Tipo de conteúdo: Decisão eclesial
A decisão do bispo de Green Bay (2010)
Em 8 de dezembro de 2010, o bispo de Green Bay, Dom David L. Ricken, aprovou como dignas de crença (embora não obrigatórias) as aparições e locuções dadas a Adele Brise em outubro de 1859, declarando que elas exibem a substância de caráter sobrenatural. Ele encoraja os peregrinos a visitar o lugar como lugar de consolo e de orações atendidas. A decisão é do bispo diocesano e diz expressamente que a crença não é obrigatória.
Tipo de conteúdo: Nota editorial
O que esta página ainda não traz
O relato detalhado das aparições (o que Adele Brise teria visto e ouvido), a história da capela e o processo de investigação não foram lidos em fontes primárias nesta edição, por isso não são narrados aqui.
Sem fonte específica: nota editorial do projeto.
Histórico de decisões eclesiais
Cada decisão aparece com a sua autoridade, data, alcance e documento. Decisões diferentes (reconhecer aparição, autorizar culto, coroar, elevar a basílica, proclamar padroeira) não se confundem.
Decisão eclesial documentada: Reconhecimento da aparição e Autorização de culto
8 de dezembro de 2010. Dom David L. Ricken, bispo de Green Bay
- Autoridade
- Dom David L. Ricken, bispo de Green Bay (Bispo diocesano)
- Alcance e limites
- Aprova as aparições de 1859 como dignas de crença (não obrigatória) pelos fiéis e encoraja a peregrinação; alcance e autoridade diocesanos.
- Documento
- Decreto de 8 de dezembro de 2010 (texto em inglês, reproduzido por CatholicCulture.org).
- Trecho citado (en)
do hereby approve these apparitions as worthy of belief (although not obligatory) by the Christian faithful.
O que ainda falta pesquisar
- Nenhuma fonte primária sobre o relato das aparições e sobre o santuário foi lida.
- A designação do santuário como santuário nacional (conferência dos bispos dos EUA) foi indicada por resultados de busca, mas o documento não foi aberto.
- O arquivo original do decreto, no sítio da Diocese de Green Bay, não foi aberto.
Última verificação documental: · Revisão teológica humana: ainda não realizada.