apocalipse 12 apresenta uma mulher vestida de sol.
  • 490. A figura possui a lua sob os pés e uma coroa de doze estrelas.
  • 491. A leitura cristã relaciona essa imagem ao povo de Deus e também a Maria.
  • 492. Seu simbolismo não funciona como descrição fotográfica de uma roupa histórica.
  • 493. Um manto estrelado pode evocar essa tradição iconográfica de maneira artística.
  • 494. Não demonstra, por si, uma correspondência astronômica com um acontecimento particular.
  • 495. O Catecismo explica que a honra prestada à imagem se dirige à pessoa representada.
  • 496. A veneração de imagens não atribui divindade à madeira, à tinta ou ao tecido.

Catecismo, §§ 2129-2132, sobre imagens; edição espanhola da Santa Sé.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S48 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 481. A arte mariana interpreta a fé mediante formas, cores, gestos e materiais.
  • 482. Uma pintura de Maria não é automaticamente um retrato histórico de sua aparência.
  • 483. O azul é frequente em mantos marianos da pintura europeia.
  • 484. Em determinadas obras, os pintores utilizaram ultramarino produzido a partir de lápis-lazúli.
  • 485. A National Gallery identifica esse pigmento no manto de uma Virgem de Giovanni Bellini.
  • 486. Em outra obra, de Ghirlandaio, o museu identifica azurita no manto.
  • 487. A mesma análise registra alterações na aparência desse pigmento ao longo do tempo.
  • 488. Portanto, nem todo azul mariano corresponde à mesma substância ou conservação.
  • 489. Apocalipse 12 apresenta uma mulher vestida de sol.
  • 490. A figura possui a lua sob os pés e uma coroa de doze estrelas.
  • 491. A leitura cristã relaciona essa imagem ao povo de Deus e também a Maria.
  • 492. Seu simbolismo não funciona como descrição fotográfica de uma roupa histórica.
  • 493. Um manto estrelado pode evocar essa tradição iconográfica de maneira artística.
  • 494. Não demonstra, por si, uma correspondência astronômica com um acontecimento particular.
  • 495. O Catecismo explica que a honra prestada à imagem se dirige à pessoa representada.
  • 496. A veneração de imagens não atribui divindade à madeira, à tinta ou ao tecido.

Dicastério para a Doutrina da Fé, normas sobre presumidos fenômenos sobrenaturais; 17 de maio de 2024.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S49 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 497. As revelações privadas não acrescentam uma nova etapa à revelação cristã definitiva.
  • 498. O Catecismo as distingue do depósito da fé.
  • 499. Em 2024, o Dicastério publicou novas normas sobre presumidos fenômenos sobrenaturais.
  • 500. As normas entraram em vigor em 19 de maio daquele ano.
  • 501. Entre os resultados possíveis está o nihil obstat.
  • 502. Essa decisão pode permitir a valorização pastoral de uma experiência espiritual.
  • 503. Ela não declara automaticamente a origem sobrenatural de todos os acontecimentos.
  • 504. Em setembro de 2024, uma nota tratou da experiência espiritual de Medjugorje.
  • 505. O documento reconheceu frutos positivos e estabeleceu esclarecimentos importantes.
  • 506. O nihil obstat não foi uma autenticação indiscriminada das presumidas mensagens.
  • 507. Em novembro de 2025, o Dicastério publicou Mater Populi fidelis.
  • 508. A nota examinou títulos ligados à cooperação de Maria na salvação.
  • 509. Seu fundamento é a singularidade de Cristo como Mediador e Redentor.
  • 510. O texto considera inadequado empregar Corredentora para definir essa cooperação.
  • 511. Ao mesmo tempo, valoriza a maternidade espiritual e a intercessão de Maria.
  • 512. A fidelidade da devoção inclui distinguir a beleza da linguagem religiosa da precisão doutrinal.

Dicastério para a Doutrina da Fé, A Rainha da Paz: nota sobre Medjugorje; 19 de setembro de 2024.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S50 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 497. As revelações privadas não acrescentam uma nova etapa à revelação cristã definitiva.
  • 498. O Catecismo as distingue do depósito da fé.
  • 499. Em 2024, o Dicastério publicou novas normas sobre presumidos fenômenos sobrenaturais.
  • 500. As normas entraram em vigor em 19 de maio daquele ano.
  • 501. Entre os resultados possíveis está o nihil obstat.
  • 502. Essa decisão pode permitir a valorização pastoral de uma experiência espiritual.
  • 503. Ela não declara automaticamente a origem sobrenatural de todos os acontecimentos.
  • 504. Em setembro de 2024, uma nota tratou da experiência espiritual de Medjugorje.
  • 505. O documento reconheceu frutos positivos e estabeleceu esclarecimentos importantes.
  • 506. O nihil obstat não foi uma autenticação indiscriminada das presumidas mensagens.
  • 507. Em novembro de 2025, o Dicastério publicou Mater Populi fidelis.
  • 508. A nota examinou títulos ligados à cooperação de Maria na salvação.
  • 509. Seu fundamento é a singularidade de Cristo como Mediador e Redentor.
  • 510. O texto considera inadequado empregar Corredentora para definir essa cooperação.
  • 511. Ao mesmo tempo, valoriza a maternidade espiritual e a intercessão de Maria.
  • 512. A fidelidade da devoção inclui distinguir a beleza da linguagem religiosa da precisão doutrinal.

Dicastério para a Doutrina da Fé, Mater Populi fidelis, especialmente § 22; 4 de novembro de 2025.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S51 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 497. As revelações privadas não acrescentam uma nova etapa à revelação cristã definitiva.
  • 498. O Catecismo as distingue do depósito da fé.
  • 499. Em 2024, o Dicastério publicou novas normas sobre presumidos fenômenos sobrenaturais.
  • 500. As normas entraram em vigor em 19 de maio daquele ano.
  • 501. Entre os resultados possíveis está o nihil obstat.
  • 502. Essa decisão pode permitir a valorização pastoral de uma experiência espiritual.
  • 503. Ela não declara automaticamente a origem sobrenatural de todos os acontecimentos.
  • 504. Em setembro de 2024, uma nota tratou da experiência espiritual de Medjugorje.
  • 505. O documento reconheceu frutos positivos e estabeleceu esclarecimentos importantes.
  • 506. O nihil obstat não foi uma autenticação indiscriminada das presumidas mensagens.
  • 507. Em novembro de 2025, o Dicastério publicou Mater Populi fidelis.
  • 508. A nota examinou títulos ligados à cooperação de Maria na salvação.
  • 509. Seu fundamento é a singularidade de Cristo como Mediador e Redentor.
  • 510. O texto considera inadequado empregar Corredentora para definir essa cooperação.
  • 511. Ao mesmo tempo, valoriza a maternidade espiritual e a intercessão de Maria.
  • 512. A fidelidade da devoção inclui distinguir a beleza da linguagem religiosa da precisão doutrinal.

Catecismo, §§ 66-67: revelação definitiva e revelações privadas.

Instituição
vatican.va
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
5 de outubro de 2026
Observação
Referência S52 incorporada do dossiê de pesquisa.
Afirmações que sustenta
  • 497. As revelações privadas não acrescentam uma nova etapa à revelação cristã definitiva.
  • 498. O Catecismo as distingue do depósito da fé.
  • 499. Em 2024, o Dicastério publicou novas normas sobre presumidos fenômenos sobrenaturais.
  • 500. As normas entraram em vigor em 19 de maio daquele ano.
  • 501. Entre os resultados possíveis está o nihil obstat.
  • 502. Essa decisão pode permitir a valorização pastoral de uma experiência espiritual.
  • 503. Ela não declara automaticamente a origem sobrenatural de todos os acontecimentos.
  • 504. Em setembro de 2024, uma nota tratou da experiência espiritual de Medjugorje.
  • 505. O documento reconheceu frutos positivos e estabeleceu esclarecimentos importantes.
  • 506. O nihil obstat não foi uma autenticação indiscriminada das presumidas mensagens.
  • 507. Em novembro de 2025, o Dicastério publicou Mater Populi fidelis.
  • 508. A nota examinou títulos ligados à cooperação de Maria na salvação.
  • 509. Seu fundamento é a singularidade de Cristo como Mediador e Redentor.
  • 510. O texto considera inadequado empregar Corredentora para definir essa cooperação.
  • 511. Ao mesmo tempo, valoriza a maternidade espiritual e a intercessão de Maria.
  • 512. A fidelidade da devoção inclui distinguir a beleza da linguagem religiosa da precisão doutrinal.

Aparições de Banneux: decisões da Igreja (Miracle Hunter, citando Dessain, «Notre Dame de Banneux», 1967, p. 207)

Instituição
Miracle Hunter (site de documentação, fonte secundária)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Compilação secundária: a declaração de 1949 é citada de um livro de 1967 e não foi lida no original. Datas de 1942, 1947 e 1952 aparecem na página, mas sem o texto das decisões.
Afirmações que sustenta
  • Mariette Beco, de 11 anos, relatou oito aparições entre 15 de janeiro e 2 de março de 1933.
  • Em 22 de agosto de 1949, Dom Louis-Joseph Kerkhofs, bispo de Liège, declarou: «Two times, first in 1942 and then in 1947, we have officially recognized the reality of the apparitions of Banneux. Today after two new years of prayer and observation, we believe in conscience to be able and to be required to recognize without reserve this reality, namely, the reality of the eight apparitions of the Holy Virgin to Mariette Beco».

Basilica of Our Lady of Good Health, Velankanni (Indian Christian Heritage)

Instituição
Indian Christian Heritage (site de divulgação histórica)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Site de divulgação, não documento eclesial; lista oito referências (obras acadêmicas e sítios do santuário e da diocese), que não foram lidas.
Afirmações que sustenta
  • Três tradições locais, de datação do século XVI: um menino pastor a quem a Virgem teria pedido leite; um menino coxo vendedor de leitelho que, depois de levar uma mensagem a um católico de Nagapattinam, teria sido curado; marinheiros portugueses que, numa tempestade na Baía de Bengala, prometeram uma igreja e ergueram uma capela ao chegar a Velankanni.
  • O próprio texto observa que muitos aspectos dessas histórias pertencem à tradição religiosa local, e não à história documentada.
  • «Pope John XXIII elevated the church to the status of a Minor Basilica in 1962.»
  • A festa anual de Nossa Senhora da Boa Saúde é celebrada de 29 de agosto a 8 de setembro, terminando na festa da Natividade da Virgem Maria.

Santa Maria Maggiore (Wikipédia em inglês)

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Wikipédia (enciclopédia colaborativa, fonte terciária)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • The Papal Basilica of Saint Mary Major is a Roman Catholic Papal Basilica and one of the Seven Pilgrim Churches of Rome; the largest Marian church in Rome.
  • The shrine is dedicated to the Blessed Virgin Mary under the title of Our Lady of the Snow.
  • Pursuant to the Lateran Treaty of 1929 the basilica is in Italy and not Vatican City; it is a property of the Holy See.

Basilica della Santa Casa (Wikipédia em inglês)

Instituição
Wikipédia (enciclopédia colaborativa, fonte terciária)
Data do documento
não informada na fonte
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • The Basilica della Santa Casa is a Marian shrine in Loreto, in the Marches, Italy, widely known for preserving the house of the Holy Family.
  • Pious legends claim the house was supernaturally flown over by angelic beings from Nazareth to Tersatto (Trsat in Croatia), then to Recanati, before arriving at the current site.
  • The shrine is designated a basilica by the privilege of immemorial status and enshrines the Madonna and Child image of Our Lady of Loreto.

Notre-Dame de Paris (Wikipédia em inglês)

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4 de outubro de 2026
Observação
Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • Notre-Dame de Paris is a medieval Catholic cathedral and basilica on the Île de la Cité in the 4th arrondissement of Paris, France.
  • It is the cathedral church of the Roman Catholic Archdiocese of Paris and is dedicated to the Virgin Mary.
  • It is considered one of the finest examples of French Gothic architecture.

Chartres Cathedral (Wikipédia em inglês)

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4 de outubro de 2026
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Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • Chartres Cathedral (Cathédrale Notre-Dame de Chartres) is a Catholic cathedral in Chartres, France, about 80 km southwest of Paris, and the seat of the Bishop of Chartres.
  • Dedicated in honour of the Virgin Mary, it was mostly constructed between 1194 and 1220.
  • It stands on the site of at least five cathedrals that have occupied the site since the Diocese of Chartres was formed as an episcopal see in the 4th century; its north spire is more recent (1507-1513).

Our Lady of Walsingham (Wikipédia em inglês)

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4 de outubro de 2026
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Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • Our Lady of Walsingham is a title given to Mary venerated by Catholics, high-church Anglicans and Western Rite Orthodox Christians.
  • According to tradition, the title is linked to a Marian vision experienced in 1061 by Lady Richeldis de Faverches, an Anglo-Saxon noblewoman and widow, in the village of Walsingham, Norfolk, England.
  • In the vision, the Blessed Virgin Mary showed her the Holy House in Nazareth and commissioned her to construct a counterpart in Walsingham, dedicated to the mystery of the Annunciation.

Santa Maria de Montserrat Abbey (Wikipédia em inglês)

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Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • Santa Maria de Montserrat is an abbey of the Order of Saint Benedict located on the mountain of Montserrat in Monistrol de Montserrat, Catalonia, Spain.
  • It is notable for enshrining the image of the Virgin of Montserrat.
  • The monastery was founded in 1025 and rebuilt between the 19th and 20th centuries, with a community of around 70 monks.

Cathedral-Basilica of Our Lady of the Pillar (Wikipédia em inglês)

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Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • The Cathedral Basilica of Our Lady of the Pillar is a Catholic church in the city of Zaragoza, Aragon, dedicated to the Blessed Virgin Mary under the title of Our Lady of the Pillar, praised as Mother of the Hispanic Peoples by Pope John Paul II.
  • It is reputed to be the first-ever church dedicated to Mary; local traditions take the history of this basilica back to the early days of Christianity.
  • Wikidata gives 1681 as the inception date of the present building.

Monastery of Saint Mary of Guadalupe (Wikipédia em inglês)

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Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • The Royal Monastery of Saint Mary of Guadalupe is a Roman Catholic monastic establishment built during the 14th century located in Guadalupe, in Extremadura, Spain.
  • It is located at the foot of the eastern side of the Sierra de las Villuercas and was one of the finest and most important monasteries in the country for more than four centuries.
  • UNESCO declared it a World Heritage Site in 1993.

Santa Cueva de Covadonga (Wikipédia em inglês)

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Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • The Santa Cueva de Covadonga is a Catholic sanctuary located in Asturias, northern Spain, in a cave in the Picos de Europa mountains.
  • The sanctuary is dedicated to the Virgin of Covadonga, and the first battle of the Reconquista is said to have taken place there in 718.

Shrine of Our Lady of Altötting (Wikipédia em inglês)

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Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • The Shrine of Our Lady of Altötting, also known as the Chapel of Grace (Gnadenkapelle), is dedicated to the Virgin Mary. It is the national shrine of Bavaria.
  • It is known for the many healings which are said to have taken place there, is one of the most important and most visited pilgrimage destinations in Europe and is sometimes called the Lourdes of Germany.

Einsiedeln Abbey (Wikipédia em inglês)

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Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • Einsiedeln Abbey is a Catholic monastery administered by the Benedictine Order in the village of Einsiedeln, Switzerland.
  • It is one of the most important baroque monastic sites and the largest place of pilgrimage in Switzerland.
  • The Black Madonna of Einsiedeln in the Chapel of Grace attracts around 800,000 pilgrims and tourists every year.

Mariazell Basilica (Wikipédia em inglês)

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Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • Mariazell Basilica, also known as Basilica Mariä Geburt (Basilica of the Birth of the Virgin Mary), is a Roman Catholic church building in Mariazell, Austria.
  • It is the most important Christian pilgrimage destination in Austria and one of the most visited shrines in Europe.
  • In the church, a miraculous wooden image of the Virgin Mary is venerated.

Jasna Góra Monastery (Wikipédia em inglês)

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Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • Jasna Góra Monastery in Częstochowa, Poland, is a shrine dedicated to the Virgin Mary and one of the country's places of pilgrimage.
  • The image of the Black Madonna of Częstochowa, to which miraculous powers are attributed, is one of Jasna Góra's most precious treasures.
  • Wikidata gives 1382 as the inception date of the monastery.

Basilica of Our Lady of Licheń (Wikipédia em inglês)

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Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • The Basilica of Our Lady of Licheń is a Catholic church at the Shrine of Our Lady of Sorrows, Queen of Poland, in the village of Licheń Stary near Konin in the Greater Poland Voivodeship in Poland.
  • It is the largest church in Poland and one of the largest church buildings in the world, built from 1994.
  • Wikidata gives 12 June 2004 as the inception date.

Shrine of the Virgin of the Rosary of Pompei (Wikipédia em inglês)

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Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • The Pontifical Shrine of the Blessed Virgin of the Rosary of Pompei is a Catholic cathedral, Marian pontifical shrine, and Pontifical minor basilica commissioned and co-founded by Bartolo Longo and his wife the Countess Mariana di Fusco, located in Pompei, Italy.
  • It is the see of the Territorial Prelature of Pompei; Wikidata gives 1876 as inception.

Madonna delle Lacrime, Siracusa (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • The Basilica of the Madonna delle Lacrime (Sanctuary of the Virgin of Tears) is a 20th-century Roman Catholic Marian shrine church in Syracuse in Sicily, Italy.
  • The modern building dominates the skyline of the approach to Ortigia; Wikidata gives 1966 as inception.

Basilica of Notre-Dame de Fourvière (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • The Basilica of Notre-Dame de Fourvière is a minor basilica in Lyon, France. It was built with private funds between 1872 and 1896 in a dominant position overlooking the city.
  • The site it occupies was once the Roman forum of Trajan.

Notre-Dame de la Garde (Wikipédia em inglês)

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Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • Notre-Dame de la Garde, known to local citizens as la Bonne Mère, is a Catholic basilica in Marseille, France, and the city's best-known symbol.
  • It is the site of a popular Assumption Day pilgrimage and the most visited site in Marseille.

Sanctuary of Our Lady of Sameiro (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • The Sanctuary of Our Lady of Sameiro is a sanctuary and Marian shrine in Braga, Portugal.
  • It remains one of the most frequented places of Marian devotion in Portugal, the complex itself surpassed in size only by the Sanctuary of Fátima.

Basilica of Our Lady of Luján (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • The Minor Basilica of Our Lady of Luján is a Catholic church in Luján, Buenos Aires, Argentina, dedicated to Our Lady of Luján, the patron saint of Argentina.
  • It is part of the Archdiocese of Mercedes-Luján and was built in Neogothic style between 1890 and 1935.

Notre-Dame Basilica (Montreal) (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • The Basilica of Our Lady of Montreal is a minor basilica of the Catholic Church in the historic Old Montreal district of Montreal in Quebec, Canada, at 110 Notre-Dame Street West, next to the Saint-Sulpice Seminary.
  • Wikidata gives 1829 as the inception date.

Basilica of the National Shrine of the Immaculate Conception (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • The shrine is dedicated to Our Lady of the Immaculate Conception.
  • The dedication occurred in 1959.
  • The USCCB designated it a national shrine and Sanctuary of Prayer and Pilgrimage.
  • Pope John Paul II elevated the National Shrine to a minor basilica in October of 1990.

Cathedral Basilica of Our Lady of Miracles, Caacupé (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • The Cathedral Basilica of Our Lady of Miracles, also Caacupé Cathedral, is the Catholic cathedral of the city of Caacupé, Paraguay, and the seat of the Roman Catholic Diocese of Caacupé.
  • The diocese was created as a territorial prelature in 1960 and was promoted to its current status in 1967.

Copacabana, Bolivia (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • Copacabana is the main Bolivian town on the shore of Lake Titicaca.
  • The town has a large 17th-century shrine, the Basilica of Our Lady of Copacabana, dedicated to Our Lady of Copacabana, the patron saint of Bolivia.

Basilica of Our Lady of the Angels, Cartago (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • The Basilica of Our Lady of the Angels is a Roman Catholic basilica in Cartago, Costa Rica, dedicated to the Virgen de los Pardos, officially known as Virgen de los Ángeles.
  • The basilica was built in 1639 and was partially destroyed by an earthquake; Wikidata gives 1924 as the inception of the present building.

Basilica of Our Lady of Nazareth of Exile (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • The Basilica of Our Lady of Nazareth of Exile is a minor basilica of the Catholic Church located in the city of Belém, Pará, Brazil.
  • Its construction started in 1909 at the place where the image of the Virgin of Nazareth was found by Plácido José de Souza, whose origins are controversial, with different versions.

Our Lady of Suyapa (Wikipédia em inglês)

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  • Our Lady of Suyapa is a Roman Catholic title of the Blessed Virgin Mary from the 18th-century cedar wood statue (6 cm) widely venerated by its devotees.
  • The statue is kept in the Basílica of Suyapa, Tegucigalpa, Honduras, where many make pilgrimages on February 3.

Basilica-Cathedral of Our Lady of Altagracia (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • The Basilica-Cathedral of Our Lady of Altagracia is a Roman Catholic minor basilica and cathedral in the Dominican Republic dedicated to Our Lady of Altagracia, patroness of the nation.
  • It is in Salvaleón de Higüey and is the seat of the Roman Catholic Diocese of Nuestra Señora de la Altagracia in Higüey; Wikidata gives 1970 as inception.

Basilica of the Annunciation (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • The Church of the Annunciation, sometimes also referred to as the Basilica of the Annunciation, is a Catholic church in Nazareth, in northern Israel.
  • It is one of two claimants to the site of the Annunciation, in which the angel Gabriel appeared to the Virgin Mary and announced that she would give birth to Jesus; Wikidata gives 1969 as inception.

Tomb of the Virgin Mary (Wikipédia em inglês)

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Fonte terciária, lida em 5 de outubro de 2026 para localizar o santuário e resumir dados básicos. Não é documento eclesial; títulos, decisões e datas de culto exigem fonte primária, ainda não lida.
Afirmações que sustenta
  • The Church of the Sepulchre of Saint Mary, also Tomb of the Virgin Mary or Church of the Assumption, is a Christian church built around an ancient Judean rock-cut tomb in the Kidron Valley at the foot of Mount of Olives.

House of the Virgin Mary (Wikipédia em inglês)

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Wikipédia (enciclopédia colaborativa, fonte terciária)
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4 de outubro de 2026
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Afirmações que sustenta
  • The House of the Virgin Mary is a Catholic shrine located on Mt. Koressos in the vicinity of Ephesus, 7 kilometres from Selçuk in Turkey.
  • The house was discovered in the 19th century by following the descriptions in the reported visions of Blessed Anne Catherine Emmerich (1774-1824), a Roman Catholic nun.

Our Lady of Lebanon (Wikipédia em inglês)

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4 de outubro de 2026
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Afirmações que sustenta
  • The Shrine of Our Lady of Lebanon (also known as Our Lady of Harissa) is a Marian shrine and a pilgrimage site in the village of Harissa in Lebanon.
  • The shrine belongs to the Maronite Patriarchate who entrusted its administration to the Congregation of Maronite Lebanese Missionaries since its foundation in 1904.

Basilica of Our Lady of Peace (Wikipédia em inglês)

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4 de outubro de 2026
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Afirmações que sustenta
  • The Basilica of Our Lady of Peace is a Catholic minor basilica dedicated to Our Lady of Peace in Yamoussoukro, the administrative capital of Ivory Coast.
  • Guinness World Records lists it as the largest church in the world, with an area of 30,000 square metres; Wikidata gives 1989 as inception.

Notre-Dame d'Afrique (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • The Basilique Notre Dame d'Afrique is a Catholic basilica in Algiers, Algeria, and the origin of the modern Catholic devotion to Our Lady of Africa.
  • Wikidata gives 2 July 1872 as the inception date.

Sheshan Basilica (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • The Basilica of Holy Mary, the Help of Christians, also known as the National Shrine of Our Mother of Sheshan, is a Roman Catholic Marian shrine in Shanghai, China.
  • Its name comes from the locality of Sheshan Hill in Songjiang District, to the west of Shanghai's metropolitan area; Wikidata gives 1925 as inception.

Antipolo Cathedral (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • The International Shrine of Our Lady of Peace and Good Voyage, commonly known as Antipolo Cathedral, is a Roman Catholic cathedral in Antipolo, Philippines, which enshrines a venerated Black Madonna image of Mary under the title of Our Lady of Peace and Good Voyage.
  • Wikidata gives 1954 as inception.

Our Lady of Manaoag (Wikipédia em inglês)

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Afirmações que sustenta
  • Our Lady of the Most Holy Rosary of Manaoag is an image of the Blessed Virgin Mary venerated in Manaoag, the Philippines.
  • The statue is vested in imperial regalia and is locally referred to as Apo Baket (Noble Mistress); the ivory and silver image shows the Madonna and Child.

St Mary's Cathedral, Sydney (Wikipédia em inglês)

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4 de outubro de 2026
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Afirmações que sustenta
  • St Mary's Cathedral is a Catholic basilica and the seat of the Archdiocese of Sydney, dedicated to the Blessed Virgin Mary under the venerated title of Our Lady, Help of Christians, Patroness of Australia; Wikidata gives 1838 as inception.

Imagens e créditos

As obras de museu vêm do acervo Open Access do The Metropolitan Museum of Art, com licença CC0 declarada pelo museu (lida em metmuseum.github.io; a API marca cada obra como domínio público). As demais imagens vêm do Wikimedia Commons, onde a página de cada arquivo declara domínio público. Em ambos os casos o projeto leu a declaração, mas não fez auditoria jurídica independente. As imagens de arte sacra ilustram o texto e não são evidência histórica dos acontecimentos. Os recortes usados como fundo derivam das mesmas obras e herdam o crédito delas.

A textura de tela do fundo do site é um arquivo decorativo gerado proceduralmente pelo projeto (ruído sobre cor de umbra). Não reproduz nenhuma obra.

Maria em manto azul profundo, com véu claro, segura o Menino Jesus nu diante de um pano vermelho; à esquerda, uma janela abre para céu com nuvens, montanhas e uma vila.

Madona com o Menino

Autoria
Giovanni Bellini
Data
fins da década de 1480
Técnica
óleo sobre madeira
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
08.183.1. Rogers Fund, 1908
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 435641. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem recortada de bordas do fundo, redimensionada e recomprimida.
O anjo Gabriel, em vestes bordadas de ouro, e Maria, de manto azul sobre vestido vermelho, ajoelhada diante de um livro, num quarto com cortina vermelha e janela aberta.

A Anunciação

Autoria
Hans Memling
Data
cerca de 1465-70
Técnica
óleo sobre madeira
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
17.190.7. Gift of J. Pierpont Morgan, 1917
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 437490. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem recortada de bordas do fundo, redimensionada e recomprimida.
Maria, de manto azul e auréola dourada, abraça e beija Isabel, de manto verde; ao lado, uma mulher de rosa e um ancião de túnica dourada, em pátio de piso rosado.

A Visitação (painel do retábulo de São João)

Autoria
Domingo Ram
Data
século XV
Técnica
têmpera sobre madeira, fundo dourado
Instituição
The Cloisters Collection, The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
25.120.671. The Cloisters Collection, 1925
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 470876. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
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A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem recortada de bordas do fundo, redimensionada e recomprimida.
Maria e José ajoelhados em adoração diante do Menino deitado no chão, entre ruínas com arcos que se abrem para uma paisagem; pastores observam ao fundo.

A Natividade

Autoria
Gerard David
Data
início da década de 1480
Técnica
óleo sobre madeira
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
32.100.40a. The Friedsam Collection, Bequest of Michael Friedsam, 1931
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 436100. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem recortada de bordas do fundo, redimensionada e recomprimida.
Convivas à mesa coberta de branco numa sala de colunas; Jesus e Maria, de véu, sentam-se à esquerda, e um servo derrama água de uma jarra junto às grandes talhas.

As Bodas de Caná

Autoria
Juan de Flandes
Data
cerca de 1497
Técnica
óleo sobre madeira
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1982.60.20. The Jack and Belle Linsky Collection, 1982
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 436801. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
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A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem recortada de bordas do fundo, redimensionada e recomprimida.
Cristo na cruz sobre uma paisagem com cidade ao longe; à esquerda, Maria, de véu claro e manto escuro, e João; à direita, São Jerônimo e uma santa ajoelhada.

A Crucificação

Autoria
Gerard David
Data
cerca de 1495
Técnica
óleo sobre madeira
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
09.157. Rogers Fund, 1909
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 436098. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
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A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem recortada de bordas do fundo, redimensionada e recomprimida.
Maria, de manto azul e mãos postas, rodeada pelos apóstolos de vestes vermelhas, ocres e verdes, numa grande sala com colunas.

A Dormição da Virgem

Autoria
Carlo Saraceni
Data
cerca de 1612
Técnica
óleo sobre tela
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
2019.406. Gift of Richard L. Feigen, in honor of Max Hollein, and in celebration of the Museum's 150th Anniversary, 2019
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 438690. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
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A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem recortada de bordas do fundo, redimensionada e recomprimida.
Maria de pé sobre uma lua crescente, em vestido rosa e manto azul, mãos postas e olhar ao alto, num céu dourado com nuvens, entre dois anjos.

A Imaculada Conceição

Autoria
Guido Reni
Data
1627
Técnica
óleo sobre tela
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
59.32. Victor Wilbour Memorial Fund, 1959
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 437423. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
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A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem recortada de bordas do fundo, redimensionada e recomprimida.
Maria entronizada sobre nuvens, de manto azul-acinzentado e mãos postas, cercada por anjos músicos; embaixo, São Miguel de armadura, vencendo o demônio, e São Bento.

A Assunção da Virgem com São Miguel e São Bento

Autoria
Luca Signorelli
Data
cerca de 1493-96
Técnica
óleo e ouro sobre madeira
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
29.164. Purchase, Joseph Pulitzer Bequest, 1929
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 437673. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
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A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem recortada de bordas do fundo, redimensionada e recomprimida.
Maria de rosto inclinado e olhos baixos, em manto vermelho, segura o Menino Jesus nu no colo, sobre fundo escuro.

A Virgem e o Menino

Autoria
Albrecht Dürer
Data
1516
Técnica
óleo sobre pícea
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
17.190.5. Gift of J. Pierpont Morgan, 1917
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 436245. Página no acervo de origem
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CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
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Maria, de cabelos longos e manto escuro, segura o Menino de túnica clara, diante de uma paisagem com árvores, lago e montanhas azuladas.

A Virgem e o Menino

Autoria
Gerard David
Data
cerca de 1520
Técnica
óleo sobre madeira
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
32.100.53. The Friedsam Collection, Bequest of Michael Friedsam, 1931
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 436103. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
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Maria entronizada com o Menino, entre santos, sob um arco dourado coroado por Deus Pai e anjos, em moldura arquitetônica sobre fundo cinza.

Madona com o Menino entronizados, com santos

Autoria
Rafael (Raffaello Sanzio)
Data
cerca de 1504
Técnica
óleo e ouro sobre madeira
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
16.30ab. Gift of J. Pierpont Morgan, 1916
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 437372. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
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Maria, de manto azul, sentada num outeiro com o Menino ao colo, sob árvores altas, diante de uma paisagem aberta com cidade e céu claro.

O Descanso na Fuga para o Egito

Autoria
Gerard David
Data
cerca de 1512-15
Técnica
óleo sobre madeira
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
49.7.21. The Jules Bache Collection, 1949
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 436101. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
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Painel com quinze pequenas cenas da vida de Jesus e Maria, em três filas, sobre a Virgem do Rosário em nicho dourado, entre devotos.

Os Quinze Mistérios e a Virgem do Rosário

Autoria
Pintor neerlandês (Bruxelas)
Data
cerca de 1515-20
Técnica
óleo sobre madeira
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1987.290.3a-p. Anonymous Bequest, 1984
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 437216. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
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A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem recortada de bordas do fundo, redimensionada e recomprimida.
Maria de mãos postas, em manto azul-acinzentado e véu claro, sob um arco com céu, contempla o Menino Jesus adormecido diante dela.

Madona adorando o Menino adormecido

Autoria
Giovanni Bellini
Data
início da década de 1460
Técnica
têmpera sobre madeira
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
30.95.256. Theodore M. Davis Collection, Bequest of Theodore M. Davis, 1915
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 435640. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem recortada de bordas do fundo, redimensionada e recomprimida.
Pintura de Maria em oração: véu claro sobre a cabeça, manto azul, mãos postas e olhos baixos, diante de um fundo escuro.

A Virgem em oração (The Virgin in Prayer)

Autoria
Giovanni Battista Salvi, chamado Sassoferrato (1609-1685)
Data
cerca de 1640-1650
Técnica
óleo sobre tela
Instituição
reprodução disponível no Wikimedia Commons; arquivo identificado como da National Gallery, Londres
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
Licença
Domínio público (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Obra de autor falecido em 1685. A licença foi lida na página do Commons; a instituição de guarda é inferida do nome do arquivo. Sem auditoria jurídica independente da reprodução.
Estampa antiga em tons de sépia que mostra a gruta de Massabielle, em Lourdes, entre rochedos e árvores, com algumas figuras pequenas à margem do rio.

La grotte miraculeuse à Lourdes (vers 1860)

Autoria
Charles Mercereau (1822-1864)
Data
cerca de 1860
Técnica
estampa
Instituição
digitalização da Bibliothèque de Toulouse, indicada no arquivo do Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
Licença
Domínio público (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
Autor falecido em 1864. A licença foi lida na página do Commons; sem auditoria jurídica independente. Ilustra o lugar, não os acontecimentos relatados.
Fotografia antiga em tons de sépia de três crianças em pé diante de um muro de pedra: duas meninas de véu escuro e um menino de chapéu ao centro.

Children of Fátima portrait (Attributed to Joshua Benoliel), Ilustração Portuguesa, 1917

Autoria
Atribuída a Joshua Benoliel
Data
cerca de outubro de 1917
Técnica
fotografia
Instituição
indicação de crédito no arquivo: página da causa de beatificação da Irmã Lúcia
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
Licença
Domínio público (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A autoria é apenas atribuída. A licença foi lida na página do Commons; sem auditoria jurídica independente. Foto das crianças, não prova das aparições.
Gravura em preto e branco: sob um grande arco, diante de cortinas, sacerdotes e outras pessoas reunidos em torno de uma mesa-altar onde se faz uma oferta.

A Rejeição da Oferta de Joaquim

Autoria
Albrecht Dürer
Data
cerca de 1504
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.75. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388131. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
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Gravura em preto e branco: um homem ajoelhado numa paisagem com árvores e um rebanho olha para o alto, onde um anjo de grandes asas desce entre os ramos; ao fundo, pastores e um lago.

Joaquim e o Anjo

Autoria
Albrecht Dürer
Data
cerca de 1504
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.76. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388132. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Gravura em preto e branco: sob um arco ornamentado, um homem e uma mulher de mantos longos se abraçam; à esquerda, outras figuras observam; ao fundo, muralha e paisagem.

Joaquim e Ana na Porta Dourada

Autoria
Albrecht Dürer
Data
cerca de 1504
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.77. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388133. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Gravura em preto e branco: interior com cama de dossel onde repousa a mãe; um anjo em voo sob o arco, mulheres em primeiro plano cuidando da recém-nascida.

O Nascimento da Virgem

Autoria
Albrecht Dürer
Data
cerca de 1503
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.78. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388134. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Gravura em preto e branco: em um pátio de colunas e arcos, uma criança diante de sacerdotes à entrada do templo, com muitos fiéis em primeiro plano.

A Apresentação da Virgem no Templo

Autoria
Albrecht Dürer
Data
cerca de 1503
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.79. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 387249. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Gravura em preto e branco: sob um grande arco, um sacerdote une as mãos de um casal diante de testemunhas.

Os Desposórios da Virgem

Autoria
Albrecht Dürer
Data
cerca de 1504
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.80. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388135. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Gravura em preto e branco: em uma grande sala abobadada, o anjo e Maria estão ajoelhados em lados opostos; no alto, uma pomba.

A Anunciação

Autoria
Albrecht Dürer
Data
1511
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.5. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388014. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
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Gravura em preto e branco: duas mulheres se abraçam diante de uma casa, em paisagem de montanhas e árvores; à porta, um homem observa.

A Visitação

Autoria
Albrecht Dürer
Data
1503-4
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.81. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388136. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
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Gravura em preto e branco: estábulo de telhado em ruínas, Maria ajoelhada diante do Menino, anjos no alto e uma estrela.

A Natividade

Autoria
Albrecht Dürer
Data
1502-3
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.82. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388137. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Gravura em preto e branco: no interior de um templo, um sacerdote e muitos fiéis reunidos em torno do Menino; Maria entre eles.

A Circuncisão

Autoria
Albrecht Dürer
Data
cerca de 1504
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.83. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388138. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
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Gravura em preto e branco: sob um telhado de madeira, Maria com o Menino recebe homens que se ajoelham em primeiro plano; no alto, uma estrela.

A Adoração dos Magos

Autoria
Albrecht Dürer
Data
cerca de 1502
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.2. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 359887. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Gravura em preto e branco: em um grande salão de colunas, uma mulher ajoelhada junto a uma mesa-altar, com sacerdote e outras pessoas em volta.

A Apresentação de Jesus no Templo

Autoria
Albrecht Dürer
Data
cerca de 1505
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.7. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388016. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Gravura em preto e branco: Maria, montada num jumento com o Menino, e José à frente caminham por um bosque com palmeira.

A Fuga para o Egito

Autoria
Albrecht Dürer
Data
1511
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.3. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388012. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
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Gravura em preto e branco: diante de casas, Maria sentada com o Menino e José trabalhando a madeira; anjinhos recolhem cavacos.

A Sagrada Família no Egito

Autoria
Albrecht Dürer
Data
1511
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.4. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388013. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Gravura em preto e branco: Jesus jovem diante de um grupo de doutores, em um espaço de arcos e colunas; Maria e José à esquerda.

Jesus entre os Doutores

Autoria
Albrecht Dürer
Data
1511
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.8. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388017. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Gravura em preto e branco: ao ar livre, junto a um cercado e a uma árvore, uma mulher ajoelhada, amparada por outras, diante de Cristo em pé.

Cristo se despede de sua Mãe

Autoria
Albrecht Dürer
Data
1511
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.84. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388139. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Gravura em preto e branco: Maria deitada em leito com dossel, cercada pelos apóstolos, um deles em primeiro plano com um bastão.

A Morte da Virgem

Autoria
Albrecht Dürer
Data
1511
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.85. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388140. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Gravura em preto e branco: Maria é coroada entre nuvens por duas figuras, com uma pomba; embaixo, apóstolos em torno de um sepulcro aberto.

A Assunção e a Coroação da Virgem

Autoria
Albrecht Dürer
Data
1510
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.86. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388141. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Gravura em preto e branco com texto em latim abaixo: grande sala de arcos e colunas com muitas figuras reunidas em torno de Maria.

A Glorificação da Virgem

Autoria
Albrecht Dürer
Data
1511
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.87. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388142. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Gravura em preto e branco: a Virgem com o Menino sentada sobre uma lua crescente, em auréola de raios; texto em latim no alto.

A Madona na Lua Crescente, frontispício

Autoria
Albrecht Dürer
Data
cerca de 1511
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
1975.653.74. The George Khuner Collection, Gift of Mrs. George Khuner, 1975
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 388130. Página no acervo de origem
Licença
CC0 1.0 (Open Access do The Metropolitan Museum of Art). Texto da licença ou declaração
Consultado em
4 de outubro de 2026
Observação
A API do Met marca a obra como domínio público (isPublicDomain: true) e o Met declara em metmuseum.github.io que renunciou a direitos autorais e conexos do conjunto de dados Open Access com a licença CC0. A página de política do Met respondeu HTTP 429 e não foi lida; a declaração foi lida em metmuseum.github.io. Sem auditoria jurídica independente. Imagem redimensionada e recomprimida.
Pintura de uma arquitetura clássica de colunas e arcos em tons de cinza sob céu azul; mulheres de vestes azuis e rosadas cruzam o piso em primeiro plano e, ao fundo, outras cuidam de uma recém-nascida.

O Nascimento da Virgem

Autoria
Fra Carnevale
Data
1467
Técnica
têmpera e óleo sobre madeira
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
35.121. Rogers and Gwynne Andrews Funds, 1935
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 435848. Página no acervo de origem
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4 de outubro de 2026
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Escultura policromada: Maria, de manto dourado e véu, sentada, sustenta sobre o colo o corpo de Cristo morto, de cabeça inclinada para trás.

Pietà

Autoria
Escultor alemão não identificado
Data
1435-1440
Técnica
madeira com policromia e douração
Instituição
The Cloisters Collection, The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
64.80. The Cloisters Collection, 1964
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 471921. Página no acervo de origem
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4 de outubro de 2026
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Gravura em preto e branco: uma pomba irradia luz no alto; abaixo, apóstolos reunidos, e no centro uma figura feminina sentada, de véu, com um livro no colo.

Pentecostes

Autoria
Albrecht Dürer
Data
cerca de 1510
Técnica
xilogravura
Instituição
The Metropolitan Museum of Art, Nova York
Número de acesso
19.73.205. Gift of Junius Spencer Morgan, 1919
Origem
The Metropolitan Museum of Art, Open Access, objeto 387435. Página no acervo de origem
Licença
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4 de outubro de 2026
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A basílica de Aparecida, de tijolos, com cúpula e torre alta, vista de longe.

Catedral Basílica de Aparecida

Autoria
Barros0711
Data
2018-09-05
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
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6 de outubro de 2026
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A basílica moderna de Guadalupe, de planta circular e teto verde, diante de uma grande praça.

Nacional Basílica de Santa María de Guadalupe, Mexico City, Mexico

Autoria
Arne Müseler
Data
2026-01-29
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
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Fachada da casa-mãe das Filhas da Caridade na rua do Bac, em Paris.

La maison des Filles de la charité, 136-140 rue du Bac, à Paris.

Autoria
Thesupermat
Data
2011-09-29
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
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Fotografia de Basílica de Santa Maria Maior (Roma), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Basilica di Santa Maria Maggiore

Autoria
NikonZ7II
Data
2022-02-13
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Fotografia de Santuário da Santa Casa de Loreto, vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Basilica del Santuario di Loreto

Autoria
Loreto250706.JPG: Mroselli derivative work: Rabanus Flavus
Data
2012-12-12 05:17
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Fotografia de Catedral de Notre-Dame de Paris, vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Cathedral Notre Dame de Paris, West view, Paris, France

Autoria
P e z i
Data
2013-07-24
Técnica
fotografia
Instituição
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Fotografia de Catedral de Notre-Dame de Chartres, vista de fora ou do lugar de peregrinação.

west facade

Autoria
BT
Data
2006-08
Técnica
fotografia
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Wikimedia Commons
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O mosteiro de Montserrat ao pé de grandes paredões de rocha.

Basilica de Montserrat

Autoria
kallerna
Data
2024-02-14 14:54
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Fotografia de Catedral-Basílica de Nossa Senhora do Pilar (Saragoça), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Zaragoza - Basilica de Nuestra Señora del Pilar

Autoria
Rab Lawrence
Data
2020-01-27 11:36:35
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
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Fotografia de Real Mosteiro de Santa Maria de Guadalupe (Extremadura), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Claustro mudéjar en el Monasterio de Guadalupe

Autoria
Jörn Wendland
Data
2006-09
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
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6 de outubro de 2026
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A capela da Santa Gruta de Covadonga, encaixada numa caverna na rocha.

Vista de cerca de la "Santa Cueva"La Santa cueva 2

Autoria
Arturo Nikolai
Data
2007-09-22 17:40:27
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
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CC BY-SA 2.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
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6 de outubro de 2026
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Fotografia de Santuário de Nossa Senhora de Altötting (Capela da Graça), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Chapel of Grace and St. Magdalena, Altoetting

Autoria
Martin Falbisoner
Data
2013-03-22 13:09:40
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
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CC BY-SA 3.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
Consultado em
6 de outubro de 2026
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Fotografia de Abadia de Einsiedeln (Madona Negra), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Einsiedeln Abbey with Lady Fountain, Canton of Schwyz (Switzerland)

Autoria
Markus Bernet
Data
2006-07-27
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
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CC BY-SA 2.5 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
Consultado em
6 de outubro de 2026
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Fotografia de Basílica de Mariazell (Natividade de Maria), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Die Nordwestansicht der Basilika, Pfarr- und Wallfahrtskirche Maria Geburt in der obersteirischen Stadt Mariazell.

Autoria
C.Stadler/Bwag
Data
2011-09-17
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
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CC BY-SA 3.0 at (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
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6 de outubro de 2026
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Fotografia de Santuário de Jasna Góra (Częstochowa), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Częstochowa, zespół klasztorny oo. Paulinów na Jasnej Górze

Autoria
Ebielmaj
Data
2013-05-25 09:37:06
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
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CC BY-SA 3.0 pl (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
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6 de outubro de 2026
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Fotografia de Basílica de Nossa Senhora de Licheń, vista de fora ou do lugar de peregrinação.

View at dusk of the Basilica of Our Lady of Sorrows, Queen of Poland, located in the village of Licheń Stary, near Konin

Autoria
Diego Delso
Data
2016-12-21 19:38:15
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
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Fotografia de Santuário Pontifício da Virgem do Rosário de Pompeia, vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Le Santuario della Beata Vergine del Rosario de Pompei (Italie).

Autoria
Velvet
Data
2011-08-17
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
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Vista aérea do santuário de Siracusa, uma grande cobertura cônica de concreto entre os prédios da cidade.

Basilica Santuario Madonna delle Lacrime di Siracusa

Autoria
Simone Tinella
Data
2021-08-21
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
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Fotografia de Basílica de Notre-Dame de Fourvière (Lyon), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

The first place we were to visit..... The Basilica of Notre-Dame de Fourvière is a minor basilica in Lyon. It was built

Autoria
Dennis G. Jarvis
Data
2014-07-03 07:42
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Fotografia de Basílica de Notre-Dame de la Garde (Marselha), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Notre-Dame de la Garde

Autoria
Tabletpc2
Data
data não indicada
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Fotografia de Santuário de Nossa Senhora do Sameiro (Braga), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Our Lady of Sameiro sanctuary in Braga, Braga District, Portugal This building is classified as Sem proteção legal.It is

Autoria
Tournasol7
Data
2020-02-18 20:09:47
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Fotografia de Basílica de Nossa Senhora de Luján, vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Marienbasilika von Luján, Argentinien

Autoria
Fernando bonsembiante (shifted & cropped by Rabanus Flavus)
Data
2012-09-08
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Fotografia de Basílica de Notre-Dame de Montréal, vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Basilique Notre-Dame de Montréal

Autoria
Jeangagnon
Data
2011-07-24
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
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Fotografia de Basílica do Santuário Nacional da Imaculada Conceição (Washington), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

The Basilica of the National Shrine of the Immaculate Conception located next to The Catholic University of America camp

Autoria
AgnosticPreachersKid
Data
2008-10-14
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Fotografia de Catedral-Basílica de Nossa Senhora dos Milagres (Caacupé), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Basilica of Caacupé.

Autoria
Signals
Data
data não indicada
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Vista da cidade de Copacabana, na Bolívia, à beira do lago Titicaca, entre montanhas.

Panoramic view of Copacabana, Bolivia, on the lake Titicaca. Photo taken from Calvario hill.

Autoria
Christopher Crouzet
Data
2014-04-27 18:10:18
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Fotografia de Basílica de Nossa Senhora dos Anjos (Cartago), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Basilica of Our Lady of the Angels, Cartago, Costa Rica

Autoria
Bernard Gagnon
Data
2023-02-03
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Fotografia de Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré (Belém), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Conjunto Arquitetônico de Nazaré (CAN), tendo ao fundo a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré, um dos mais importantes te

Autoria
Nando1462 - Fernando Santos Cunha Filho
Data
2014-11-25 09:09:14
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Fotografia de Basílica-Catedral de Nossa Senhora da Altagracia (Higüey), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Basílica Nuestra Señora de la Altagracia

Autoria
Celiovmota
Data
2009-01-30
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Fotografia de Basílica da Anunciação (Nazaré), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Church of the Annunciation, Nazareth, Israel

Autoria
Berthold Werner
Data
2008-11-07
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Portal de pedra em arco da igreja do Sepulcro de Maria, em Jerusalém.

Mary's tomb - outside view

Autoria
Deror avi
Data
2007-10-19
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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A pequena casa de pedra de Meryem Ana, entre árvores, perto de Éfeso.

Exterior of "The House of the Virgin Mary" near Ephesus, Selçuk in Turkey. Photographer: Martin H. Fryc. A note: the pho

Autoria
No machine-readable author provided. Mfryc assumed (based on copyright claims).
Data
12 June 2005 (according to Exif data)
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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A grande estátua branca de Nossa Senhora do Líbano no alto de uma torre, contra o céu azul.

Statue of Our Lady of Lebanon in Harissa, Lebanon.

Autoria
FunkMonk
Data
2005
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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A enorme cúpula da basílica de Nossa Senhora da Paz, em Yamoussoukro.

La photo du dessus de la Basilique notre Dame de la Paix de Yamoussoukro

Autoria
Didierwiki
Data
2024-05-21 15:16:25
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
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6 de outubro de 2026
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Fotografia de Basílica de Nossa Senhora da África (Argel), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Notre-Dame d'Afrique, Algiers

Autoria
Magharebia
Data
2010-12-13 08:46:02
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
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A basílica de Sheshan no alto de uma colina coberta de árvores.

The She Shan Basilica in Shanghai, China

Autoria
lobia
Data
2008-08-28
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
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Fotografia de Santuário Internacional de Nossa Senhora da Paz e da Boa Viagem (Antipolo), vista de fora ou do lugar de peregrinação.

Antipolo Cathedral facade 2014

Autoria
Urbanroamer
Data
2014-07-19 11:17:10
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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Fotografia de Santuário de Nossa Senhora do Santo Rosário de Manaoag, vista de fora ou do lugar de peregrinação.

This is a photo of a cultural heritage property in the Philippines with ID

Autoria
Ramon FVelasquez
Data
2012-04-04
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
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Fotografia de Catedral de Santa Maria (Sydney), Maria Auxiliadora, vista de fora ou do lugar de peregrinação.

St Mary's Cathedral, Sydney, Australia

Autoria
Diego Delso
Data
2010-12-10
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
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Vale de Lourdes visto do alto, com a esplanada verde e a basílica ao fundo, entre montanhas.

La basilique de l'Immaculée-Conception et la basilique Notre-Dame du Rosaire, Lourdes, Hautes-Pyrénées, France.

Autoria
Père Igor
Data
2012-05-23 15:31:41
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
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A ampla esplanada do Santuário de Fátima, com a basílica e sua torre ao fundo.

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Autoria
tomasz przechlewski from Sopot, Poland
Data
2018-02-08 12:41
Técnica
fotografia
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
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6 de outubro de 2026
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Devotos rezam diante do nicho dourado onde fica a pequena imagem escura de Nossa Senhora Aparecida.

Devoção à imagem, na Basílica do Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

Autoria
Juliana Bastos Marques
Data
2013-07-03 14:33:03
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
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6 de outubro de 2026
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Maria de pé sobre a lua, com manto azul-esverdeado coberto de estrelas, mãos postas e raios dourados ao redor, sustentada por um anjo.

Original Picture of Our Lady of Guadalupe (also known as the Virgin of Guadalupe) shown in the Basilica of Our Lady of G

Autoria
Imagem venerada (século XVI, autoria desconhecida); fotografia de anagoria (Wikimedia Commons)
Data
1531 or earlier
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
Observação
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Maria com o Menino, ambos com vestes e coroas imperiais chinesas, em pintura antiga.

An apparition of the Blessed Virgin Mary in Donglu, China, first appearing in 190

Autoria
Autoria desconhecida (conforme o Commons)
Data
circa 1900date QS:P,+1900-00-00T00:00:00
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
Observação
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Ícone de rosto escuro: Maria segura o Menino no braço esquerdo e aponta para ele; duas cicatrizes marcam sua face direita.

Obraz Matki Bożej Częstochowskiej

Autoria
Autoria desconhecida (conforme o Commons)
Data
by 1385date QS:P,+1385-00-00T00:00:00Z/7
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
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Ícone de Maria em manto azul-escuro com borda dourada, segurando o Menino, que traz um livro; fundo dourado.

Salus Populi Romani icon after restoration, completed by the work of the Vatican Museum conservators in 2018.

Autoria
LossRom
Data
2024-08-05
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
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Estátua branca de Maria com faixa azul, mãos postas, no alto de um nicho na rocha da gruta.

The grotto where St Bernadette's visions took place is very simple and stark. Above the main recess is the niche where t

Autoria
Dennis G. Jarvis
Data
2014-06-28 11:07
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
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6 de outubro de 2026
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Estátua de Maria vestida de branco com bordas douradas, mãos postas e terço pendente, sob uma coroa.

Fatima

Autoria
Bingar1234
Data
2014-07-15
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
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6 de outubro de 2026
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Escultura de Maria de rosto escuro, sentada, com o Menino no colo, ambos com coroas e vestes douradas.

The Virgin of Montserrat

Autoria
Departament de Premsa i Comunicació de Montserrat
Data
data não indicada
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
Licença
Public domain (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
Consultado em
6 de outubro de 2026
Observação
Licença lida na página do arquivo no Commons em 2026-10-06; sem auditoria jurídica independente. A imagem foi redimensionada e convertida para WebP.
Pequena imagem de Maria em manto azul e branco com raios dourados ao redor, num pedestal.

Statue of Our Lady of Lujan in the Institute's seminary in the United States.

Autoria
Institute of the Incarnate Word
Data
2015-11-12
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
Licença
CC BY-SA 4.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
Consultado em
6 de outubro de 2026
Observação
Licença lida na página do arquivo no Commons em 2026-10-06; sem auditoria jurídica independente. A imagem foi redimensionada e convertida para WebP. Licença CC BY-SA: a reprodução mantém a mesma licença.
Pequena imagem escura de Maria com o Menino, sobre uma pedra, com flores ao lado.

Sculpture of the Virgen de los Ángeles in the Basilica of Our Lady of the Angels, Cartago, Costa Rica

Autoria
Bernard Gagnon
Data
2023-02-03
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
Licença
CC0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
Consultado em
6 de outubro de 2026
Observação
Licença lida na página do arquivo no Commons em 2026-10-06; sem auditoria jurídica independente. A imagem foi redimensionada e convertida para WebP.
Desenho da pequena imagem de Maria de mãos postas, com manto e resplendor.

Artistic representation of the Virgin of Suyapa, Patron of Honduras and central America.

Autoria
KES47 (According to En:WP en:User:Alarikoeloko17)
Data
2010-10-09
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
Licença
Public domain (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
Consultado em
6 de outubro de 2026
Observação
Licença lida na página do arquivo no Commons em 2026-10-06; sem auditoria jurídica independente. A imagem foi redimensionada e convertida para WebP.
Pintura de Maria de mãos postas, com manto azul estrelado e coroa, diante do Menino deitado; José aparece ao fundo, à esquerda.

Imagen oficial de Nuestra Señora de la Altagracia.

Autoria
IacobusL
Data
2017-10-18 10:03:50
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
Licença
CC BY-SA 4.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
Consultado em
6 de outubro de 2026
Observação
Licença lida na página do arquivo no Commons em 2026-10-06; sem auditoria jurídica independente. A imagem foi redimensionada e convertida para WebP. Licença CC BY-SA: a reprodução mantém a mesma licença.
Estátua de Maria com manto azul e veste branca, de mãos postas, sobre um pedestal com a inscrição «Kibeho».

Ishusho ya Bikira Mariya Nyina wa Jambo, akaba kandi yitwa Mwamikazi wa Kibeho, iherereye mu cyanya cy'Ingoro ya Yezu Ny

Autoria
Celestin KANUMA
Data
2022-10-26
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
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CC BY-SA 4.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
Consultado em
6 de outubro de 2026
Observação
Licença lida na página do arquivo no Commons em 2026-10-06; sem auditoria jurídica independente. A imagem foi redimensionada e convertida para WebP. Licença CC BY-SA: a reprodução mantém a mesma licença.
Escultura de madeira de Maria diante de uma cruz, com os braços abertos para baixo.

Our Lady of Akita Japan

Autoria
SICDAMNOME
Data
2015-11-02
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
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Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
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CC BY-SA 4.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
Consultado em
6 de outubro de 2026
Observação
Licença lida na página do arquivo no Commons em 2026-10-06; sem auditoria jurídica independente. A imagem foi redimensionada e convertida para WebP. Licença CC BY-SA: a reprodução mantém a mesma licença.
Imagem de Maria com o Menino, ambos com coroas douradas altas, diante de um fundo vermelho.

Our Lady of Vailankanni, a statue in the crypt of Basilique Notre-Dame de Fourvière, Lyon, France.

Autoria
Vassil
Data
2009-08-20
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
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Public domain (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
Consultado em
6 de outubro de 2026
Observação
Licença lida na página do arquivo no Commons em 2026-10-06; sem auditoria jurídica independente. A imagem foi redimensionada e convertida para WebP.
Imagem escura de Maria com rico manto bordado, coroa e resplendor dourados.

The Black Madonna image of Our Lady of Peace and Good Voyage, also known as Our Lady of Antipolo, enshrined at the Antip

Autoria
LMP 2001
Data
2023-11-26 09:52:44
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
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CC BY-SA 4.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
Consultado em
6 de outubro de 2026
Observação
Licença lida na página do arquivo no Commons em 2026-10-06; sem auditoria jurídica independente. A imagem foi redimensionada e convertida para WebP. Licença CC BY-SA: a reprodução mantém a mesma licença.
Imagem de Maria com vestes douradas e coroa, num nicho ricamente ornamentado com flores brancas à frente.

Our lady of Manaoag

Autoria
VolkswagenKing28
Data
2013-03-25 11:45:31
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
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CC BY-SA 3.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
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6 de outubro de 2026
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Licença lida na página do arquivo no Commons em 2026-10-06; sem auditoria jurídica independente. A imagem foi redimensionada e convertida para WebP. Licença CC BY-SA: a reprodução mantém a mesma licença.
Grande estátua branca de Maria de braços abertos sobre um pedestal, contra o céu.

Statue of Our Lady of Lebanon in Harissa, Lebanon.

Autoria
FunkMonk
Data
2005
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
Wikimedia Commons. Página no acervo de origem
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CC BY 3.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
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6 de outubro de 2026
Observação
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Imagem coroada de Maria com o Menino, também coroado, e um ramo de lírios.

The statue of Our Lady of Walsingham, the Slipper Chapel, Walsingham, Norfolk, England.

Autoria
Thorvaldsson
Data
2008-12-26
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
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CC BY 3.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
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6 de outubro de 2026
Observação
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Pequena estátua branca de Maria num nicho de pedra, acima de uma fonte, com flores ao redor.

The statue and source of Mary Virgin of the poor at Banneux

Autoria
Johfrael
Data
2009-06-22
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
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CC BY-SA 3.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
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6 de outubro de 2026
Observação
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Estátua de Maria com coroa de rosas, crucifixo e corrente sobre o peito, diante de duas crianças.

Statue de la Vierge de la Salette avec les enfants (détail), intérieur de l'église de Corps.

Autoria
Fr.Latreille
Data
2011-07-16 17:06:21
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
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6 de outubro de 2026
Observação
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Pequena imagem de Maria com o Menino, com manto branco bordado e coroa.

Imaxe de la Virxe de Cuadonga, la Santina, con mantu blancu.

Autoria
Cardoso
Data
2021-01-03 11:30:14
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
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CC BY-SA 4.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
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6 de outubro de 2026
Observação
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A capela da graça, de mármore negro, dentro da igreja da abadia; ao centro, a pequena imagem escura de Maria, e fiéis sentados à frente.

Schwarze Madonna von Einsiedeln, mit Kind. Steht in der Klosterkirche von Einsiedeln in der Schweiz. Liegt an einem Weg

Autoria
Beat Ruest
Data
2017-03-28
Técnica
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Instituição
Wikimedia Commons
Origem
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CC BY-SA 4.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
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6 de outubro de 2026
Observação
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Pequena imagem de Maria com manto vermelho, num altar de prata cercado de colunas douradas.

Gnadenstatue von Mariazell, "Magna Mater Austriae"

Autoria
Launus
Data
2017-05-25
Técnica
fotografia da imagem venerada
Instituição
Wikimedia Commons
Origem
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CC BY-SA 4.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
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6 de outubro de 2026
Observação
Licença lida na página do arquivo no Commons em 2026-10-06; sem auditoria jurídica independente. A imagem foi redimensionada e convertida para WebP. Licença CC BY-SA: a reprodução mantém a mesma licença.
Pintura de Maria entronizada com o Menino, entregando o rosário a São Domingos e a Santa Catarina.

Basilica di San Gennaro ad Antignano (Napoli) - Nella navata destra, sulla parete destra, in corrispondenza della 2° col

Autoria
Delehaye
Data
2013-09-13 10:48:34
Técnica
fotografia da imagem venerada
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Wikimedia Commons
Origem
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CC BY-SA 3.0 (conforme declarado na página do arquivo no Wikimedia Commons). Texto da licença ou declaração
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6 de outubro de 2026
Observação
Licença lida na página do arquivo no Commons em 2026-10-06; sem auditoria jurídica independente. A imagem foi redimensionada e convertida para WebP. Licença CC BY-SA: a reprodução mantém a mesma licença.